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<title>Refugiados</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/77985</id>
<updated>2026-04-30T17:35:22Z</updated>
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<title>COMUNICAÇÃO INFORMANDO A SAÍDA DE REFUGIADOS ARGENTINOS DO BRASIL</title>
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<name>MINISTÉRIO DA JUSTIÇA</name>
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<name>SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/79856</id>
<updated>2022-10-26T21:12:41Z</updated>
<published>1978-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">COMUNICAÇÃO INFORMANDO A SAÍDA DE REFUGIADOS ARGENTINOS DO BRASIL
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
São cartas trocadas entre o secretário geral, Paulo Cabral e o ministro da justiça Armando Ribeiro Falcão, assim como entre o oficial encarregado da ACNUR para o embaixador e ministro das Relações Exteriores Antonio Azeredo da Silveira, listando a saída de argentinos do Brasil e indicando seus destinos. Para cada núcleo familiar há uma carta. Há quase uma duplicidade de documentação, pois a comunicação entre o secretário geral e ministro da justiça são enviadas após a do ACNUR junto ao ministério das Relações Exteriores.&#13;
A documentação tem início em janeiro de 1978 e término em abril do mesmo ano.&#13;
Também há uma troca de cartas informando quem são os argentinos que adquiriram o status de refugiado conforme o estatuto de 1951.
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<dc:date>1978-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>COMUNICAÇÃO INFORMANDO A SAÍDA DE REFUGIADOS ARGENTINOS DO BRASIL</title>
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<name>MINISTÉRIO DA JUSTIÇA</name>
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<name>SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/79855</id>
<updated>2022-10-26T21:08:59Z</updated>
<published>1977-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">COMUNICAÇÃO INFORMANDO A SAÍDA DE REFUGIADOS ARGENTINOS DO BRASIL
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
São cartas trocadas entre o secretário geral, Paulo Cabral e o ministro da justiça Armando Ribeiro Falcão, assim como entre o oficial encarregado da ACNUR para o embaixador e ministro das Relações Exteriores Antonio Azeredo da Silveira, listando a saída de argentinos do Brasil e indicando seus destinos. Para cada núcleo familiar há uma carta. Há quase uma duplicidade de documentação, pois a comunicação entre o secretário geral e ministro da justiça são enviadas após a do ACNUR junto ao ministério das Relações Exteriores.&#13;
A documentação tem início em setembro de 1977 e término em dezembro do mesmo ano.
BR.AN.RIO.TT.0.MCP.AVU.0055
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<dc:date>1977-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>POLÍTICA DO GOVERNO BRASILEIRO PARA OS REFUGIADOS ARGENTINOS SOB PROTEÇÃO DA ONU</title>
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<name>MINISTÉRIO DA JUSTIÇA</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/79854</id>
<updated>2022-10-26T21:05:10Z</updated>
<published>1977-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">POLÍTICA DO GOVERNO BRASILEIRO PARA OS REFUGIADOS ARGENTINOS SOB PROTEÇÃO DA ONU
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
Página 1 é a capa do documento; página 2 consta que o documento é sigiloso.&#13;
Página 3 é um relatório na íntegra da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça destinado ao Ministro da Justiça, sobre a possibilidade de argentinos estarem saindo do Brasil sob proteção da ONU. Solicita informações sobre a concessão de vistos para sujeitos considerados subversivos de origem estrangeira. Relata uma reunião no Ministério de Relações Exteriores sobre essa temática afirmando que o Alto Comissariado da ONU está acolhendo esses sujeitos como refugiados.&#13;
Contudo o Brasil não reconhece tais pessoas como refugiadas, mas aceitou a condição por questões políticas e humanitárias. Também foi montado um grupo de estudos com vários órgãos do governo para solucionar o caso, exigindo do ACNUR que retire essas pessoas do território, também solicita um fichário completo sobre as pessoas que aqui estiverem sobre proteção do ACNUR. O Governo Brasileiro afirma que não consegue controlar ou fiscalizar esse grupo pois não tem informação suficiente, o que possibilita tornar o Brasil como ponte para subversivos latino-americanos. Traz recomendações de ações ao governo brasileiro diante dessa situação. &#13;
Página 8 há uma carta de Ronaldo Rebello de Britto Poletti para o Ministro, enviando a nota da Dr.a Thereza Helena Souza de Miranda Lima sobre a reunião do Itamarati. Na nota ela relata a reunião, dando destaque à Caritas vinculada ao clero no Brasil e crítica em especial a ação da ACNUR. A seguir há mais relatórios sobre a ação da ACNUR e uma lista dos cidadãos argentinos aprovados enquanto refugiados constando data de entrada e saída.&#13;
Página 32 e 33 correspondem a documento sigiloso enviado por Paulo Cabral afirmando a preocupação com a situação.&#13;
A partir da página 36 há um documento sobre a posição do Ministério da Justiça sobre a questão, assinado por Poletti.&#13;
Página 42 em diante documento enviado ao presidente da república relatando a situação.&#13;
Página 75 em diante lista com nomes de refugiados reconhecidos pela Acnur.
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<title>POLÍTICA DO GOVERNO BRASILEIRO PARA OS REFUGIADOS ARGENTINOS SOB PROTEÇÃO DA ONU</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/79385</id>
<updated>2022-10-10T13:43:01Z</updated>
<published>1977-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">POLÍTICA DO GOVERNO BRASILEIRO PARA OS REFUGIADOS ARGENTINOS SOB PROTEÇÃO DA ONU
Página 1 é a capa do documento; página 2 consta que o documento é sigiloso.&#13;
Página 3 é um relatório da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça destinado ao Ministro da Justiça, sobre a possibilidade de argentinos estarem saindo do Brasil sob proteção da ONU. Solicita informações sobre a concessão de vistos para sujeitos considerados subversivos de origem estrangeira. Relata uma reunião no Ministério de Relações Exteriores sobre essa temática afirmando que o Alto Comissariado da ONU está acolhendo esses sujeitos como refugiados.&#13;
Contudo o Brasil não reconhece tais pessoas como refugiadas, mas aceitou a condição por questões políticas e humanitárias. Também foi montado um grupo de estudos com vários órgãos do governo para solucionar o caso, exigindo do ACNUR que retire essas pessoas do território, também solicita um fichário completo sobre as pessoas que aqui estiverem sobre proteção do ACNUR. O Governo Brasileiro afirma que não consegue controlar ou fiscalizar esse grupo pois não tem informação suficiente, o que possibilita tornar o Brasil como ponte para subversivos latino-americanos. Traz recomendações de ações ao governo brasileiro diante dessa situação.
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