<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/32378">
<title>Oceanografia</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/32378</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/101010"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/100937"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/99808"/>
<rdf:li rdf:resource="https://hdl.handle.net/1884/99799"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-05-02T17:45:43Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/101010">
<title>Contribuições do Zoneamento Ecológico-Econômico Costeiro para o Planejamento Espacial Marinho</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/101010</link>
<description>Contribuições do Zoneamento Ecológico-Econômico Costeiro para o Planejamento Espacial Marinho
Resumo: A zona costeira brasileira é uma região caracterizada pela intensa ocupação urbana e desenvolvimento de diferentes atividades, que associados podem gerar diversos impactos e conflitos de uso, por isso é necessário que se tenham instrumentos de planejamento espacial para a gestão costeira, o que acaba sendo desafiador, visto que o Brasil possui uma das maiores zonas costeiras do mundo. Os instrumentos de gestão costeira, como o Zoneamento Ecológico-Econômico Costeiro (ZEEC) e o Planejamento Espacial Marinho (PEM) têm se mostrado fundamentais para o planejamento do espaço marinho, sendo importante conhecer e avaliar as experiências de ZEEC no Brasil para compreender os limites e possibilidades de planejamento do espaço marinho brasileiro, com relação às bases teóricas e metodológicas propostas pelo PEM. O projeto, por meio de pesquisa bibliográfica e consulta a sites governamentais sobre o zoneamento marinho, realizou um levantamento dos tipos de zoneamento da porção marinha e das medidas de ordenamento, que comparadas as bases teóricas e metodológicas do PEM, puderam ser relacionadas para avaliar se as experiências de ZEEC se aproximam das bases do PEM. A ausência de padronização, uniformidade e integração dos ZEECs nacionais, afasta das experiências do PEM e prejudica a utilização para o instrumento, apesar das bases metodológicas do ZEEC se aproximarem das características do PEM em diversos aspectos. O projeto conclui que a elaboração de políticas públicas para a região costeira e marinha brasileira, é imprescindível para a impulsão do desenvolvimento sustentável, desde que represente os objetivos de todos os setores e usuários envolvidos, e que garanta a participação social e que os processos sejam realizados de forma transparente. Se não, corre-se o risco de criar mais políticas fragmentadas e pouco integradas, enfraquecendo a gestão integrada da governança costeira e marinha
Orientador: Prof. Dr. Thiago Zagonel Serafin; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia; Inclui referências
</description>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/100937">
<title>Alterações bioquímicas em fêmeas de robalos peva (Centropomus paralellus) durante a fase de maturação</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/100937</link>
<description>Alterações bioquímicas em fêmeas de robalos peva (Centropomus paralellus) durante a fase de maturação
Resumo: O robalo-peva (Centropomus parallelus) é uma espécie de relevância ecológica e econômica, caracterizada por ampla tolerância ambiental e potencial para a aquicultura marinha. Este estudo teve como objetivo caracterizar as alterações bioquímicas plasmáticas de fêmeas mantidas em condições controladas durante a fase de maturação reprodutiva. Foram utilizados 30 exemplares capturados por pesca de arremesso, identificados individualmente com microchips eletrônicos e aclimatados por três meses em sistema de recirculação com temperatura controlada (27 °C), fotoperíodo natural e alimentação diária. Amostras sanguíneas foram coletadas em intervalos mensais (setembro, outubro e novembro de 2024), após jejum de 24 horas e anestesia com benzocaína (100 mg L?¹). O plasma obtido por centrifugação (5000 rpm/10 min) foi analisado por métodos colorimétricos para determinação de proteínas totais, albumina, globulinas, triglicerídeos e colesterol. Os resultados indicaram que os níveis de colesterol diminuíram significativamente ao longo da maturação, sugerindo sua utilização como precursor na esteroidogênese final. As proteínas totais apresentaram padrão oposto, com aumento em novembro, compatível com maior mobilização proteica e síntese de vitelogenina. As concentrações de triglicerídeos não variaram significativamente, possivelmente devido à oferta alimentar constante em ambiente de laboratório. Esses achados evidenciam que proteínas plasmáticas e colesterol se comportam como biomarcadores sensíveis do avanço reprodutivo de C. parallelus em cativeiro. Conclui-se que a avaliação bioquímica plasmática é uma ferramenta eficiente para o monitoramento da maturação gonadal da espécie, contribuindo para aprimorar protocolos de manejo e indução reprodutiva na aquicultura marinha
Orientador: Prof. Dr. Fabiano Bendhack; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná,  Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia; Inclui referências
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/99808">
<title>Variabilidade espaço-temporal termo-halina na desembocadura do Complexo Estuarino de Paranaguá (CEP)</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/99808</link>
<description>Variabilidade espaço-temporal termo-halina na desembocadura do Complexo Estuarino de Paranaguá (CEP)
Resumo : As desembocaduras estuarinas compõem regiões dinâmicas com características únicas, se tratando de locais de transição entre continente e oceano sob atuação de processos oceanográficos como plumas estuarinas e cunhas salinas, assim como ondas e marés. Para identificar a variabilidade de temperatura e salinidade em tais ambientes, foi desenvolvido um estudo na desembocadura sul do Complexo Estuarino de Paranaguá (CEP). Foram utilizados dados obtidos por diferentes estratégias amostrais, incluindo um fundeio fixo de CTD a 15m de profundidade de março de 2019 até janeiro de 2020, assim como dados de perfilagens com CTD em quatro estações amostrais, com frequência mensal desde 2021 até o início de 2024. A análise completa, englobando uma série temporal de aproximadamente 4 anos, permitiu a identificação de variações sazonais, incluindo temperaturas entre 24 e 28°C e salinidades de 30 e 33 PSU no verão, e valores de 18 a 21°C e 24 a 32 PSU no inverno. A coluna d’água apresentou variações de 2 PSU e 1°C entre superfície e fundo em 2021, com valores de até 4 a 6 PSU e acima de 4°C nos anos de 2022, 2023 e 2024. Foi possível identificar a profundidade média das termoclinas e haloclinas a cerca de 5m, a variação da maré oscilando próximo a 1m e também a diluição das massas d’água no local, com os aportes provenientes do CEP alterando os valores de salinidade e temperatura característicos. Os resultados obtidos neste estudo foram similares aos já descritos na literatura, com apenas a salinidade apresentando variações durante o verão, reforçando a necessidade de acompanhamento constante desses ambientes.
Orientador: Prof. Dr. Mauricio Almeida Noernberg; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia; Inclui referências
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://hdl.handle.net/1884/99799">
<title>A influência da ecomorfologia na ingestão de micropartículas antropogênicas em peixes marinho-estuarinos no litoral do Paraná</title>
<link>https://hdl.handle.net/1884/99799</link>
<description>A influência da ecomorfologia na ingestão de micropartículas antropogênicas em peixes marinho-estuarinos no litoral do Paraná
Resumo : A ecomorfologia estuda como a forma dos organismos se relaciona com seus hábitos de vida, dentre eles a alimentação e a locomoção, permitindo compreender como pressões ambientais moldam adaptações ecomorfológicas. Essas características influenciam a exposição dos organismos a contaminantes ambientais, como os microplásticos, que afetam negativamente diversos organismos marinhos. O estudo foi realizado no litoral do Paraná, com coletas em Pontal do Paraná e Barra do Ararapira, Guaraqueçaba. Foram coletados espécimes de sete espécies de peixes ósseos com hábitos pelágicos e demersais. Cada exemplar foi submetido a medições morfométricas para o cálculo dos atributos ecomorfológicos e à digestão química do trato gastrointestinal para identificação e composição dos microplásticos, com aplicação de análises multivariadas como PCA e ANOVA. Os resultados revelaram que a forma corporal é fortemente determinada pela espécie, com convergência funcional em atributos relacionados à natação e alimentação. Houve agrupamentos claros entre espécies demersais, como Genyatremus luteus e Aspistor luniscutis, associadas a corpos mais altos e pedúnculos robustos que garantem movimentos lentos e forrageamento bentônico, e também entre espécies pelágicas, como Scomberomorus brasiliensis e Oligoplites saurus, associadas a corpos alongados e bocas terminais que indicam maior eficiência natatória e captura ativa de presas. Nos peixes analisados, foram identificadas 757 partículas de microplásticos com composição química variada, incluindo: polipropileno, poliéster e índigo. Predominaram fibras entre 1 e 5 mm, sendo as maiores quantidades encontradas em Genyatremus luteus, Aspistor luniscutis e Diapterus rhombeus. A análise dos dados evidenciou que o índice de compressão do pedúnculo, a altura relativa da nadadeira caudal e a altura relativa da boca são os atributos mais relacionados à ingestão de microplásticos. Assim, os resultados demonstram que a ecomorfologia exerce papel determinante nos padrões de ingestão de microplásticos, evidenciando uma relação funcional entre forma, comportamento e exposição à contaminação.
Orientador: Prof. Dr. Maikon Di Domenico; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia; Inclui referências
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
