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<title>Otorrinolaringologia</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32466</link>
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<dc:date>2026-04-26T09:13:36Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e avaliação de um modelo de inteligência artificial para diagnóstico de doenças otológicas a partir de imagens de otoscopia</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100225</link>
<description>Desenvolvimento e avaliação de um modelo de inteligência artificial para diagnóstico de doenças otológicas a partir de imagens de otoscopia
Resumo: A otite média e suas diversas apresentações clínicas permanecem entre as principais causas de morbidade otológica, especialmente em populações pediátricas. A acurácia diagnóstica baseada em otoscopia convencional é limitada pela variabilidade interobservador e pela dependência da experiência do examinador. Este estudo desenvolveu e avaliou internamente um modelo de inteligência artificial baseado em redes neurais convolucionais profundas, estruturado em três cabeças de saída, capaz de estimar simultaneamente variáveis de intensidade (contínuas), variáveis binárias e probabilidades diagnósticas a partir de imagens otoscópicas obtidas com dispositivo digital de baixo custo (BeBird®). Após padronização, pré-processamento e vinculação de 88 imagens válidas às respectivas anotações clínicas, o modelo foi treinado com particionamento estratificado em conjuntos de treino, validação e teste. Os resultados demonstraram adequação técnica do pipeline proposto e desempenho consistente nas três categorias de saída, com erro absoluto médio reduzido nas variáveis contínuas, acurácia satisfatória nas probabilidades diagnósticas toleradas e sensibilidade e especificidade clinicamente relevantes para variáveis binárias. As visualizações Grad-CAM indicaram coerência entre as regiões de atenção do modelo e os achados otoscópicos centrais para inferência diagnóstica. A integração entre IA e otoscopia digital mostrou-se viável, com potencial para apoiar a triagem, reduzir variabilidade diagnóstica e oferecer suporte a cenários de tele-otoscopia e atenção primária. Conclui-se que o modelo apresenta desempenho inicial promissor e pode servir como base para validações externas futuras, integração clínica progressiva e aprimoramento da otologia digital assistida por IA; Abstract: Otitis media and its clinical subtypes remain leading causes of otologic morbidity, yet diagnostic accuracy based on conventional otoscopy is strongly limited by examiner experience and high interobserver variability. This study developed and internally validated a deep learning–based artificial intelligence model designed to analyze low-cost digital otoscopic images and simultaneously generate three types of outputs: continuous intensity scores, binary clinical variables, and probabilistic diagnostic estimates. A dataset of 88 valid images was standardized, matched to structured expert annotations, preprocessed, and split into stratified training, validation, and testing subsets. The proposed multi-output architecture, built upon EfficientNetB0, demonstrated robust technical feasibility, with low mean absolute error for continuous parameters, clinically relevant accuracy for diagnostic probability estimates, and satisfactory sensitivity and specificity for binary variables. Grad-CAM visualizations indicated adequate interpretability, with activation maps focusing on tympanic membrane regions that correspond to clinically meaningful findings. These results highlight the potential of artificial intelligence to enhance diagnostic consistency, support tele-otoscopy workflows, and assist non-specialists in primary care environments. The model’s performance suggests that multi-output frameworks may better approximate real-world clinical reasoning, representing a promising foundation for future external validation studies and progressive clinical implementation
Orientador: Prof. Dr. Rogério Hamerschmidt; Coorientadores: Prof. Dr. Maurício Buschle, Prof. Dr. José Fernando Polanski; Trabalho de conclusão de curso (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Otorrinolaringologia; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/96877">
<title>Eficácia da realidade virtual na reabilitação da postura e da marcha em idosos com vestiulopatia crônica : um ensaio clínico randomizado - um estudo piloto</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/96877</link>
<description>Eficácia da realidade virtual na reabilitação da postura e da marcha em idosos com vestiulopatia crônica : um ensaio clínico randomizado - um estudo piloto
Resumo: As vestibulopatias crônicas são condições prevalentes em idosos, associadas a tonturas, desequilíbrio e risco de quedas. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da realidade virtual na postura e na marcha de idosos com vestibulopatia crônica, bem como comparar sua eficácia com a reabilitação vestibular convencional. Trata-se de um estudo piloto de ensaio clínico randomizado (ECR), paralelo, aberto, com três braços, realizado em um hospital público do Sul do Brasil. Doze participantes com idades entre 60 e 75 anos foram randomizados em três grupos (n=4 cada): RV convencional, RV imersiva e protocolo combinado. As avaliações incluíram o Dizziness Handicap Inventory (DHI), Activities-Specific Balance Confidence Scale (ABC) e posturografia Vertiguard, realizadas antes, durante e após as intervenções. Cada protocolo consistiu em 10 sessões, com foco na integração visual, vestibular e proprioceptiva. Todos os grupos demonstraram melhora na marcha e redução no risco de quedas. O grupo convencional apresentou a maior redução nos escores do DHI, refletindo melhora na qualidade de vida, enquanto o grupo com protocolo combinado exibiu avanços no equilíbrio dinâmico. A escala ABC indicou aumento da confiança no equilíbrio em todos os grupos, ressaltando o impacto das intervenções na redução do medo de cair. A reabilitação vestibular, independentemente da modalidade, mostrou-se eficaz na melhora da marcha, na redução do risco de quedas e na qualidade de vida de idosos. A abordagem convencional destacou-se pela maior eficácia em reduzir o impacto das tonturas, enquanto a realidade virtual ofereceu um método motivador e inovador, com potencial para integrar-se às práticas convencionais. Estudos futuros com amostras maiores são necessários para confirmar esses achados.
Autores: Carolina Rodrigues Laranjeira Vilar, Fabiane Paulin, Elisa Guimarães Forchezatto, Yan Kubiak Canquerino, Lucas Resende Lucinda Mangia; Orientador: Rita de Cassia Cassou Guimarães Mendes; Coorientador: Rogério Hamerschmidt; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Otorrinolaringologia; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/88844">
<title>Efeitos neurocognitivos da estimulação olfativa em pessoas com declínio cognitivo subjetivo e declínio cognitivo leve</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/88844</link>
<description>Efeitos neurocognitivos da estimulação olfativa em pessoas com declínio cognitivo subjetivo e declínio cognitivo leve
Resumo: Introdução: O comprometimento cognitivo leve (CCL) é caracterizado por declínio cognitivo, considerando a idade e a educação de uma pessoa, embora sem interferência notável nas atividades da vida diária, enquanto no declínio cognitivo subjetivo (DCS) o paciente se sente prejudicado funcionalmente, porém com desempenho normal nos testes neuropsicológicos. É descrito na literatura que quadros de CCL e DCS poderiam ser postergados por meio de diversas estimulações externas. A estimulação sensorial é uma das formas de intervenção nãofarmacológica que tem despertado o interesse dos pesquisadores. Dentre as estimulações sensoriais, pode-se citar a estimulação olfativa, estudada em distúrbios cognitivos, demenciais e neuropsiquiátricos, para reabilitação clínica. Objetivos: o objetivo do presente estudo é analisar a influência da estimulação olfativa no desempenho cognitivo dos participantes com base em testes neuropsicológicos. Metodologia: O estudo é um ensaio clínico envolvendo indivíduos que apresentem queixa subjetiva de memória. Todos os participantes que se enquadraram nos critérios foram submetidos no início do estudo a uma avaliação otorrinolaringológica completa incluindo teste olfativo com UPSIT. Posteriormente, foram avaliados pela equipe da neurologia, e aplicados testes neurocognitivos - lista de palavras e teste de dígitos. Os pacientes aptos foram submetidos à RNM para exclusão de causas associadas e obtenção de biomarcadores de imagem. Após 6 meses de treinamento olfativo, foram reavaliados com os testes neurocognitivos utilizados no início do estudo, bem como nova aplicação do UPSIT, para análise comparativa pré e pós-intervenção. Resultados: 17 participantes concluíram os 6 meses de treinamento, todos do sexo feminino, entre 59 e 76 anos, com quadro de Declínio Cognitivo Subjetivo e predominantemente com microsmia moderada. Foi possível observar que, apesar de não ter sido estatisticamente significativo, houve leve melhora da pontuação do UPSIT, embora permanecendo como "microsmia moderada", principalmente entre aqueles que apresentaram aderência nos treinos maior que 90%. Quanto aos escores neuropsicológicos, não houve mudança pós treinamento. Conclusões: existem poucos estudos analisando a intervenção com treinamento olfatório em idosos sem demência e os resultados revelam que a maioria deles possui déficit olfativo, portanto esse estudo é de suma importância para obter dados que são escassos na literatura a respeito da influência do treinamento olfatório em diversos domínios cognitivos. Mais estudos são necessários, preferencialmente com um número maior de participantes
Orientador:  Prof. Dr. Herton Coifman; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Otorrinolaringologia; Inclui referências
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/84365">
<title>Comparação entre testes de olfato e associações com variáveis clínicas no contexto de pacientes pós-covid19</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/84365</link>
<description>Comparação entre testes de olfato e associações com variáveis clínicas no contexto de pacientes pós-covid19
Resumo: Introdução: distúrbios olfatórios são muito comuns na população em geral, especialmente durante a pandemia de COVID-19, causando significativo impacto na qualidade de vida. O registro da função olfatória de forma objetiva é fundamental para o diagnóstico, acompanhamento, tratamento e seguimento de pacientes que se queixam de déficits olfatórios, que cursam com doenças inflamatórias das vias aéreas superiores, neurodegenerativas ou infecções virais. Entre os diferentes testes de olfato existentes no Brasil, os testes Alcohol Sniff Test (AST) e Connecticut Chemosensory Clinical Research Center (CCCRC) são opções bem difundidas e baixo custo, porém, é preciso saber a compatibilidade entre o resultado desses testes, bem como identificar os possíveis fatores que estão associados com o resultado de cada teste. Objetivos: analisar e comparar as opções de teste olfatório AST e CCCRC nas suas respectivas capacidades de discriminação de déficit olfativo em pacientes com distúrbios olfatórios pós-COVID-19. Desse modo, buscar compreender a possibilidade de comparação entre seus resultados. Metodologia: Trata-se de um estudo analítico observacional transversal para pesquisa e comparação de dois testes da capacidade olfativa. Pacientes voluntários com síndromes pós-CoVID foram avaliados em consulta clínica e por meio dos dois testes de capacidade olfatória, AST e CCCRC, os resultados foram analisados estatisticamente por métodos de comparação de amostras e métodos de regressão linear e logística para verificar a compatibilidade dos testes e variáveis que possam estar associadas com seus resultados. Resultados: a amostra apresentou distribuição normal para maioria das variáveis medidas, verificado pelo teste de Smirnov-Kolmogorov adequado para o tamanho da amostra analisada. Nos testes de comparação de médias e distribuições, foi verificado que as queixas subjetivas e escalas visuais analógicas não estão associadas com os resultados dos testes objetivos de olfato. Além disso, as regressões logísticas revelaram que, dentre as variáveis analisadas, apenas a idade, o sexo e o estímulo nocivo do trigêmeo foram variáveis associadas com os resultados dos testes objetivos. Conclusões: os testes AST e CCCRC não apresentam compatibilidade dos seus resultados, classificando os pacientes em domínios não compatíveis e as variáveis medidas que estão associadas com seus resultados são apenas a idade, sexo e presença da sensibilidade ao estimulo nocivo do trigêmeo.
Orientador: Rogério Hamerschmidt; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Otorrinolaringologia; Inclui referências
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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