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<title>Relações Públicas</title>
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<dc:date>2026-04-22T23:22:37Z</dc:date>
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<title>Feminismo? O que é isso, um filme? : análise do sentimento de pertecimento e inclusão ao movimento feminista dentro da UFPR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/101178</link>
<description>Feminismo? O que é isso, um filme? : análise do sentimento de pertecimento e inclusão ao movimento feminista dentro da UFPR
Resumo: Com marco na década de 1970, frente ao contexto de Ditadura Civil Militar no Brasil, o Movimento Feminista ganha força nas universidades brasileiras sob a necessidade de resistência política frente ao militarismo e a luta por direitos políticos e civis. O movimento, que originalmente se destaca pela união das pautas reivindicatórias e demais grupos subversivos, como o movimento estudantil e o movimento negro, traça sua trajetória no alicerce da justiça social. A luta por direitos das mulheres em suas mais amplas esferas: sociais, físicas, psicológicas, emociais, reprodutivas. Um ato político. Público. Conjunto. Entretanto, ao analisarmos o contexto das universidades brasileiras, nos acende o alerta sobre a raiz do movimento brasileiro, que, apesar de mudanças ao longo das décadas, ainda impera no ambiente acadêmico: o feminismo hegemônico (PAREDES, 2010). Como diria Nancy Fraser (2019), um movimento distante da grande maioria das mulheres, ausente de recortes sociais, de classe, cor, sustentado unicamente no gênero, privilegiando poucas e mantendo reféns do sistema patriarcal e capitalista, quase todas. Desta forma, este trabalho tem por objetivo analisar o sentimento de pertencimento aos discursos políticos feministas dentro dos muros da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O método utilizado para análise desta pesquisa se sustenta na abordagem quali-quantitativa, com uso de questionário, respondido de maneira anônima, com o objetivo de compreender as percepções das estudantes e ex-estudantes da UFPR e se o movimento e discurso feminista na UFPR as abarca enquanto mulheres mas, principalmente, enquanto indivíduos e os demais problemas sociais que as afetam. Busca, assim, analisar como se dá a comunicação e a forma de comunicar enquanto principal base para a luta de reivindicações e pertencimento a coletivos feministas; Abstract: Marked by the 1970s against the backdrop of military dictatorship in Brazil, the feminist movement gained strength in Brazilian universities under the need for political resistance against militarism and the struggle for political and civil rights. The movement, which originally stood out for uniting the demands of other subversive groups, such as the student movement and the black movement, traces its trajectory on the foundation of social justice. The struggle for women's rights in its broadest spheres: social, physical, psychological, emotional, and reproductive. A political act. Public. Collective. However, when analyzing the context of Brazilian universities, we are alerted to the roots of the Latin American movement, which, despite changes over the decades, still prevails in the academic environment: hegemonic feminism (PAREDES, 2010). As Nancy Fraser (2019) would say, this is a movement distant from the vast majority of women, absent of social, class, and color distinctions, based solely on gender, privileging a few and holding almost all women hostage to the patriarchal and capitalist system. Thus, this study aims to analyze the sense of belonging of feminist political discourses within the walls of the Federal University of Paraná (UFPR). The method used for this research is based on a qualitative-quantitative approach, using an anonymous questionnaire, with the aim of understanding the perceptions of students and former students of the Federal University of Paraná, and whether the feminist movement and discourse at UFPR encompasses them as women but, above all, as individuals and the other social problems that affect them. Thus, seeking to analyze how communication and the way of communicating are the main basis for the struggle for demands and belonging to feminist collectives
Orientadora: Profa. Dra. Valquiria Michela John; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Curso de Graduação em Relações Públicas; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Narrativas visuais da crise : análise semiótica da crise política de Jair Bolsonaro nas fotografias de Gabriela Biló</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/101177</link>
<description>Narrativas visuais da crise : análise semiótica da crise política de Jair Bolsonaro nas fotografias de Gabriela Biló
Resumo: Este artigo situa-se no campo da imagem fotográfica e discute seis registros feitos pela fotógrafa Gabriela Biló, do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro. O intervalo compreendido na análise é entre janeiro e agosto de 2025, período marcado pelo indiciamento e julgamento do ex-presidente no envolvimento do crime de tentativa de golpe de Estado. O objetivo do artigo é compreender e expor, à luz da semiótica de Charles Sanders Peirce, de que modo a fotógrafa representou a figura de Bolsonaro em suas imagens. Na tríade semiótica de Peirce (objeto, signo e interpretante), a análise se concentra especialmente na relação signo-objeto, observando os aspectos icônicos, indiciais e simbólicos implicados nas imagens. Como conclusão, vê-se que as fotografias de Biló evidenciam visualmente nos seus elementos o declínio e a crise da imagem política de Jair Bolsonaro
Orientador: Prof. Dr. Luís Carlos dos Santos; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Curso de Graduação em Relações Públicas; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O fandom em cena : relações públicas e a mobilização digital de Anitta e dos "Anitters" em 2022</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/101176</link>
<description>O fandom em cena : relações públicas e a mobilização digital de Anitta e dos "Anitters" em 2022
Resumo: Este artigo analisa como as práticas comunicacionais de Anitta — artista brasileira de projeção internacional e figura pública estratégica — mobilizaram seu fandom, os "Anitters", durante o período eleitoral de 2022 na esfera pública digital. Reconhecida por sua atuação articulada entre entretenimento, posicionamento político e gestão de imagem, Anitta utilizou as redes sociais como espaços de mediação simbólica e engajamento cívico. A pesquisa investiga como esses processos dialogam com os campos das Relações Públicas, do enquadramento midiático e da gestão de imagem pública, a partir da aplicação da análise de conteúdo categorial em 14 tweets publicados pela artista, pela mídia e por fãs. Os resultados indicam que os Anitters converteram engajamento afetivo em ação política estruturada, assumindo práticas de fan activism que extrapolam o consumo cultural. Conclui-se que os fandoms atuam como públicos ativos e politicamente mobilizáveis, desempenhando um papel estratégico nos processos contemporâneos de comunicação pública e participação política em ambientes digitais; Abstract: This article analyzes how the communicational practices of Anitta — a Brazilian artist with international prominence and a strategic public figure — mobilized her fandom, known as the "Anitters," during the 2022 Brazilian electoral period within the digital public sphere. Widely recognized for articulating entertainment, political positioning, and image management, Anitta employs social media as spaces of symbolic mediation and civic engagement. The study examines how these processes relate to Public Relations, media framing, and public image management, through a categorical content analysis of 14 tweets published by the artist, the media, and fans. The findings indicate that the Anitters transformed affective engagement into structured political action, characterizing practices of fan activism that go beyond cultural consumption. The article concludes that fandoms operate as active and politically mobilizable publics, playing a strategic role in contemporary processes of public communication and political participation in digital environments
Orientador(a): Prof. Dr. Gabriel Alexandre Bozza; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Curso de Graduação em Relações Públicas; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O corpo cultural do monstro : uma análise da diferença na representação dos homens-peixe em One Piece</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/101175</link>
<description>O corpo cultural do monstro : uma análise da diferença na representação dos homens-peixe em One Piece
Resumo: One Piece é uma obra japonesa de mangá (1994) e anime (1999) que aborda temas complexos, entre eles, a temática do monstro. A figura do monstro é, frequentemente, utilizada no audiovisual para representar a diferença e delimitar a relação com o "outro". Nesse contexto, este trabalho analisa o arco da Ilha dos Homens-Peixe (episódios 517-574), a fim de verificar como a relação humana com a diferença é representada pela corporificação monstruosa do Outro. Utilizando o método adaptado de Análise de Imagens em Movimento (Rose, 2002) e os conceitos de representação (Hall, 2016), monstro (Cohen, 2000) e desumanização (Fanon, 2008), observou-se que a narrativa constrói e problematiza a diferença através do conflito entre o ódio geracional e a reconciliação. Portanto, a monstruosidade, neste arco, funciona como metáfora da reação humana ao desconhecido e diferente; Abstract: One Piece is a Japanese manga (1994) and anime (1999) that addresses complex themes. The figure of the monster in audiovisual media is frequently used to represent difference and to delineate relationships with the "Other." In this context, this study analyzes the Fish-Man Island arc (episodes 517–574) in order to examine how the human relationship with difference is represented through the monstrous embodiment of the Other. Using an adapted version of the Moving Image Analysis method (Rose, 2002) and the concepts of representation (Hall, 2016), monster (Cohen, 2000), and dehumanization (Fanon, 2008), the analysis indicates that the narrative constructs and problematizes difference through the tension between generational hatred and reconciliation. Therefore, that monstrosity in this arc functions as a metaphor for the human response to the unknown and the different
Orientadora: Profª. Valquíria Michela John; Artigo apresentado como trabalho de conclusão de curso; Artigo (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Curso de Graduação em Relações Públicas; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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