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<title>Teses</title>
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<title>Desenvolvimento da mucosa intestinal e imunidade de frangos de cote alimentados com dietas de baixa e alta concentração de fibre e betaína</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/58931</link>
<description>Desenvolvimento da mucosa intestinal e imunidade de frangos de cote alimentados com dietas de baixa e alta concentração de fibre e betaína
Resumo: Um total de 250 frangos de corte Cobb 500 com 1 dia de foram alocados em 16 gaiolas com 15 frangos cada. Os tratamentos consistiam de duas formulações com baixa ou alta concentração de fibra e 4 níveis de adição de betaína (0, 1, 3 e 5 kg/ton) em um delineamento fatorial 2x4. No alojamento, 10 aves foram pesadas e eutanaziadas para determinação de padrão experimental no momento anterior ao fornecimento das rações. Aos 4, 9 e 14 dias, 10 aves por tratamento foram retiradas, pesadas e eutanaziadas para avaliações de: peso do intestino, saco vitelínico, pâncreas e fígado em relação ao peso da ave; duodeno foi coletado para determinação de altura de vilosidade, profundida de cripta, numero de celulas em replicação e numero de celulas caliciformes. O conteúdo intestinal foi coletado para determinação de osmolalidade e concentração de ácido siálico. Sangue foi coletado para determinação da população de leucócitos e osmolalidade plasmática e amostras de jejuno para determinação de expressão gênica de proteinas de junção "Tight" (claudina 1, claudina 5 e ocludina) e interleucina 2. Dados foram analisados por ANOVA em desenho completamente ao acaso considerando inclusão de betaína, concentração de fibra e idade como fatores principais. Quando efeitos foram considerados significantes (P&lt;0,05), médias foram separadas usando o teste de significância de Tukey. O peso do saco vitelínico reduziu (P&lt;0,05) entre a eclosão e 4 dias e entre 4 e 14 dias, o número de celulas caliciformes e de enterócitos em mitose foram menores em aves aos 14 dias (P&lt;0,05), enquanto o tamanho da vilosidade aumentou (P&lt;0,05) durante todo o período analizado e a profundidade de cripta aumentou (P&lt;0,05) entre eclosão e 4 dias e entre 4 e 14 dias, suportando o desenvolvimento do trato gastrointestinal nesse período inicial. Aves aos 4 e 9 dias de idade apresentaram maior (P&lt;0,05) número de vilos fusionados em comparação com aves à eclosão e 14 e aves aos 4 dias apresentaram maior (P&lt;0.05) osmolalidade do conteúdo intestinal comparado com aves aos 9 e 14 dias. A secreção de ácido siálico foi maior (P&lt;0,05) aos 4 dias em comparação com aves aos 9 dias, posteriormente reduzindo aos 14 dias e a expressão de interleucina 2 apresentou uma tendência (P&lt;0,06) de aumentar entre a eclosão e 4 dias e reduzindo (P&lt;0,05) aos 9 dias, caracterizando um efeito inflamatório temporário. As aves que receberam betaina apresentaram menor (P&lt;0,05) osmolalidade do conteúdo intestinal e menores números de celulas caliciformes e de celulas em mitose. Vilos de aves que receberam betaína apresentaram maior (P&lt;0,05) tamanho e menor (P&lt;0,05) espessura. A expressão de genes de Claudina 5 e ocludina reduziu (P&lt;0,05) em aves alimetnadas com betaína independente da idade. Aves que receberam ração com maior concentração de fibra apresentaram aumento (P0,05) na altura da vilosidade e menor (P&lt;0,05) número de celulas caliciformes independente da idade. O fornecimento de fibra e betaína reduziu o efeito inflamatório inicial gerado pela presença de ração no trato gastrointestinal e estimulou o desenvolvimento e adaptação do trato gastrointestinal entre a eclosão e 14 dias de vida. Palavras-chave: Betaína, Fibra, Frango de corte, Intestino.; Abstract: A total of 250 broilers Cobb 500 were allocated at 16 cages with 15 birds each at day of hatch. Treatments were represented by two feed formulation with low or high fibre concentration and 4 levels of betaine inclusion (0, 1, 3 or 5kg/tonne) in a factorial design 2x4. At house, 10 broilers that were not distributed in the cages were weight and euthanized by cervical dislocation for standard reference before the feed supply. At 4, 9 and 14 days of age, 10 birds per treatment were selected weight and euthanized. Intestine, pancreas, liver and yolk sac weight was determined as a proportion of the animal weight, duodenum samples were collected for villus height and weidth, crypt dept and number of enterocyte cells in replication and caliciform cells at the centre of the villus. Intestinal content was collected for determination of the osmolality and sialic acid concentration and blood samples collected for determination of the leukocyte population and plasmatic osmolality. Jejunal samples were collected for gene expression of "Tight" junction proteins (claudin 1 and 5, and occludin) and interleukine 2. Data were subjected to least squares ANOVA for a completely randomized design in a three-way interaction considering age, non-starch polysaccharide content of the diet and betaine inclusion. Each animal served as the experimental unit. When the effects were found to be significant (P&lt;0.05), treatment means were separated using Tukey's Significant Difference test. The weight of the yolk sac reduced (P&lt;0.05) between hatch and 4 days and between 4 and 14 days, number of caliciform cells and cells in mitosis at the villus were lower (P&lt;0.05) at 14 days of age while villus height increased (P&lt;0.05) during all period and crypt dept increased (P&lt;0,05) between hatch 4 and 14 days, supporting the development of the gastrointestinal tract after hatch. At 4 and 9 days of age birds had more (P&lt;0.05) fusied villus than at hatch and 14 days and at 4 days had higher (P&lt;0.05) digesta osmolality compared with 9 and 14 days. Sialic acid secretion was higher (P&lt;0.05) at 4 days compared to 9 days and further reduced (P&lt;0.05) at 14 days and the gene expression of interleukine 2 had a trend (P&lt;0,06) to increase between hatch and 4 days, reducing (P&lt;0.05) at 9 days supporting that animals at these ages passed through a proinflamatory status. Birds fed diets with betaine had lower (P&lt;0,05) digesta osmolality, number of caliciform cells and cells in mitosis. Villus of birds fed diets included with betaine were bigger (P&lt;0.05) and had smaller (P&lt;0.05) weidth. Gene expression for Claudin 5 and Occludin reduced (P&lt;0,05) in birds fed betaine independent of the age. Broilers fed high fibre diet presented higher (P&lt;0,05) villus and lower (P&lt;0,05) number of caliciform cells independent of the age. Formulation of diets with high fibre and/or betaine reduce the inflammatory status generated by the presence of feed in the intestinal tract of broilers and stimulates the gut development and adaptation of broilers between hatch and 14 days of age. Keywords: Betaine, Broiler, Fibre, Intestine.
Orientadora: Prof. Dra. Ana Vitória Fischer da Silva; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa : Curitiba, 27/03/2018; Inclui referências: p. 95-117; Área de concentração: Fisiologia Animal Comparativa e dos Animais Domésticos
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/99149">
<title>Alterações cardiovasculares induzidas pelo exercício físico voluntário em camundongos Nocaute para beta-arrestina</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/99149</link>
<description>Alterações cardiovasculares induzidas pelo exercício físico voluntário em camundongos Nocaute para beta-arrestina
Resumo: A beta-arrestina 2 (BARR2) é uma proteína que apresenta funções regulatórias importantes sobre receptores acoplados à proteína G (GPCR), além de ser capaz de ativar diretamente cascatas de sinalização específicas. Seu papel nos mecanismos de hipertrofia cardíaca vem sendo estudado devido à sua afinidade com um tipo de GPCR específico, o receptor de Angiotensina II tipo 1 (AT1R). Dessa forma, objetivouse neste estudo analisar a função da BARR2 na hipertrofia fisiológica cardíaca e na vasomotilidade periférica em resposta ao exercício físico voluntário. Camundongos da linhagem FVB/N, com nocaute (KO) e sem nocaute (NTG) do gene para a proteína BAAR2 foram divididos em quatro grupos: 1) Controle(NTG) sedentário (n=16); 2) NTG corredor (n=20); 3) Nocaute (BARR2KO) sedentário (n=16) e 4) BARR2KO corredor (n=20). Posteriormente, foi realizada análise de sub-grupo levando em consideração o sexo. Os grupos corredores foram submetidos ao protocolo de exercício voluntário em rodas de corrida em suas gaiolas durante seis semanas. Medidas da função cardíaca foram feitas previamente e após o protocolo de exercício por meio de ecocardiografia. No grupo de corredores, as rodas de corrida voluntária foram equipadas com sistema Wi-Fi para aquisição dos dados a cada 24 horas. Após a intervenção, a vasomotilidade foi avaliada em vasos mesentéricos, a sensibilidade e tensão dos miofilamantos avaliadas em fibras cardíacas desmembranadas e a fosforilação de proteínas miofilamentares envolvidas com o transporte de íons cálcio no cardiomiócitos foi avaliada por western blot. Como resultado, foi observada diminuição na capacidade de exercício físico voluntário em fêmeas KO comparado às fêmeas NTG e consequente redução da hipertrofia fisiológica cardíaca nas fêmeas KO. Esses achados não foram observados em machos. Houve marcante diminuição na capacidade de dilatação fluxo-induzida em vasos periféricos nos animais nocaute em comparação aos animais controle. No entanto, essa redução na dilatação induzida foi revertida nos animais KO corredores após o exercício voluntário por seis semanas. Não foram observadas alterações na sensibilidade ao cálcio ou tensão desenvolvida em miofilamentos, ou nos níveis de fosforilação das proteínas investigadas em nenhum dos grupos. Conclui-se que a ausência da Beta-Arrestina 2 limita a capacidade de exercício físico voluntário em fêmeas nocaute e, consequentemente, reduz o desenvolvimento da hipertrofia fisiológica cardíaca. Adicionalmente, constatou-se a necessidade da BARR2 no mecanismo de dilatação induzida por fluxo em vasos periféricos e o importante papel que o exercício físico voluntário na prevenção ou reversão desse distúrbio vasomotor.; Abstract: Beta-Arrestin 2 (BARR2) is a protein with important regulatory functions on G proteincoupled receptor (GPCR) in addition to being able to activate specific signaling pathways. Its role in the mechanisms of cardiac hypertrophy has been studied due to its affinity with a specific type of GPCR, the type 1 Angiotensin II receptor (AT1R). Thus, the aim of this study was to evaluate the role of BARR2 in physiological cardiac hypertrophy and in peripheral vascular motility in response to voluntary physical exercise. Mice of FVB/N strain, with (KO) and without (NTG) knockout of the gene for the BARR2 protein were divided in four groups: 1) Sedentary control (NTG) (n=16); 2) Runners NTG (n=20); 3) Sedentary knockout (KO) (n=16); 4) Runners KO (n=20). Subsequently, a subgroup analysis was carried out considering sex. The running groups were submitted to the voluntary exercise protocol on racing wheels in their cages for six weeks. Cardiac function measurements were performed before and after the exercise protocol using echocardiography. In the group of runners, the voluntary race wheels were equipped with a Wi-Fi system for data acquisition every 24 hours. After the intervention, vasomotility was assessed in mesenteric vessels, myofilament sensitivity and tension was measured in skinned fibers preparations and, the phosphorylation of sarcomeric proteins and proteins involved with the transport of calcium ions in the cardiomyocytes was assessed by western blot. As a result, we observed a decrease in the capacity for voluntary physical exercise in KO females compared to NTG females and a consequent reduction in physiological cardiac hypertrophy in KO females. These findings were not observed in males. There was a marked decrease in the capacity of flow-induced dilation in peripheral vessels from knockout animals compared to control animals. However, this reduction in flowinduced dilation was reversed in KO runner animals after six weeks of voluntary physical exercise. There were no changes in calcium sensitivity or developed tension in myofilaments nor in phosphorylation levels of the investigated proteins in any group. In conclusion, the absence of beta-arrestin 2 limits the capacity for voluntary physical exercise in knockout females and, consequently, reduces the development of physiological cardiac hypertrophy, additionally, we found evidence that Beta-Arrestin 2 is essential for the induced dilation mechanism and, that physical exercise plays important role in preventing or reversing this vasomotor disorder.
Orientador: Prof. Dr. Fernando Augusto Lavezzo Dias; Coorientadora: Prof. Dra. Beata Maria Wolska; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa : Curitiba, 27/08/2020; Inclui referências: p. 67-75
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/97726">
<title>Repensando o estresse : a influência do mindset sobre o cortisol em professores da educação básica do Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/97726</link>
<description>Repensando o estresse : a influência do mindset sobre o cortisol em professores da educação básica do Paraná
Resumo: Esta tese é composta por dois estudos interligados que investigam a influência da mentalidade sobre a concentração de cortisol entre professores da rede pública de ensino do Paraná, com ênfase nos fatores biopsicossociais e nas respostas cognitivas e hormonais associadas. A Stress Mindset Theory propõe que a maneira como os indivíduos interpretam o estresse — como algo debilitante ou como uma oportunidade de crescimento — influencia significativamente suas respostas emocionais, cognitivas, comportamentais e fisiológicas diante de situações estressantes. Assim, o objetivo geral desta tese foi compreender como essa interpretação do estresse se relaciona com as condições de trabalho docente, a mentalidade sobre o estresse, o desempenho frente a estressores e os biomarcadores fisiológicos cortisol e a desidroepiandrosterona sulfatada DHEA-S. O primeiro estudo, de natureza observacional, avaliou a mentalidade sobre o estresse e sua associação com fatores biopsicossociais em 75 professores da educação básica de Curitiba e Região Metropolitana. Os resultados revelaram que 83,5% dos docentes apresentavam uma mentalidade debilitante, principalmente entre mulheres, e que o estresse percebido estava significativamente associado à natureza da atividade docente. O gênero foi identificado como a principal variável associada à mentalidade e aos efeitos do estresse ocupacional. O segundo estudo, experimental, aplicou uma intervenção breve baseada em vídeos educativos sobre estresse (provenientes do laboratório Mind and Body da Universidade de Stanford), com uma amostra randomizada de 63 professores divididos em grupo intervenção (n=32) e grupo controle (n=31). A intervenção promoveu mudanças significativas na mentalidade sobre o estresse (p&lt;0,001), que se mantiveram após 30 dias. Também houve melhora no desempenho cognitivo em tarefas de atenção sob estresse (Stroop incongruente, p=0,003) e uma redução significativa na secreção de cortisol salivar após a intervenção (p=0,004), embora esse efeito não tenha sido sustentado em um acompanhamento trinta dias depois (p=0,178). As concentrações de DHEA-S não apresentaram alterações significativas. Em conjunto, os resultados indicam que a mentalidade sobre o estresse — definida como a crença de que o estresse pode ser prejudicial ou, ao contrário, uma oportunidade para crescimento e desenvolvimento — é um fator psicológico central para a compreensão do estresse docente. A tese demonstra que intervenções simples e breves, como a aplicação de vídeos educativos, podem modificar essa mentalidade de forma significativa, promovendo mudanças positivas tanto nas respostas cognitivas quanto fisiológicas, como a melhora no desempenho sob estresse e a redução da concentração de cortisol. Assim, esta pesquisa oferece evidências empíricas que podem subsidiar políticas públicas voltadas à promoção da saúde mental no ambiente escolar, destacando a abordagem transformacional do estresse — que o enxerga não apenas como um risco, mas como um recurso potencial para o fortalecimento pedagógico e o bem-estar dos professores; Abstract: This thesis consists of two interrelated studies that investigate the influence of mindset on cortisol concentration among public school teachers in Paraná, with an emphasis on biopsychosocial factors and associated cognitive and hormonal responses. The Stress Mindset Theory proposes that the way individuals interpret stress—as something debilitating or as an opportunity for growth—significantly influences their emotional, cognitive, behavioral, and physiological responses to stressful situations. Thus, the overall objective of this thesis was to understand how this interpretation of stress relates to teaching conditions, stress mindset, performance in the face of stressors, and the physiological biomarkers cortisol and dehydroepiandrosterone sulfate (DHEA-S). The first study, observational in nature, assessed stress mindset and its association with biopsychosocial factors in 75 elementary school teachers in Curitiba and the surrounding metropolitan area. The results revealed that 83.5% of teachers had a debilitating mindset, mainly among women, and that perceived stress was significantly associated with the nature of teaching. Gender was identified as the main variable associated with mindset and the effects of occupational stress. The second study, which was experimental, applied a brief intervention based on educational videos about stress (from the Mind and Body laboratory at Stanford University) to a randomized sample of 63 teachers divided into an intervention group (n=32) and a control group (n=31). The intervention promoted significant changes in the mindset about stress (p&lt;0.001), which were maintained after 30 days. There was also an improvement in cognitive performance on attention tasks under stress (incongruent Stroop, p=0.003) and a significant reduction in salivary cortisol secretion after the intervention (p=0.004), although this effect was not sustained at a 30-day follow-up (p=0.178). DHEA-S levels did not show significant changes. Taken together, the results indicate that stress mindset—defined as the belief that stress can be harmful or, conversely, an opportunity for growth and development—is a central psychological factor in understanding teacher stress. The thesis demonstrates that simple and brief interventions, such as the use of educational videos, can significantly change this mindset, promoting positive changes in both cognitive and physiological responses, such as improved performance under stress and reduced cortisol levels. Thus, this research offers empirical evidence that can inform public policies aimed at promoting mental health in the school environment, highlighting the transformational approach to stress — which sees it not only as a risk but as a potential resource for pedagogical strengthening and teacher well-being
Orientadora: Profa. Dra. Anita Nishiyama; Coorientador: Prof. Dr. Evandro Morais Peixoto; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa : Curitiba, 16/05/2025; Inclui referências; Área de concentração: Fisiologia
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/95997">
<title>Investigação da toxicidade do paracetamol e DEHP em gônadas fetais De ratos e a influência no sistema endocanabinoide</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/95997</link>
<description>Investigação da toxicidade do paracetamol e DEHP em gônadas fetais De ratos e a influência no sistema endocanabinoide
Resumo: As gônadas são órgãos fundamentais do sistema reprodutor, cuja principal função envolve a produção de hormônios e gametas. Para que essas funções ocorram adequadamente, o processo de gonadogênese — o desenvolvimento das gônadas durante o período embrio-fetal — precisa ser rigorosamente regulado. Alterações nesse processo podem levar a desordens do desenvolvimento sexual. Um dos mecanismos críticos nesse contexto é o sistema endocanabinoide, que, nos últimos anos, tem sido reconhecido como uma importante via de sinalização, envolvida na proliferação e diferenciação celular, produção hormonal, e regulação epigenética, entre outros processos. Contudo, há evidências de que desreguladores endócrinos, como o paracetamol e o DEHP (di-2-etilhexil ftalato), conhecidos por seus efeitos antiandrogênicos e potenciais danos ao desenvolvimento gonadal, podem interferir no sistema endocanabinoide das gônadas fetais. Este estudo teve como objetivo avaliar a toxicidade gonadal fetal induzida pela exposição ao paracetamol e ao DEHP, além de investigar a possível interação desses agentes com componentes do sistema endocanabinoide. Foram desenvolvidos dois artigos: o primeiro, uma revisão que compila a literatura existente sobre o papel do sistema endocanabinoide na gonadogênese, destacando a escassez de estudos nesse campo; o segundo, um estudo experimental original em ratos Wistar, no qual foram conduzidos modelos de exposição in vivo (entre os dias gestacionais 15 e 18) ao paracetamol (50 e 250 mg/kg/dia) e ao DEHP (750 mg/kg/dia), e também exposição in vitro utilizando paracetamol, AM404 (um metabólito do paracetamol que interage com o sistema endocanabinoide), rimonabanto (antagonista do receptor CB1) e MEHP (metabólito ativo do DEHP). Os resultados mostraram que o DEHP reduziu a distância anogenital e a produção de testosterona, além de aumentar a expressão dos genes Cnr2 no testículo e ovário e Napepld no testículo no modelo in utero. No modelo in vitro, o MEHP elevou a liberação de testosterona. Por outro lado, não foram observados efeitos significativos associados à exposição ao paracetamol. Este trabalho inédito fornece evidências de que o sistema endocanabinoide é um alvo molecular do DEHP nas gônadas fetais de ratos, lançando novas luzes sobre as vias de toxicidade gonadal e a potencial interferência de desreguladores endócrinos no desenvolvimento reprodutivo. Esta tese contribui significativamente para o entendimento da toxicidade induzida por agentes como o DEHP, ressaltando o papel crucial do sistema endocanabinoide na modulação desses efeitos durante a gonadogênese; Abstract: Gonads are essential organs of the reproductive system, primarily involved in hormone and gamete production. For these functions to occur properly, the process of gonadogenesis—the development of gonads during the embryonic-fetal period— must be strictly regulated. Disruptions in this process can lead to sexual development disorders. One of the critical mechanisms in this context is the endocannabinoid system, which in recent years has been recognized as an important signaling pathway involved in cellular proliferation and differentiation, hormone production, and epigenetic regulation, among other processes. However, there is evidence that endocrine disruptors such as paracetamol and DEHP (di-2-ethylhexyl phthalate), known for their anti-androgenic effects and potential harm to gonadal development, may interfere with the endocannabinoid system in fetal gonads. This study aimed to evaluate fetal gonadal toxicity induced by exposure to paracetamol and DEHP and to investigate the potential interaction of these agents with components of the endocannabinoid system. Two articles were developed: the first is a review compiling existing literature on the role of the endocannabinoid system in gonadogenesis, highlighting the scarcity of studies in this field; the second is an original experimental study in Wistar rats, where in vivo exposure models (between gestational days 15 and 18) to paracetamol (50 and 250 mg/kg/day) and DEHP (750 mg/kg/day) were conducted, along with in vitro exposures using paracetamol, AM404 (a paracetamol metabolite that interacts with the endocannabinoid system), rimonabant (CB1 receptor antagonist), and MEHP (active metabolite of DEHP). Results showed that DEHP reduced anogenital distance and testosterone production, while increasing the relative gene expression of Cnr2 in the testis and ovary and Napepld in the testis in the in utero model. In the in vitro model, MEHP increased testosterone release. On the other hand, no significant effects were observed with paracetamol exposure. This novel work provides evidence that the endocannabinoid system is a molecular target of DEHP in fetal rat gonads, shedding new light on gonadal toxicity pathways and the potential interference of endocrine disruptors in reproductive development. This dissertation significantly contributes to the understanding of toxicity induced by agents like DEHP, highlighting the crucial role of the endocannabinoid system in modulating these effects during gonadogenesis
Orientador: Prof. Dr. Anderson Joel Martino Andrade; Coorientadora: Profa. Dra. Renata Marino Romano; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa : Curitiba, 26/09/2024; Inclui referências
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