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<title>40001016084P2 Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/41007</link>
<description>após 2019, ver Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia e Saúde da Mulher</description>
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<dc:date>2026-05-31T11:03:11Z</dc:date>
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<title>O papel do examinador experiente no diagnóstico colposcópico em mulheres com céllulas atípicas de significado indeterminado quando não se pode afastar lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/47945</link>
<description>O papel do examinador experiente no diagnóstico colposcópico em mulheres com céllulas atípicas de significado indeterminado quando não se pode afastar lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H)
Resumo: INTRODUÇÃO: O câncer de colo de útero é a segunda neoplasia que mais acomete a mulher no mundo, possui história natural longa iniciada em lesões precursoras que se devidamente diagnosticadas e tratadas, levam a expressiva redução da morbimortalidade pela doença. O rastreio dessas lesões precursoras é feito pelo uso da citologia oncótica, enquanto o correto diagnóstico das mesmas é dado pela impressão colposcópica. O resultado citológico Atipias de Células Escamosas Quando não se pode Afastar Lesão de Alto Grau (ASC-H) está associado ao diagnóstico de Lesão Intraepitelial de Alto Grau/ High-Grade Squamous Intraepithelial Lesion (HSIL) ou Câncer em uma frequência suficientemente alta para justificar e indicação imediata ao exame colposcópico. OBJETIVO: Analisar a acurácia dos achados colposcópicos no diagnóstico das mulheres com ASC-H. PACIENTES E MÉTODOS: Foram selecionadas 106 mulheres com resultado citológico definido como ASC-H, confirmado após revisão cegada por dois patologistas experientes. Todas as mulheres foram submetidas ao exame colposcópico sob supervisão direta da mesma colposcopista. As pacientes com diagnóstico NIC 2 ou mais foram submetidas a Exérese da Zona de Transformação (EZT). As mulheres com impressão colposcópica negativa ou menor foram colocadas em seguimento clínico semestral até dois seguimentos negativos, quando isso não ocorreu foram igualmente submetidas a EZT. Dos prontuários médicos foram coletados dados referentes a impressão colposcópica, variáveis sociodemográficas, resultado do seguimento clínico e das peças anatomopatológicas. RESULTADO: Das 106 pacientes, 102 completaram o acompanhamento. A prevalência de NIC 2 ou mais foi de 63,7%. A impressão colposcópica obteve, em o seu achado maior uma sensibilidade de 91,67% IC 95%(0,8161 a 0,9724) especificidade de 93,1% com IC 95% (0,772 a 0,991) Valor Preditivo Positivo de 96,49% Valor Preditivo Negativo de 84,38% e acurácia de 92% para o diagnóstico de NIC 2 ou mais. Dos achados colposcópicos o que apresentou maior relevância foi a densidade de acetobranqueamento, seguido pelo pontilhado e mosaico grosseiros. A Zona de Transformação tipo 3 esteve menos correlacionada ao desfecho NIC 2 ou mais e não comprometeu a acurácia da colposcopia. Os achados demográficos não alcançaram significância estatística, entretanto, história pregressa de lesão intraepitelial e menopausa obtiveram p valor limítrofe de 0,085 e 0,072 respectivamente. CONCLUSÕES: Na população de estudo, a acurácia da colposcopia em estabelecer o diagnóstico para as pacientes referenciadas por citologia ASC-H foi de 92%, sendo que o achado colposcópico mais relevante quanto a presença de NIC 2 ou mais foi a densidade de acetobranqueamento.  Palavras chave: Colposcopia e Câncer de Colo de Útero.; Abstract: BACKGROUND: Cervical cancer is the seccond most frequent neoplasm of women in the world. It has a long natural history initiated in precursor lesions that, if properly diagnosed and treated, lead to an expressive reduction of morbidity and mortality due to the disease. The screening of these precursor lesions is done by the use of cervical cytology, while the correct diagnosis of them is given by the colposcopic impression. The cytological result atypical squamous cells cannot exclude high-grade squamous intraepithelial lesion (ASC-H) is highly associated with the diagnosis of high-grade squamous intraepithelial lesion (HSIL) or cervical cancer, that justifies prompt indication of colposcopic examination. OBJECTIVE: To analyze the accuracy of colposcopic findings in the diagnosis of ASC-H in a risk population. PATIENTS AND METHODS: We selected 106 patients with outcome defined as ASC-H after a blinded review by two experienced pathologists. They had undergone colposcopic examination under direct supervision of the same colposcopist. Patients with a CIN 2 or greater diagnosis were submitted to Excision of the Transformation Zone (ETZ), patients with negative or minor colposcopic impression were placed in a semi-annual clinical follow-up until two negative follow-ups were achieved, when this was not observed, they were also submitted to ETZ. From the medical records, were collected data on colposcopic impression, sociodemographic variables, result of clinical follow-up and pathological result. RESULTS: Of the 106 patients, 102 completed follow-up. The prevalence of CIN 2 or more was 63.7%. The major colposcopic impression obtained sensitivity of 91,67% CI95%(0,8161 to 0,9724), specificity 93,1% CI95%(0,772 to 0,991) Positive Predictive Value of 96,49%, Negative Predictive Value of 84,38% and accuracy of 92% for the diagnosis of CIN 2 or worse. Of the colposcopic findings, what has presented with greater relevance was the acetowhitening density, followed by coarse punctation and mosaic. The Type 3 Transformation Zone was less frequently associated with CIN 2 or worse diagnosis and did not compromise the accuracy of colposcopy. The demographic findings did not reach statistical significance, however, previous history of cervical intraepithelial neoplasia and menopause obtained a borderline value of 0,085 and 0,072 respectively. CONCLUSIONS: In the study population, the accuracy of colposcopy to establish the diagnosis for patients referred by ASC-H cytology was 92%, and the most relevant colposcopic finding regarding the presence of CIN 2 or more was the acetowhite density.  Key Words: Colposcopy and Cervical Cancer
Orientadora : Profa. Dra. Rita Maira Zanine; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia. Defesa : Curitiba, 28/04/2017; Inclui referências : f. 72-81
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<title>Investigação da prevalência da infecção por vírus linfotrópico das células T humanas (HTLV) em gestantes de alto risco</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/47722</link>
<description>Investigação da prevalência da infecção por vírus linfotrópico das células T humanas (HTLV) em gestantes de alto risco
Resumo: O Vírus Linfotrópico das Células T Humanas (HTLV) é um retrovírus, relacionado com o Leucemia das Células T do Adulto (LTA) e a Mielopatia Associada ao HTLV/Paraparesia Espástica Tropical (MAH/PET). A transmissão do HTLV ocorre por meio de relações sexuais, transfusão de hemocomponentes e de mãe para filho, predominantemente por meio da amamentação. O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência da infecção pelo HTLV e o perfil epidemiológico das gestantes atendidas no ambulatório de pré-natal do Serviço de Tocoginecologia do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR), no período de agosto de 2015 a agosto de 2016. Este estudo é descritivo de corte transversal, que incluiu gestantes de alto risco. Realizou-se teste laboratorial, para a detecção de anticorpos para HTLV-1/2, de acordo com o fluxograma de diagnóstico preconizado pelo Ministério da Saúde. O teste confirmatório para o HTLV-1/2 foi realizado pela Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), direcionados aos genes alvos tax e pol. Analisou-se um total de 643 amostras pelo método de imunoensaio de micropartículas por quimioluminescência (QMIA); destas, quatro (0,63%) apresentaram-se reagentes para HTLV, das quais duas foram confirmadas pelo método de PCR (0,31%) sendo uma HTLV-1 e outra HTLV-2. Nenhuma das pacientes apresentou manifestações clínicas neurológicas ou hematológicas devido à infecção pelo HTLV. Foram analisados dados demográficos e epidemiológicos do total de amostras por meio de questionários e análise de prontuários. A faixa de idade variou entre 14 e 47 anos, com predomínio de gestantes com idade entre 20 e  34 anos (420/65%), e prevaleceu a raça branca (541/84,14%); 183 gestantes (28,46%) possuíam ensino médio completo; 60 (9,33%) eram usuárias de drogas; 191 (29,70%) apresentavam piercing e 177 (27,53%) tatuagem; 271 (42,15%) iniciaram a atividade sexual entre 12 e 16 anos; 311 (48,36%) tiveram de um a cinco parceiros e 35 (5,44%) receberam transfusão sanguínea. Além do HTLV, foram analisados outros dados sorológicos, sendo encontrados os seguintes resultados: HBsAg: 549 (85,38%) não reagentes e sete (1,09%) reagentes; anti-HCV: 530  (82,43%) não reagentes e quatro (0,62%) reagentes; HIV-I/II: 548 (85,22%) não  reagentes e 41 (6,38%) reagentes; toxoplasmose IgG: 312 (48,52%) não reagentes  e 236 (36,70%) reagentes; toxoplasmose IgM: 544 (84,60%) não reagentes e oito  (1,24%) reagentes; sífilis: 580 (90,20%) não reagentes e 25 (3,89%) reagentes. O fluxo de diagnóstico laboratorial proposto neste estudo foi válido para estabelecer a prevalência do HTLV-1/2 em gestantes de alto risco e corrobora a necessidade da confirmação da infecção pelo HTLV-1/2 por meio de métodos moleculares.  Palavras-Chave: HTLV. Gestantes de alto risco. Diagnóstico Molecular. PCR. Pré-natal.; Abstract: The human T cell lymphotropic virus (HTLV) is a retrovirus, related to Adult T-Cell Lymphoma (ATL) and HTLV Associated Myelopathy/Tropical Spastic Paraparesis (HAM/TSP). The transmission of HTLV occurs through sexual intercourse, transfusion of blood components and mother to child, predominantly through breastfeeding. The aim of this study was to evaluate the prevalence of HTLV infection and the demographic and epidemiological profile of the high risk pregnant women attending the prenatal clinic of the Department of Tocoginecology of the Clinicas Hospital Complex of the Federal University of Paraná (CHC-UFPR) from August 2015 to August of 2016. The study is a cross-sectional descriptive study, which included high-risk pregnancies women. It was performed laboratory tests to detected HTLV-1/2 antibodies, according to the Ministry of Health flowchart. Confirmatory test for HTLV-1/2 was performed by Polymerase Chain Reaction (PCR) directed for the target genes tax and pol. A total of 643 samples were analyzed by the method of microparticles immunoassay by chemiluminescence (CMIA); from this, four (0.63%) were reagent for HTLV and two (0.31%) were confirmed by PCR. None of them presented clinical neurological or hematological manifestations due to HTLV infection. It was analyzed demographic and epidemiological data from the total samples using questionnaries and medical records. The age range varied between 14 and 47 years, with predominance of pregnant women aged between 20 and 34 years (420/65%). The white race prevailed (541/84.14%) and 183 (28.46%) patients had completed high school. The total of drug users were 60 (9.33%), 191 (29.70%) presented piercing and 177 (27.53%) tattoo. Of the total number of patients, 271 (42.15%) started sexual activity between 12 and 16 years old. Regarding the number of partners, 311 (48.36%) had one to five partners and 35 (5.44%) received blood transfusion. In addition to HTLV, other serological data were analyzed, being founded the following results: HBsAg: 549 (85.38%) non-reactive and 7 (1.09%) reagents;  Anti-HCV: 530 (82.43%) non-reactive and 4 (0.62%) reagents; HIV-I/II: 548 (85.22%)  non-reative and 41 (6.38%) reagents; toxoplasmosis IgG: 312 (48.52%) non-reactive  and 236 (36.70%) reagents; toxoplasmosis IgM: 544 (84.60%) non-reactive and 8  (1.24%) reagents; syphilis: 580 (90.20%) non-reactive and 25 (3.89%) reagents. The flowchart for the laboratory diagnostic proposed in this study were valid to establish the prevalence of HTLV in high risk pregnant women and corroborate the necessity to confirm the HTLV-1/2 by the use of molecular methods.  Key words: HTLV. High Risk Pregnant Women. Molecular Diagnostic. PCR. Prenatal.
Orientadora : Profa Dra. Meri Bordignon Nogueira; Coorientadora: Dra. Luine Rosele Renaud Vidal; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia. Defesa : Curitiba, 22/02/2017; Inclui referências : f. 77-96
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<title>Estudo comparativo de cremes estrogênicos em pacientes com prolapso genital</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/46920</link>
<description>Estudo comparativo de cremes estrogênicos em pacientes com prolapso genital
Resumo: Estudo Comparativo De Cremes Estrogênicos Em Pacientes Com Prolapso Genital. Objetivo: Avaliar os efeitos de três diferentes tipos de cremes vaginais estrogênicos em comparação ao placebo, em relação as mudanças das queixas climatéricas sistêmicas e urogenitais, e seus efeitos na citologia hormonal vaginal, além do impacto e segurança endometrial. Material e Método: 69 pacientes foram selecionadas e randomizadas em 4 grupos para uso de 1g/dia de: promestrieno, estriol, estrogênio conjugado e hidratante vaginal não hormonal, como grupo controle. Tiveram citologia hormonal coletada antes e após o uso dos cremes, bem como avaliação endometrial ultrassonográfica e de queixas urogenitais e sistêmicas. Resultados: todos os cremes proporcionaram melhora de queixas, seja local ou sistêmica, porém o creme que demonstrou melhora das queixas locais, sistêmicas e correspondência na citologia hormonal, sem espessar endométrio foi o promestrieno; Conclusão: todos os cremes proporcionaram melhora das queixas urogenitais. Apesar de haverem bons indícios da segurança endometrial dos cremes vaginais, neste estudo tivemos mais influência hormonal no endométrio do que o relatado na literatura. Neste sentido, entre os cremes comparados, o promestrieno apresentou o melhor perfil de segurança endometrial e de melhora de queixas. Descritores: atrofia vaginal; estrogênio vaginal; espessamento endometrial; Abstract: Comparative Study Of Estrogen Creams In Patients With Pelvic Organ Prolapse Objective: To assess the effects of vaginal estrogen creams on climacteric symptoms, vaginal hormonal cytology, endometrial thickness via ultrasound, and histopathological findings and to compare the results with those of the control drug. Methods: Sixty-nine menopausal patients with pelvic organ prolapse and indication for surgery were randomized into four groups according to the use of 1 g/day of promestriene, estriol, conjugated estrogen, and non-hormonal vaginal cream. The systemic and urogenital complaints were scored, hormonal cytology was assessed, and endometrial thickness was measured via ultrasound before and after the use of the creams. In addition, a histopathological study of the endometrium using hysterectomy specimens was performed. Results: All of the creams provided some improvement in symptoms; however, promestriene was the most effective cream in improving the parameters analyzed without significantly affecting the endometrium. Conclusions: All of the creams provided an improvement in urogenital symptoms. Although there is evidence of the endometrial safety of vaginal creams, in this study, the hormonal effect of the creams on the endometrium was greater than that reported in the literature. Thus, of the creams compared in this study, promestriene exhibited better endometrial safety and symptom improvement profiles. Key words: Vaginal atrophy, vaginal estrogens; endometrial thickening
Orientador : Newton Sergio de Carvalho; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia. Defesa : Curitiba, 10/03/2017; Inclui referências: f.55-58
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<title>Concentrações séricas de vitamina D em gestantes de Curitiba durante o verão e o inverno</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/48531</link>
<description>Concentrações séricas de vitamina D em gestantes de Curitiba durante o verão e o inverno
Resumo: A hipovitaminose D é um problema de saúde mundial, atingindo todas as faixas etárias e diversos grupos de risco. Em gestantes baixas concentrações séricas de vitamina D (Vit.D) estão associadas a possíveis complicações materno-fetais. No Brasil, a avaliação da concentração sérica de Vit.D não faz parte da rotina de exames do pré-natal. Este estudo teve como objetivo principal avaliar as concentrações séricas de Vit.D em gestantes de Curitiba e região metropolitana, atendidas em hospitais terciários. Realizou-se um estudo observacional transversal analítico, coletando dados sociodemográficos, epidemiológicos e clínicos. Foram coletadas amostras de sangue de 520 gestantes atendidas nos ambulatórios de pré-natal do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, sendo 256 delas coletadas no verão e 264 no inverno, em 2016. As gestantes foram divididas em grupos de risco gestacional: Doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), diabetes mellitus gestacional (DMG) e soropositivas ao vírus da imunodeficiência humana (HIV+) e um grupo controle de baixo risco composto de gestantes sem enfermidades. As amostras de sangue coletadas foram analisadas pelo método de quimioluminescência (Architect i2000SR Abbott, Illinois, USA). Para classificação das concentrações séricas de Vit.D foram utilizados os critérios da Endocrine Society. Os dados foram analisados estatisticamente com auxílio dos programas Stata v.13.1. (Texas, EUA). A idade média das gestantes foi de 29,5 ± 6,1 anos, a maioria multíparas, a idade gestacional média foi de 32,1 ± 6,4 semanas, 57,8% das gestantes com ensino médio completo, 57,6% com renda familiar mensal de 1 a 3 salários mínimos, 52,1% se autodeclararam da etnia branca e 45,5% das gestantes foram classificadas com o tipo de pele tipo II segundo Fitzpatrick. Na população estudada, em geral a média da concentração sérica de Vit.D foi de 22,5 ± 8,7 ng/ml, sendo de 26,7 ± 7,8 ng/mL no verão e de 18,3 ± 7,5 ng/mL no inverno (p&lt;0,001). Os resultados demonstraram que a prevalência de hipovitaminose D durante o verão e inverno foi de 71,2% e 92,4% respectivamente para o grupo de alto risco (p&lt;0,001) e de 64,7% e 87,0% (p&lt;0,011) para o grupo de baixo risco.  Encontramos uma alta prevalência de hipovitaminose D na população estudada: 69,9% no verão e com aumento significativo no inverno de 91,3% (p&lt;0,001).  Palavras-chave: Vitamina D. Insuficiência. Deficiência. Gestação.; Abstract: Hypovitaminosis D is a global health problem reaching all age groups and several at-risk populations. Low vitamin (Vit.D) concentrations in pregnant women are associated with possible maternal-fetal complications. In Brazil, the evaluation of serum Vit.D concentration is not part of routine prenatal examinations. The objective of this study was to evaluate serum concentrations of Vit.D in pregnant women in the city of Curitiba-Brazil and metropolitan region, in tertiary hospitals. An observational cross-sectional study was carried out, collecting demographic, epidemiological and clinical data. Blood samples were collected from 520 pregnant women attended at the prenatal outpatient clinics of the Complexo Hospital de Clínicas of the Federal University of Paraná and the Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, of which 256 were collected in the summer and 264 in the winter, in 2016. The pregnant women were divided into gestational risk groups: preeclampsia (PE), gestational diabetes mellitus (GDM) and seropositive human immunodeficiency virus (HIV+), and a low-risk control group composed of pregnant women without diseases. The blood samples collected were analyzed by the chemiluminescence method (Architect i2000SR Abbott, Illinois, USA). The Endocrine Society criteria were used to classify Vit.D serum concentrations. The data were statistically analyzed using Stata v.13.1 (Texas, USA). The mean age of the pregnant women was 29.5 ± 6.1 years, the majority of them multiparous, the mean gestational age was 32.1 ± 6.4 weeks, 57.8% of the pregnant women with full high school educational level, 57.6% with monthly family income of 1 to 3 minimum wages, 52.1% declared themselves to be white and 45.5% of pregnant women were classified as type II skin according to Fitzpatrick. In the studied population, the mean serum concentration of Vit.D was 22.5 ± 8.7 ng/mL, being 26.7 ± 7.8 ng/mL in the summer and 18.3 ± 7.5 ng/mL in the winter (p&lt;0.001). The results showed that the prevalence of hypovitaminosis D during summer and winter was 71.2% and 92.4% respectively for the high-risk group (p&lt;0.001) and 64.7% and 87.0% (p&lt;0.011) for the low-risk group.  We found a high prevalence of hypovitaminosis D in the study population, 69.9% in the summer and with a significant increase in the winter 91.3% (p&lt;0.001).  Key-words: Vitamin D. Insuficiency. Deficiency. Pregnancy.
Orientador : Prof. Dr. Jaime Kulak Junior; Coorientador : Prof. Dr. Almir Antônio Urbanetz; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia. Defesa : Curitiba, 02/06/2017; Inclui referências : f. 73-80
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