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<title>40001016006P1 Programa de Pós-Graduação em Genética</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/39637</link>
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<title>Estudo de algumas características biológicas dos portadores do antígeno Austrália em amostras da populaçao da Bahia e de Sergipe</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/61044</link>
<description>Estudo de algumas características biológicas dos portadores do antígeno Austrália em amostras da populaçao da Bahia e de Sergipe
Orientador: Prof. Dr. Newton Freire-Maia; Dissertaçao (mestrado) -Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Pós-Graduação em Genética Humana; Inclui referências: p. 70-86
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<dc:date>1977-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/100520">
<title>Estudo demográfico, antropológico e genético das populaçoes da Costa da Lagoa e de Sao Joao do Rio Vermelho, na Ilha de Santa Catarina</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100520</link>
<description>Estudo demográfico, antropológico e genético das populaçoes da Costa da Lagoa e de Sao Joao do Rio Vermelho, na Ilha de Santa Catarina
Resumo: As comunidades da Costa da Lagoa (CLG) e de São João do Rio Vermelho (SJRV), na Ilha de Santa Catarina, são conhecidas por descender de imigrantes do arquipélago dos Açores, com uma menor contribuição de africanos sub-saarianos e ameríndios. A colonização da ilha por não ameríndios começou durante o século XVffl. Desde então, uniões entre pessoas de diferentes origens vêm ocorrendo. Durante muitas décadas, SJRV e CLG permaneceram isoladas das comunidades vizinhas. Depois de 1970, SJRV começou a receber imigrantes e muitos de seus habitantes saíram para as vilas próximas, enquanto CLG continuou parcialmente isolada. Os objetivos deste estudo foram analisar a estrutura populacional, a diversidade genética e estimar a contribuição relativa dos diferentes grupos étnicos para o atual "pool gênico" das duas comunidades. Marcadores genéticos das hemácias do sangue e das proteínas séricas foram tipados por métodos convencionais. PCR-SSCA foi usado para identificar os genótipos HLA-DRA e PCR-SSOP para os outros genes HLA (DRB1, DRB3, DRB5, DQA1, DQB1) nas amostras das duas populações (SJRV, n»150; CLG, n*120). Freqüências alélicas (fa), genotípicas (fg) e haplotípicas (fli) foram estimadas por métodos padronizados. Os valores de mistura foram estimados pelo método de quadrado médio, utilizando-se as freqüências alélicas dos locos ABO, RHD, RHCE, GPA, GPB, HBB, HP, TF, CP, AK1, ACPI e DRB1. A maior diversidade em SJRV está de acordo com a história recente e a estrutura da população, uma vez que os haplótipos mais freqüentes nestas comunidades também o são em Europeus (os mais freqüentes são DRA *0101-DRB1 *0701-DQA1*0201-DQB1 *0201, fh=0,163 na CLG e 0,117 em SJRV, junto com DRA*0102-DRB1 *1501-DRB5*0101-DQA1*0102-DQB1 *0602). Haplótipos tipicamente africanos (DRB1*1503-DQA1 *0102-DQB1*0602 e DRB1*03021-DQA1*0401- DQB1*0402), caucasóides (DRB1 *0801-DQA1 *0401-DQB1*0402) e ameríndios (DRB1*16021- DQA1 *0501-DQB1 *0301; DRB1*0807-DQA1*0401-DQB1*0402 ou DRB 1*0411-DQA 1*0401- DQB1 *0402) foram vistos em ambas as populações. SJRV tem recebido mais imigrantes durante a última geração enquanto o endocruzamento na CLG ainda é alto (F=500xl0's). Dados revelam uma constituição triíbrida para SJRV e CLG. Os componentes étnicos das populações estudadas podem ser quantificados como segue: para CLG, 18,9% de africanos sub-saarianos (A), 77,9% de europeus iberos (P) e 3,2% de sul ameríndios (I); para SJRV, A=33,4%, P=57,4% e 1=9,2%. Devido às freqüências alélicas do loco GPB, em SJRV, terem sido incomuns, provavelmente em conseqüência da deriva genética, os valores de mistura foram recalculados após exclusão de GPB, ficando: A=10,2%; P=73,9% e 1=15,9%. A diversidade total (HT) foi estimada como 50,58%, dos quais 99,6% podem ser atribuídos à variabilidade intra-populacional (Hs). A variação genética inter-populacional (ou distância padrão, Dst) corresponde a 0,21%, enquanto o coeficiente de diferenciação gênica é 0,32%, indicativo de baixa diferença genética. Os resultados levam a concluir que a deriva genética pode ter tido um efeito importante na CLG, enquanto o fluxo gênico poderia ser o fator evolutivo atualmente predominante, potencialmente capaz de alterar as freqüências alélicas em SJRV. Embora tenha ocorrido alguma diferenciação entre as duas comunidades (Da= 0,168 em relação a 23 alelos DRBI), a distância genética de Nei, considerando 10 locos (sistemas sangüíneos eritrocitários, protéicos e enzimáticos; Da= 0,012) mostrou-as relativamente próximas; Abstract:The Costa da Lagoa (CLG) and São João do Rio Vermelho (SJRV) communities, in the Island of Santa Catarina, are known to descendent of immigrants from the Azores Archipelago, with a minor contribution of sub-Saharan Africans and of Amerindians. Settlement of the Island by non-Amerindians began during the 18* century. Since then, intermarriage between people of dififerent origins has been occurring. During many decades, SJRV and of CLG remained isolated from neighboring communities. After 1970, SJRV started to receive immigrants and many of its inhabitants emigrated to neighboring villages, while CLG continued partially isolated. The objectives of this study were to analyze the population structure, the genetic diversity and to estimate the relative contribution of the dififerent ethnic groups to the current gene pool of the two communities. Blood red cell and serum protein genetic markers were typed through conventional methods. PCR-SSCA was used to identify HLA-DRA genotypes and PCR-SSOP for the other HLA genes (DRB1, DRB3, DRB5, DQA1, DQB1) in the two population samples (SJRV, n«150; CLG, n«120). Allele (af), genotype (gf) and haplotype frequencies (hf) were estimated by standard methods. The values of admixture were obtained by the weighted least-squares method based on the allelic frequencies of the loci ABO, RHD, RUCE, GPA, GPB, HBB, HP, TF, CP, AK1, ACPI and DRB1. Higher diversity in SJRV is in accordance with recent history and population structure, since haplotypes presenting highest frequencies in these communities are common in Europeans (the most frequent are DRA*0101-DRB1*0701-DQA1*0201-DQB1*0201, hfN).163 in CLG and 0.117 in SJRV, together with the DRA*0102-DRB1*1501-DRB5*0101-DQA1*0102-DQB1 *0602). Typically African (DRB1*1503-DQA1 *0I02-DQB1 *0602 and DRB1 *03021-DQA1 *0401-DQB1 *0402), Caucasoid (DRB1 *0801-DQA1 *0401-DQB1 *0402) and Amerindian (DRB1*16021-DQA1*0501-DQB1*0301; DRB1*0807-DQA1 *0401-DQB1*0402 or DRB1 *0411-DQA1 *0401-DQB1*0402) haplotypes were seen in both populations. SJRV received more immigrants during the last generation, while inbreeding in CLG is still high (F = 500xl0'5). Data reveal a trihybrid constitution of SJRVs and CLG’s populations. The origins of the studied populations can be quantified as follows: for CLG, sub-Saharan Africans (A)=18.9%, Iberian Europeans (P)=77.9% and Southern Amerindians (I)=3.2%; for SJRV, A=33.4%, P=57.4% and 1=9.2%. Because allele frequencies of the GPB locus in SJRV were unusual, possibly as a consequence of random genetic drift, the values of admixture were recalculated after exclusion of GPB: A=10.2%; P=73.9% and 1=15.9%. The total diversity (HT) was estimated as 50.58%, of which 99.6% can be attributed to the intra-populational variability (Hs). The inter-populational genetic variation (or standard distance, Dst) corresponds to 0.21%, while the gene diflferentiation coefiBcient is 0.32%, indicative of low genetic difiference. The results led to the conclusion that random genetic drift may have an important effect in CLG, while presently gene flow might be the predominant evolutionary fàctor potentially changing allele frequencies in SJRV. Although there is some diversification of the two communities (Da= 0.168 based on 23 DRB! alleles), Nei’s genetic distance based on 10 loci (Da=0.012) showed them to still be closely related
Orientadora: Maria Luiza Petzl-Erler; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Biológicas
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<dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/100391">
<title>O papel do miR 1257 no câncer de mama</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100391</link>
<description>O papel do miR 1257 no câncer de mama
Resumo: O câncer de mama é a neoplasia mais frequentemente diagnosticada em mulheres e a principal causa de morte por câncer em mulheres. Aproximadamente 90% das variantes genéticas associadas ao câncer de mama estão localizadas em regiões não codificadoras, incluindo sequências alvo de microRNAs (miRNAs). Polimorfismos de único nucleotídeo (SNPs) localizados na região 3'UTR de alvos de miRNAs podem interferir com o seu sítio de ligação, reduzindo sua efetividade ou abolindo a repressão mediada pelo miRNA. Entre as predições obtidas previamente no trabalho in silico, foi verificada que a região 3’UTR do gene MDM4 é alvo de interação com microRNAs através de miRSNPs. Por ser um regulador negativo da atividade de transativação da proteína supressora tumoral p53, MDM4 assim como seu homólogo estrutural, MDM2 exercem um importante papel pró-oncogênico em várias neoplasias, dentre elas o câncer de mama. Dessa forma, os objetivos do presente trabalho foram investigar o papel do miR-1257, na interação com o seu alvo predito miRSNP rs10900596 T&gt;C localizado em 3’UTR de MDM4, bem como avaliar os efeitos da radiação UV e da superexpressão do miR-1257 na expressão relativa dos genes MDM2, MDM4 e suas isoformas, além de verificar quais parâmetros de malignidade nas linhagens tumorais de mama ZR-75-1 e MDA-MB-231 podem ser modificados pela ação do miR-1257. A análise de interação empregando o sistema repórter luciferase demonstrou que o miR-1257 interage com a região alvo contendo o alelo C do rs10900596 de MDM4 (p= 0,0175) preconizada pelo estudo de bioinformática mas essa ligação não é afetada pela variação alélica do miRSNP presente nesse sítio de ligação. O miR-1257 também possui sítios de ligação em 3’UTR de MDM2. Os resultados obtidos mostraram que o miR1257 afeta a expressão relativa de MDM2 na linhagem ZR-75-1. A radiação ultravioleta aumentou a expressão relativa da isoforma MDM4-211 na linhagem ZR-75-1, que sem o efeito genotóxico não apresentava essa isoforma. Observou-se um efeito sinérgico da combinação do miR-1257 e da UV na expressão das isoformas de MDM4, especialmente da isoforma MDM4-FL nas linhagens tumorais de mama contrastantes ZR-75-1 e MDA-MB-231. O miR1257 apresenta um efeito supressor tumoral no câncer de mama, uma vez que essa molécula foi capaz de reduzir a viabilidade celular, aumentar as taxas de morte celular e interferir negativamente na proliferação de células de linhagens de câncer de mama distintas; Abstract: Breast cancer is the most frequently diagnosed neoplasm in women and the leading cause of cancer death in women. Approximately 90% of the genetic variants associated with breast cancer are located in non-coding regions, including target sequences of microRNAs (miRNAs). Single nucleotide polymorphisms (SNPs) located in the 3'UTR region of miRNA targets can interfere with their binding site, reducing their effectiveness or abolishing miRNAmediated repression. Among the predictions obtained previously in the in silico study, it was verified that the 3'UTR region of the MDM4 gene is the target of interaction with microRNAs through miRSNPs. As a negative regulator of the transactivation activity of the tumor suppressor protein p53, MDM4, as well as its structural homologue MDM2, plays an important pro-oncogenic role in several neoplasms, including breast cancer. Thus, the objectives of the present study were to investigate the role of miR-1257 in the interaction with its predicted target miRSNP rs10900596 T&gt;C located in 3'UTR of MDM4, as well as to evaluate the effects of UV radiation and overexpression of miR-1257 in the relative expression of the genes MDM2, MDM4 and their isoforms, in addition to verifying which parameters of malignancy in the breast tumor lines ZR-75-1 and MDA-MB-231 can be modified by the action of this miRNA. The interaction analysis using the luciferase reporter system showed that miR-1257 interacts with the target region containing the C allele of MDM4 rs10900596 (p=0.0175) predicted by the bioinformatics study, but this binding is not affected by the allelic variation of the miRSNP present at this binding site. miR-1257 also has binding sites on the 3'UTR of MDM2. The results obtained showed that miR-1257 affects the relative expression of MDM2 in the ZR-75-1 cell line. Ultraviolet radiation increased the relative expression of the MDM4-211 isoform in the ZR-75-1 cell line, which, without the genotoxic effect, did not present this isoform. A synergistic effect of the combination of miR-1257 and UV was observed on the expression of MDM4 isoforms, especially the MDM4-FL isoform in the contrasting breast tumor lines ZR-75-1 and MDA-MB-231. miR-1257 has a tumor suppressor effect on breast cancer, since this molecule was able to reduce cell viability, increase cell death rates and negatively interfere with the proliferation of cells from different breast cancer lineages
Orientadora: Profa. Dr.ª Karin Braun Prado; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Genética. Defesa : Curitiba, 30/09/2022; Inclui referências
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/100259">
<title>Variante K da butirilcolinesterase e diabetes mellitus</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100259</link>
<description>Variante K da butirilcolinesterase e diabetes mellitus
Resumo: A butirflcolínesterase humana (BChE; EC 3.1.1.8), enzima produzida no fígado, presente no plasma e principais sistemas do organismo, ainda não teve sua função biológica esclarecida. É codificada pelo gene BCHE, cuja variante K confere redução de cerca de 33% na atividade, em relação ã enzima usual. O objetivo deste trabalho foi investigar associação da variante K com o diabetes melliíus dos tipos 1 e 2. A amostra de 249 pacientes (103 do tipo I e 146 do tipo 2) foi genotipada quanto à variante K por JPCR-RFLP e PCR-SSCA. Analisaram-se variáveis antropométricas, bioquímicas, fenófipos do gene CHE2, pressões arteriais, idade de aparecimento da doença, sexo e origem étnica. Uma amostra de 944 doadores de sangue serviu de controle para as comparações das freqüências alélicas e genotipieas. Em DM do tipo 1, os principais resultados foram: 1) As freqüências alélicas e genotipieas (K = 21,84% ± 2,88%; 61,17% UU, 33,98% UK e 4,85% KK) não diferem daquelas dos controles; 2) Nos pacientes, o fpnpo UK+KK mostrou menor idade média de aparecimento da doença (11,67 ± 1,00) do que o grupo usual (15,25 ± 0,96; p = 0,015) e menor atividade média da BChE (4,62 ± 0,16 KU/L) do que o usual (5,42 ± 0,16 KU/L; p &lt; 9 x IO*4); 3) Á freqüência do alelo K (30,61% ± 4,66%) nos diabéticos com idade de aparecimento da doença antes dos 13 anos (mediana) é significativamente mais alta do que naqueles com essa idade maior ou igual a 13 anos (12,75% ± 3,30%; p = 0,002)) e do que nos controles (17,53 ± 0,88%; p = 0,0011). Indivíduos com o alelo K parecem apresentar maior susceptibilidade ao aparecimento do DM do tipo 1 antes dos 13 anos (odds raüo —2,40; de 1,35 a 4,28, com IC de 95%). Esses dados são reforçados pelos que relacionam atividade baixa da BChE e auto-imunidade. Em DM do tipo 2, os principais resultados foram: 1) As freqüências alélicas e genotipieas (K = 17,12% ± 2,20%; 69,18% UU, 27,40% UK e 3,42% KK) não diferemXV daquelas dos controles* contrariando resultados de HASHIM e cols, ( 2001) e estando de acordo com os de JOHANSEN e cols. (2003); 2) Nesses pacientes, o gpipo com a variante K mostrou maior média de razão cintura-quadrií (RCQ = 0,97 ± 0,01) do que o usual (0,93 ± 0,01; p = 0,023) e menor atividade média da BChE (5,68 ± 0*18 KU/L) do que o usual (633 ± 0*15 KU/L; p &lt; 0,02); 3) A RCQ, em média, aumenta com os triglicerideos, o índice de massa corporal (1MC), em homens e diabéticos com a variante K; 4) Â freqüência dessa variante no grupo com Síndrome Metabólica (22,02% ± 3,20%) é maior (p = 0,027) que naquele sem SM (11,22% ± 3,19%), sugerindo que, em DM do tipo 2, a variante K predispõe para maior RCQ e, em conseqüência, para maior risco de Síndrome Metabólica, já que a RCQ é usada no diagnóstico dessa síndrome.XVI; Abstract: Tiie human butyrylchotinesterase (BChE; EC 3.1.1.8) - enzyme produced in líver and found in píasma and in the rnain body sysíems - has not yet liad rts bioíogical function deiined. It is eoded by the BCHE gene whose K variant leads to approximately 33% reduction in activity in relation to the usual enzyme. The purpose of tiiis work was to investigaíe associations between the K variant and diabetes mellitus (types 1 and 2). The 249 patient sanaple (103 type 1 and 146 type 2) was genotyped for the K variant by PCR-RFLP and PCR-SSCA. Many variables were analyzed (aeíhropomeíric, biochemical, CHE2 gene phenoíypes, arterial pressures, age of disease appearance, sex and ethnic origin). A sample of 944 blood dooors served as control for cotnparing allele and genotype frequencies. The main resulís for type 1 DM were: 1) The allele and genotype frequencies (K = 21X4% ± 2.88%; 61.17% UU, 33.98% UK and 4.85% KK) did not diifer írom those of the Controls; 2) Io these palíents, ífae UK+KK group showed lower mean age of disease onset (11.67 ± 1.00) than the usual group (15.25 ± 0.96; p = 0.015) and lower mean BChE activity (4.62 ±0.16 KU/L) than the usual gronp (5.42 ± 0.16 KUÍL; p &lt; 9 x IO*4); 3) The K allele frequeacy (30.61% ± 4.66%) in diabetícs wíth age of disease onset less than 13 years (median value) is sígmficaiitly higher tlian in those with íbis age greater than or equal to 13 years (12.75% ± 3.30%; p = 0.002) and than in the Controls (17.53 ± 0.88; p — 0.001 T). Individuais with the K variant secni to have greater susceptibiility to type 1 DM onset previous to 13 years of age (odds taíio = 2.40, from 1.35 to 4.28. wifti 95% of O ). These data are reinforced by those that relate low BChE activity and auto-immuniíy. In type 2 DM, the main results were: 1) The allele and genotype frequencies (K = 17.12% ± 2.20%; 69.18% IIÜ, 27.40% UK andxvn 3.42% KK) do not differ from those of the Controls, dísagreeíng with. results froin HASHIM et aí. (2001) and in accordance with tbose from JOHANSEN eí aí. (2 0 0 3 2 ) Xn tibcsc puíiouts, tlic group wítii the K variant showed greater mean waist-Mp ratio (WHR = 0.97 ± 0.01) than the usual group (0.93 ± 0.01; p = 0.023) and lower mean BQiE activity (5.68 ± 0.18 KU/L) than Üie usual group (6.33 ±0.15 KU/L; p &lt; 0.02); 3) The mean WHR raises with triglycerides, body mass index (BMI), in men and in diabetics with the K variant; 4) The freqaency of íhis variant in the group with the Metabolic Syndrome (22.02% ± 3.20%) is higher (p = 0.027) than in those wilhout íi (1 1 .22% ± 3.19%), suggesting that the K variant predisposes to higher WHR in type 2 DM and, conseqiientiy, to higher risk of Metabolic SyndrQnm. sioee WHR is used for the diagnosis of tfns syndrome
Orientadora : Eleidi A.Chautard-Freire-Maia; Co-orientadores : Ricardo L. R. de Souza e Vânia M. de Alcântara; Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Biológicas. Curso de Pós-Graduaçao em Genética; Inclui bibliografia
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