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<title>Programa REA/PEA Paraná na UFPR</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/35989</link>
<description>Acervo de Recursos Educacionais Abertos e Práticas Educacionais Abertas da UFPR.</description>
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<dc:date>2026-07-22T21:05:06Z</dc:date>
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<title>Saúde única e esporotricose: A tríade humano-animal-ambiente no controle da disseminação do Sporothrix brasiliensis</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105831</link>
<description>Saúde única e esporotricose: A tríade humano-animal-ambiente no controle da disseminação do Sporothrix brasiliensis
Monsalve, Stefany; Brandespim, Daniel Friguglietti; Garcia, Rita de Cassia Maria
A esporotricose zoonótica consolidou-se como um grave problema de saúde pública no Brasil, devido ao crescimento exponencial de casos em humanos e animais, além da dispersão do patógeno para diversos estados e regiões fronteiriças da América Latina. Todavia, a enfermidade permanece negligenciada: os programas de mitigação se mostram insuficientes devido à desarticulação da vigilância epidemiológica e à exclusão dos animais das políticas públicas de controle. Esse cenário é agravado pelas particularidades do Sporothrix brasiliensis, como a elevada carga fúngica nos gatos, a morosidade no diagnóstico laboratorial e a complexidade do tratamento nos reservatórios felinos. Diante dessa conjuntura, uma abordagem em Saúde Única, com participação intersetorial e interdisciplinar, é essencial para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e controle desta zoonose emergente. Nesse contexto, o objetivo deste Recurso Educacional Aberto (REA) é apresentar os desafios na prevenção e no controle da esporotricose por transmissão felina no Brasil, propondo soluções holísticas que integrem os componentes de saúde humana, animal e ambiental. Para isso, realizou-se a análise do episódio 'Esporotricose Felina - Diagnóstico, Notificação e Tratamento' do podcast Fala CRMV-PR, somada à revisão crítica da literatura acadêmica e de diretrizes governamentais. Os resultados evidenciam a complexidade para conter a disseminação deste patógeno fúngico e detalham ações focadas nos humanos, nos felinos domésticos e no ambiente. Conclui-se que programas de educação voltados a diferentes profissionais são fundamentais para o enfrentamento dos desafios impostos pela doença, promovendo o entendimento de estratégias em Saúde Única.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cisto e Trofozoíto de Giardia - Biscuit</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105830</link>
<description>Cisto e Trofozoíto de Giardia - Biscuit
Sória, Yohan; Shimada, Márcia; Reifur, Larissa; Domingues, Fabian
Giardia é um protozoário zoonótico (passa de animal para humano e de humano para animal) de importância na saúde pública e veterinária. O material produzido é destinado para apresentação das formas evolutivas do parasito em projetos de extensão para diversos públicos alvo e nas aulas práticas para alunos de graduação de parasitologia veterinária. Para acessar mais materiais relacionados à Guarda Responsável, pesquisar por “Projeto de Extensão - Promoção da Saúde Animal, Humana e Ambiental II”. O material está licenciado sob Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY).
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<dc:date>2022-05-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Acantocéfalo de Suíno</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105829</link>
<description>Acantocéfalo de Suíno
Sória, Yohan; Shimada, Márcia; Ducati, Alisson; Lima, Arthur; Fogiatto, Eron; Nichetti, Guilherme; Mendes, Heitor; Repetzki, Laura
O Macracanthorynchus hirudinaceus é um parasito do intestino delgado de suínos que são os hospedeiros definitivos. O animal adquire ingerindo insetos como os besouros coprófagos (hospedeiros intermediários) conhecidos vulgarmente como “rola bosta”.  É mais comum em suínos criados em “fundo de quintal” que tem contato com o solo onde o besouro pode estar presente. O ser humano também pode adquirir o parasito se ingerir acidentalmente algum besouro. O parasito pode causar sérias lesões na mucosa do intestino como processos inflamatórios conhecidos como “manchas de amora” e podem perfurar a mucosa causando peritonites. A prevenção é baseado no controle dos besouros, realizar exame de fezes periodicamente nos animais e tratamento dos animais parasitados. A detecção da infestação no animal permite reconhecer a presença do parasito na região e maiores cuidados deverão ser tomados como medidas de prevenção. O material didático elaborado - ciclo do acantocéfalo Macracanthorynchus hirudinaceus - é importante como material de apoio para o ensino aos graduandos de diversos cursos como medicina veterinária, zootecnia, agronomia, alunos de ensino médio, de escolas agrícolas e para atividades de extensão focando aos produtores e população em geral, já que é um parasito que pode ser transmitido ao ser humano.
Ciclo de vida desenhado a mão sobre o parasito de intestino delgado Macracanthorynchus hirudinaceus.
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<dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ciclo do Dioctophyma renale - o Verme Gigante do Rim</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/105813</link>
<description>Ciclo do Dioctophyma renale - o Verme Gigante do Rim
Sória, Yohan; Shimada, Márcia; Reifur, Larissa; Sydorak, Bárbara; Brito, Elisa; Oliveira, Francielli; Jesus, João; Bezerra, José; Braga, Lívia; Kusma, Mariana; Saito, Mayumi
O Dioctophyma renale é um parasito zoonótico de grande importância clínica, conhecido como “verme gigante do rim”. Ele acomete principalmente cães, mas também pode infectar gatos, animais silvestres e até seres humanos. Sua presença no organismo pode causar destruição progressiva do parênquima renal, comprometendo severamente a função do rim afetado, além de atingir tamanhos impressionantes, chegando a cerca de 100 cm de comprimento. No Brasil, casos de dioctofimose são relativamente frequentes, especialmente na região Sul, incluindo o estado do Paraná e cidades como Curitiba, onde há presença de áreas úmidas, rios, cães com acesso à rua e contato com hospedeiros intermediários ou paratênicos envolvidos no ciclo do parasito. Por isso, a doença possui relevância tanto na medicina veterinária quanto na saúde pública. Conhecer seu ciclo biológico, formas de transmissão e métodos de prevenção é fundamental para reduzir os riscos de infecção. Além disso, a elaboração de materiais explicativos e educativos auxilia no entendimento da prevenção e diagnóstico pelos discentes de medicina veterinária e promove a conscientização da população em geral sobre a prevenção. Material educativo importante para os responsáveis de animais e profissionais da saúde. O material está licenciado sob Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY).
Desenho feito à mão sobre o ciclo de vida de Dioctophyma renale.
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<dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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