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<title>Dissertações</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/39639</link>
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<dc:date>2026-04-24T09:25:41Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/61044">
<title>Estudo de algumas características biológicas dos portadores do antígeno Austrália em amostras da populaçao da Bahia e de Sergipe</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/61044</link>
<description>Estudo de algumas características biológicas dos portadores do antígeno Austrália em amostras da populaçao da Bahia e de Sergipe
Orientador: Prof. Dr. Newton Freire-Maia; Dissertaçao (mestrado) -Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Pós-Graduação em Genética Humana; Inclui referências: p. 70-86
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<dc:date>1977-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O papel do miR 1257 no câncer de mama</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100391</link>
<description>O papel do miR 1257 no câncer de mama
Resumo: O câncer de mama é a neoplasia mais frequentemente diagnosticada em mulheres e a principal causa de morte por câncer em mulheres. Aproximadamente 90% das variantes genéticas associadas ao câncer de mama estão localizadas em regiões não codificadoras, incluindo sequências alvo de microRNAs (miRNAs). Polimorfismos de único nucleotídeo (SNPs) localizados na região 3'UTR de alvos de miRNAs podem interferir com o seu sítio de ligação, reduzindo sua efetividade ou abolindo a repressão mediada pelo miRNA. Entre as predições obtidas previamente no trabalho in silico, foi verificada que a região 3’UTR do gene MDM4 é alvo de interação com microRNAs através de miRSNPs. Por ser um regulador negativo da atividade de transativação da proteína supressora tumoral p53, MDM4 assim como seu homólogo estrutural, MDM2 exercem um importante papel pró-oncogênico em várias neoplasias, dentre elas o câncer de mama. Dessa forma, os objetivos do presente trabalho foram investigar o papel do miR-1257, na interação com o seu alvo predito miRSNP rs10900596 T&gt;C localizado em 3’UTR de MDM4, bem como avaliar os efeitos da radiação UV e da superexpressão do miR-1257 na expressão relativa dos genes MDM2, MDM4 e suas isoformas, além de verificar quais parâmetros de malignidade nas linhagens tumorais de mama ZR-75-1 e MDA-MB-231 podem ser modificados pela ação do miR-1257. A análise de interação empregando o sistema repórter luciferase demonstrou que o miR-1257 interage com a região alvo contendo o alelo C do rs10900596 de MDM4 (p= 0,0175) preconizada pelo estudo de bioinformática mas essa ligação não é afetada pela variação alélica do miRSNP presente nesse sítio de ligação. O miR-1257 também possui sítios de ligação em 3’UTR de MDM2. Os resultados obtidos mostraram que o miR1257 afeta a expressão relativa de MDM2 na linhagem ZR-75-1. A radiação ultravioleta aumentou a expressão relativa da isoforma MDM4-211 na linhagem ZR-75-1, que sem o efeito genotóxico não apresentava essa isoforma. Observou-se um efeito sinérgico da combinação do miR-1257 e da UV na expressão das isoformas de MDM4, especialmente da isoforma MDM4-FL nas linhagens tumorais de mama contrastantes ZR-75-1 e MDA-MB-231. O miR1257 apresenta um efeito supressor tumoral no câncer de mama, uma vez que essa molécula foi capaz de reduzir a viabilidade celular, aumentar as taxas de morte celular e interferir negativamente na proliferação de células de linhagens de câncer de mama distintas; Abstract: Breast cancer is the most frequently diagnosed neoplasm in women and the leading cause of cancer death in women. Approximately 90% of the genetic variants associated with breast cancer are located in non-coding regions, including target sequences of microRNAs (miRNAs). Single nucleotide polymorphisms (SNPs) located in the 3'UTR region of miRNA targets can interfere with their binding site, reducing their effectiveness or abolishing miRNAmediated repression. Among the predictions obtained previously in the in silico study, it was verified that the 3'UTR region of the MDM4 gene is the target of interaction with microRNAs through miRSNPs. As a negative regulator of the transactivation activity of the tumor suppressor protein p53, MDM4, as well as its structural homologue MDM2, plays an important pro-oncogenic role in several neoplasms, including breast cancer. Thus, the objectives of the present study were to investigate the role of miR-1257 in the interaction with its predicted target miRSNP rs10900596 T&gt;C located in 3'UTR of MDM4, as well as to evaluate the effects of UV radiation and overexpression of miR-1257 in the relative expression of the genes MDM2, MDM4 and their isoforms, in addition to verifying which parameters of malignancy in the breast tumor lines ZR-75-1 and MDA-MB-231 can be modified by the action of this miRNA. The interaction analysis using the luciferase reporter system showed that miR-1257 interacts with the target region containing the C allele of MDM4 rs10900596 (p=0.0175) predicted by the bioinformatics study, but this binding is not affected by the allelic variation of the miRSNP present at this binding site. miR-1257 also has binding sites on the 3'UTR of MDM2. The results obtained showed that miR-1257 affects the relative expression of MDM2 in the ZR-75-1 cell line. Ultraviolet radiation increased the relative expression of the MDM4-211 isoform in the ZR-75-1 cell line, which, without the genotoxic effect, did not present this isoform. A synergistic effect of the combination of miR-1257 and UV was observed on the expression of MDM4 isoforms, especially the MDM4-FL isoform in the contrasting breast tumor lines ZR-75-1 and MDA-MB-231. miR-1257 has a tumor suppressor effect on breast cancer, since this molecule was able to reduce cell viability, increase cell death rates and negatively interfere with the proliferation of cells from different breast cancer lineages
Orientadora: Profa. Dr.ª Karin Braun Prado; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Genética. Defesa : Curitiba, 30/09/2022; Inclui referências
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/100259">
<title>Variante K da butirilcolinesterase e diabetes mellitus</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100259</link>
<description>Variante K da butirilcolinesterase e diabetes mellitus
Resumo: A butirflcolínesterase humana (BChE; EC 3.1.1.8), enzima produzida no fígado, presente no plasma e principais sistemas do organismo, ainda não teve sua função biológica esclarecida. É codificada pelo gene BCHE, cuja variante K confere redução de cerca de 33% na atividade, em relação ã enzima usual. O objetivo deste trabalho foi investigar associação da variante K com o diabetes melliíus dos tipos 1 e 2. A amostra de 249 pacientes (103 do tipo I e 146 do tipo 2) foi genotipada quanto à variante K por JPCR-RFLP e PCR-SSCA. Analisaram-se variáveis antropométricas, bioquímicas, fenófipos do gene CHE2, pressões arteriais, idade de aparecimento da doença, sexo e origem étnica. Uma amostra de 944 doadores de sangue serviu de controle para as comparações das freqüências alélicas e genotipieas. Em DM do tipo 1, os principais resultados foram: 1) As freqüências alélicas e genotipieas (K = 21,84% ± 2,88%; 61,17% UU, 33,98% UK e 4,85% KK) não diferem daquelas dos controles; 2) Nos pacientes, o fpnpo UK+KK mostrou menor idade média de aparecimento da doença (11,67 ± 1,00) do que o grupo usual (15,25 ± 0,96; p = 0,015) e menor atividade média da BChE (4,62 ± 0,16 KU/L) do que o usual (5,42 ± 0,16 KU/L; p &lt; 9 x IO*4); 3) Á freqüência do alelo K (30,61% ± 4,66%) nos diabéticos com idade de aparecimento da doença antes dos 13 anos (mediana) é significativamente mais alta do que naqueles com essa idade maior ou igual a 13 anos (12,75% ± 3,30%; p = 0,002)) e do que nos controles (17,53 ± 0,88%; p = 0,0011). Indivíduos com o alelo K parecem apresentar maior susceptibilidade ao aparecimento do DM do tipo 1 antes dos 13 anos (odds raüo —2,40; de 1,35 a 4,28, com IC de 95%). Esses dados são reforçados pelos que relacionam atividade baixa da BChE e auto-imunidade. Em DM do tipo 2, os principais resultados foram: 1) As freqüências alélicas e genotipieas (K = 17,12% ± 2,20%; 69,18% UU, 27,40% UK e 3,42% KK) não diferemXV daquelas dos controles* contrariando resultados de HASHIM e cols, ( 2001) e estando de acordo com os de JOHANSEN e cols. (2003); 2) Nesses pacientes, o gpipo com a variante K mostrou maior média de razão cintura-quadrií (RCQ = 0,97 ± 0,01) do que o usual (0,93 ± 0,01; p = 0,023) e menor atividade média da BChE (5,68 ± 0*18 KU/L) do que o usual (633 ± 0*15 KU/L; p &lt; 0,02); 3) A RCQ, em média, aumenta com os triglicerideos, o índice de massa corporal (1MC), em homens e diabéticos com a variante K; 4) Â freqüência dessa variante no grupo com Síndrome Metabólica (22,02% ± 3,20%) é maior (p = 0,027) que naquele sem SM (11,22% ± 3,19%), sugerindo que, em DM do tipo 2, a variante K predispõe para maior RCQ e, em conseqüência, para maior risco de Síndrome Metabólica, já que a RCQ é usada no diagnóstico dessa síndrome.XVI; Abstract: Tiie human butyrylchotinesterase (BChE; EC 3.1.1.8) - enzyme produced in líver and found in píasma and in the rnain body sysíems - has not yet liad rts bioíogical function deiined. It is eoded by the BCHE gene whose K variant leads to approximately 33% reduction in activity in relation to the usual enzyme. The purpose of tiiis work was to investigaíe associations between the K variant and diabetes mellitus (types 1 and 2). The 249 patient sanaple (103 type 1 and 146 type 2) was genotyped for the K variant by PCR-RFLP and PCR-SSCA. Many variables were analyzed (aeíhropomeíric, biochemical, CHE2 gene phenoíypes, arterial pressures, age of disease appearance, sex and ethnic origin). A sample of 944 blood dooors served as control for cotnparing allele and genotype frequencies. The main resulís for type 1 DM were: 1) The allele and genotype frequencies (K = 21X4% ± 2.88%; 61.17% UU, 33.98% UK and 4.85% KK) did not diifer írom those of the Controls; 2) Io these palíents, ífae UK+KK group showed lower mean age of disease onset (11.67 ± 1.00) than the usual group (15.25 ± 0.96; p = 0.015) and lower mean BChE activity (4.62 ±0.16 KU/L) than the usual gronp (5.42 ± 0.16 KUÍL; p &lt; 9 x IO*4); 3) The K allele frequeacy (30.61% ± 4.66%) in diabetícs wíth age of disease onset less than 13 years (median value) is sígmficaiitly higher tlian in those with íbis age greater than or equal to 13 years (12.75% ± 3.30%; p = 0.002) and than in the Controls (17.53 ± 0.88; p — 0.001 T). Individuais with the K variant secni to have greater susceptibiility to type 1 DM onset previous to 13 years of age (odds taíio = 2.40, from 1.35 to 4.28. wifti 95% of O ). These data are reinforced by those that relate low BChE activity and auto-immuniíy. In type 2 DM, the main results were: 1) The allele and genotype frequencies (K = 17.12% ± 2.20%; 69.18% IIÜ, 27.40% UK andxvn 3.42% KK) do not differ from those of the Controls, dísagreeíng with. results froin HASHIM et aí. (2001) and in accordance with tbose from JOHANSEN eí aí. (2 0 0 3 2 ) Xn tibcsc puíiouts, tlic group wítii the K variant showed greater mean waist-Mp ratio (WHR = 0.97 ± 0.01) than the usual group (0.93 ± 0.01; p = 0.023) and lower mean BQiE activity (5.68 ± 0.18 KU/L) than Üie usual group (6.33 ±0.15 KU/L; p &lt; 0.02); 3) The mean WHR raises with triglycerides, body mass index (BMI), in men and in diabetics with the K variant; 4) The freqaency of íhis variant in the group with the Metabolic Syndrome (22.02% ± 3.20%) is higher (p = 0.027) than in those wilhout íi (1 1 .22% ± 3.19%), suggesting that the K variant predisposes to higher WHR in type 2 DM and, conseqiientiy, to higher risk of Metabolic SyndrQnm. sioee WHR is used for the diagnosis of tfns syndrome
Orientadora : Eleidi A.Chautard-Freire-Maia; Co-orientadores : Ricardo L. R. de Souza e Vânia M. de Alcântara; Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Biológicas. Curso de Pós-Graduaçao em Genética; Inclui bibliografia
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<dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/97638">
<title>Assinatura de genes de hipóxia e resposta tumoral pan-câncer : genes envolvidos em mecanismos de epóxia e sua relação na modulação de resposta imunológica em diversos tecidos tumorais</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97638</link>
<description>Assinatura de genes de hipóxia e resposta tumoral pan-câncer : genes envolvidos em mecanismos de epóxia e sua relação na modulação de resposta imunológica em diversos tecidos tumorais
Resumo: Microambientes tumorais hipóxicos, caracterizados como regiões com níveis reduzidos de oxigênio, são comuns em tumores sólidos. A hipóxia desempenha um papel importante na malignidade e progressão do câncer. Reforço da atividade de células imunossupressoras, bloqueio de funções de células efetoras, diminuição da produção de citocinas e inibição de respostas do sistema imune são alguns dos efeitos causados pela mudança de expressão gênica ocasionada pela hipóxia. Nessa condição, enquanto as taxas gerais de síntese de RNA e proteína diminuem, a expressão de genes específicos é induzida a nível transcricional para mediar respostas adaptativas que tem por objetivo manter a homeostase. Esse comportamento remodela o microambiente tumoral, podendo desencadear fenótipos agressivos. As adaptações microambientais causadas pela hipóxia também afetam a eficácia de terapias tradicionais. Usando dados imunogenômicos de Pan-câncer de estudos anteriores, propõe-se uma abordagem bioinformática para busca de genes de hipóxia relacionados ao sistema imunológico na visão geral do Pan-câncer. Os dados de RNA-seq da coorte Pan-câncer do The Cancer Genome Atlas (TCGA) foram analisados e as métricas de signal-to-noise ratio foram aplicadas. A análise identificou padrões de expressão para genes de hipóxia entre subtipos imunológicos. Os genes foram reduzidos a uma lista dos mais regulados para cima e para baixo. Os genes específicos dos subtipos forneceram as informações mais relevantes, enquanto PIK3CD, o único comum a todos os subtipos, corrobora as propriedades previamente descritas para os grupos imunes. Este estudo destaca a necessidade de descrever profundamente o papel da hipóxia como reguladora da resposta imune em tumores, fornecendo novas perspectivas sobre diagnóstico, prognóstico e alvos terapêuticos na terapia do câncer.; Abstract: Hypoxic tumor microenvironments, characterized by regions with reduced oxygen levels, are common in solid tumors. Hypoxia plays an important role in malignancy and cancer progression. Enhancement of immunosuppressive cell activity, blockage of effector cell functions, decrease in cytokine production and inhibition of immune system responses are some of the effects caused by the change in gene expression caused by hypoxia. Under this condition, while the general rates of RNA and protein synthesis decrease, the expression of specific genes is induced at the transcriptional level to mediate adaptive responses that aim to maintain homeostasis. This behavior reshapes the tumor microenvironment, which can trigger aggressive phenotypes. Microenvironmental adaptations caused by hypoxia also affect the efficacy of traditional therapies. Using Pan-cancer immunogenomics data from previous studies, we propose a bioinformatic approach to look for immune-related hypoxia genes in Pan-cancer overview. RNA-seq data from The Cancer Genome Atlas (TCGA) Pancancer cohort was analyzed, and signal-to-noise ratio metrics were applied. The analysis identified expression patterns for hypoxia genes among immunological subtypes. Genes were narrowed into a list of the most up- and down-regulated. Ace genes (subtype-specific) provided the most relevant information, while PIK3CD, the only wildcard (common for all subtypes), corroborates properties previously described for the immune groups. This study highlights the need to deeply describe the role of hypoxia as a regulator of the immune response in tumors, providing new perspectives on diagnosis, prognosis, and therapeutic targets in cancer therapy.
Orientador: Prof. Dr. Mauro Antônio Alves Castro; Coorientadora: Dra. Carolina Mathias; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Genética. Defesa : Curitiba, 22/03/2022; Inclui referências: p. 34-37
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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