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<title>Dissertações</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/64845</id>
<updated>2026-05-21T23:29:14Z</updated>
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<title>Fatores socioeconômicos e o prognóstico de pacientes com insuficiência cardíaca descompensada</title>
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<updated>2026-05-20T19:30:09Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fatores socioeconômicos e o prognóstico de pacientes com insuficiência cardíaca descompensada
Resumo: A Insuficiência Cardíaca (IC) descompensada possui elevada mortalidade, tanto intra-hospitalar, quanto nos meses subsequentes à hospitalização, período conhecido como período vulnerável. Fatores socioeconômicos estão associados a pior prognóstico em pacientes com IC crônica, no entanto, a relação em pacientes com IC descompensada é pouco conhecida, principalmente em países em desenvolvimento e com sistema universal de saúde. O objetivo desse trabalho é analisar o impacto da renda e do nível educacional no risco de óbito intra-hospitalar e no período vulnerável após hospitalização de pacientes com IC descompensada no Brasil. Este é um estudo de coorte prospectivo utilizando os dados nacionais do programa "Boas Práticas em Cardiologia" (BPC), admitidos com diagnóstico primário de IC descompensada nos centros participantes do Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes foram classificados conforme renda familiar mensal nos grupos: =1 salário-mínimo (SM), &gt;1 a &lt;2 SM, =2 a &lt;5 SM e =5 SM. Ainda, foram classificados quanto a escolaridade em: menor que básica, básica, intermediária e avançada, conforme Classificação Internacional Normalizada da Educação 2011. O seguimento dos pacientes foi realizado até 180 dias após a alta hospitalar (período vulnerável). Por meio de regressão logística ajustada e não-ajustada, foram analisados os impactos da renda e escolaridade no óbito intra hospitalar. Por meio de regressão de Cox e regressão proporcional de subhazards ajustadas e não ajustadas, foram analisados os impactos da renda e escolaridade no óbito por todas as causas, óbito por causa cardiovascular e reospitalização por todas as causas até 180 dias após a alta. Foram incluídos na análise de mortalidade intra hospitalar 3.216 pacientes (Média de idade 60,9±14,9 anos, 42% mulheres). A mortalidade intra-hospitalar foi 11% (n=354). Menores níveis de renda estiveram associados a maior risco de óbito após ajuste para características basais dos pacientes, características clínicas na admissão e causas de descompensação (OR 1,23, IC95% 1,04-1,46, p=0,016). O nível de escolaridade não esteve associado com o risco de óbito intra-hospitalar. Na análise de seguimento após a alta, foram incluídos 2.425 pacientes (média de idade 60,7±15,0 anos, 41,2% mulheres). Em uma mediana de seguimento de 180 dias (52 – 180 dias), a mortalidade geral foi 11,3% (n=274), a mortalidade cardiovascular foi 9,1% (n=221) e a taxa de reospitalização por todas as causas foi 26,2% (n=635). Menores níveis educacionais foram associados a maior risco de óbito por todas as causas (HR 1.39, IC95% 1.13 – 1.73, p=0,002) e óbitos cardiovasculares (SHR 1,38, IC95% 1,09 – 1,75, p=0,008), mas não a maior taxa de reospitalização (SHR 1,08, IC95% 0,96 – 1,21, p=0,22) após ajuste para fatores de confusão. O nível de renda não esteve relacionado a nenhum dos desfechos analisados no período. Em pacientes com IC descompensada, menores níveis de renda estão associados com maior risco de óbito intra-hospitalar, enquanto menores níveis de escolaridade estão associados com maior risco de óbito no período vulnerável; Abstract: Acute heart failure (HF) has high mortality rates, both in-hospital and in the months post-discharge, a period known as the vulnerable period. Socioeconomic factors are associated with worse prognoses in patients with chronic HF; however, this relationship is poorly understood in acute HF patients, especially in developing countries with universal healthcare systems. This study aims to analyze the impact of income and educational level on the risk of in-hospital death and mortality during the vulnerable period after hospitalization for acute HF in Brazil. This is a prospective cohort study using national data from the "Boas Práticas em Cardiologia" (BPC) program, including patients admitted with a primary diagnosis of acute HF in nineteen hospitals from the Sistema Único de Saúde (SUS). Patients were classified according to monthly household income into the following groups: =1 minimum wage (MW), &gt;1 to &lt;2 MW, =2 to &lt;5 MW, and =5 MW. They were also classified by education level as: less than basic, basic, intermediate, and advanced, according to the International Standard Classification of Education 2011. Patients were followed for up to 180 days after hospital discharge. The impacts of income and education on in-hospital death were analyzed using adjusted and unadjusted logistic regression. The impacts of income and education on all-cause death, cardiovascular death, and all-cause rehospitalization up to 180 days after discharge were analyzed using adjusted and unadjusted Cox regression and subhazard regression. A total of 3,216 patients were included in the in-hospital mortality analysis (mean age 60.9±14.9 years, 42% women). In-hospital mortality was 11% (n=354). Lower income levels were associated with a higher risk of death after adjustment for baseline patient characteristics, clinical characteristics at admission, and causes of decompensation (OR 1.23, 95% CI 1.04-1.46, p=0.016). Education levels were not associated with mortality after adjustment for baseline patient characteristics, clinical characteristics at admission, and causes of decompensation. For the post-discharge follow-up analysis, 2,425 patients were included (mean age 60.7±15.0 years, 41.2% women). At a median follow-up of 180 days (52 – 180 days), overall mortality was 11.3% (n=274), cardiovascular mortality was 9.1% (n=221), and the all-cause rehospitalization rate was 26.2% (n=635). Lower education levels, after adjustment for confounding factors, were associated with a higher risk of all-cause death (HR 1.39, 95% CI 1.13 – 1.73, p=0.002) and cardiovascular death (SHR 1.38, 95% CI 1.09 – 1.75, p=0.008), but not with a higher rehospitalization rate (SHR 1.08, 95% CI 0.96 – 1.21, p=0.22). Income level was not associated with any of the analyzed outcomes during this period. In patients with acute HF, lower income levels are associated with a higher risk of in-hospital death, while lower education levels are associated with a higher risk of death in the vulnerable period
Orientador: Prof. Dr. Miguel Morita Fernandes da Silva; Banca: Miguel Morita Fernandes da Silva (Presidente da Banca), Fabiana Goulart Marcondes Braga e Marco Stephan Lofrano Alves; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa: Curitiba, 30/01/2026; Inclui referências
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Impacto da correção do escore de osso trabecular pela espessura da parede abdominal em pacientes com obesidade</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/101799</id>
<updated>2026-04-27T20:25:50Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Impacto da correção do escore de osso trabecular pela espessura da parede abdominal em pacientes com obesidade
Resumo: Introdução: A osteoporose é caracterizada pela redução da densidade mineral óssea (DMO) e deterioração da microarquitetura, resultando em maior risco de fraturas. Embora a DMO, avaliada por absorciometria por dupla energia de raios X (DXA), seja o principal parâmetro diagnóstico, ela não reflete integralmente a qualidade óssea. Para complementar essa avaliação, o escore do osso trabecular (TBS) foi desenvolvido como ferramenta indireta para estimar a microarquitetura trabecular a partir das imagens da DXA da coluna lombar. Contudo, o TBS (versão 3.0) era suscetível à influência da espessura de partes moles, o que resultava na subestimação dos valores em indivíduos obesos. Para contornar essa limitação, a versão 4.0 do software TBS iNsight® introduziu uma correção automatizada baseada na espessura da parede abdominal, visando proporcionar uma avaliação mais precisa da qualidade óssea, especialmente em pacientes com maior adiposidade central. Objetivo: Avaliar o impacto da correção pela espessura da parede abdominal nos valores do TBS em mulheres com obesidade, comparando as versões 3.0 e 4.0 do software, bem como analisar a correlação entre o TBS, variáveis clínicas e demográficas, além de analisar a associação entre TBS, DMO e fraturas. Métodos: estudo transversal, unicêntrico, com análise retrospectiva de um banco de dados de pacientes com obesidade do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do HC-UFPR (SEMPR). Foram incluídas mulheres com 18 anos ou mais com diagnóstico de obesidade, atendidas no SEMPR e que realizaram exame de densitometria óssea. Dados demográficos (idade, raça, peso, altura e IMC), resultados dos exames de densitometria assim como a espessura da parede abdominal foram capturados diretamente do densitômetro (Lunar Prodigy Advance) foram coletados do prontuário. A DMO foi categorizada como normal, baixa massa óssea para idade, osteopenia e osteoporose. A avaliação do TBS, nas duas versões, foi realizada pela empresa Medimaps, (TBS iNsight® v3.0 e v 4.0; Medimaps Group, Geneva, Switzerland). Para a versão 3.0, foram aplicados os pontos de corte validados para a população latino americana, enquanto, para a versão 4.0, os limiares foram definidos a partir dos tercis da amostra total estudada. As pacientes foram avaliados individualmente e também divididas em dois grupos com base no IMC: &lt; 37 kg/m² e = 37 kg/m². Resultados: 247 mulheres (59,2 ± 15 anos), maioria branca foram avaliadas. Os valores médios de TBS foram significativamente menores na versão 4.0 em comparação à 3.0 (1,286 ± 0,082 vs. 1,334 ± 0,081; p &lt; 0,001). Essa diferença foi mais pronunciada nas pacientes com IMC = 37 kg/m² (1,258 ± 0,073 vs. 1,323 ± 0,075; p &lt; 0,001) do que naquelas com IMC &lt; 37 kg/m² (1,297 ± 0,085 vs. 1,338 ± 0,083; p &lt; 0,001). A concordância entre as versões foi moderada (? = 0,49), com discordância em 34% dos casos e reclassificação (com a v 4.0) para pior categoria de qualidade trabecular em 19% das pacientes. O TBS v4.0 apresentou correlação positiva com a DMO da coluna lombar (r= 0,42; p &lt; 0,001) e negativa com idade (r = –0,39; p &lt; 0,001) e espessura da parede abdominal (r = –0,45; p &lt; 0,001). Não houve diferença significativa entre TBS v4.0 e presença de fraturas (p = 0,27). Conclusão: A versão 4.0 do TBS iNsight®, ao incorporar correção direta pela espessura da parede abdominal, forneceu estimativas mais precisas da qualidade óssea em mulheres com obesidade, especialmente aquelas com IMC = 37 kg/m². Esses achados reforçam a importância de considerar a composição corporal na interpretação do TBS e demonstram a superioridade da versão corrigida na avaliação da microarquitetura trabecular em populações com elevada adiposidade abdominal; Abstract:
Orientador: Profa. Dra. Victória Zeghbi Cochenski Borba; Banca: Victória Zeghbi Cochenski Borba (Presidente da Banca), Cynthia Maria Alvares Brandao, Carolina Aguiar Moreira e Vicente Florentino Castaldo Andrade; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa : Curitiba, 31/10/2025; Inclui referências; Área de concentração: Introduction: Osteoporosis is characterized by a reduction in bone mineral density (BMD) and deterioration of microarchitecture, leading to an increased risk of fractures. Although bone mineral density (DXA) is the main diagnostic parameter, it does not fully reflect bone quality. To complement this assessment, the Trabecular Bone Score (TBS) was developed as an indirect tool to estimate trabecular microarchitecture from lumbar spine DXA images. However, the classical TBS (version 3.0) was susceptible to the influence of soft tissue thickness, which resulted in an subestimation of values in obese individuals. To overcome this limitation, version 4.0 of the TBS iNsight® software introduced an automated correction based on abdominal wall thickness, aiming to provide a more accurate assessment of bone quality, especially in patients with greater central adiposity. Objective: To evaluate the impact of abdominal wall thickness correction on TBS values in obese women, comparing software versions 3.0 and 4.0, as well as to analyze the correlation between TBS, clinical and demographic variables, and the association between TBS, BMD, and fractures. Methods: This was a cross-sectional, single-center study with a retrospective analysis of a database of obese patients from the Endocrinology and Metabolism Service of HC-UFPR (SEMPR). Included were women aged 18 years or older with a diagnosis of obesity, seen at SEMPR, who had undergone bone densitometry. Demographic data (age, race, weight, height, and BMI), densitometry results, and abdominal wall thickness captured directly from the densitometer (Lunar Prodigy Advance) were collected from medical records. BMD was categorized as normal, low bone mass for age, osteopenia, and osteoporosis. TBS assessment, for both versions, was performed by Medimaps (TBS iNsight® v3.0 and v4.0; Medimaps Group, Geneva, Switzerland). For version 3.0, validated cutoff points for the Latin American population were applied, while for version 4.0, thresholds were defined based on the tertiles of the total studied sample. Patients were individually assessed and also divided into two groups based on BMI: &lt; 37 kg/m² and = 37 kg/m². Results: A total of 247 women (59.2 ± 15 years old), predominantly white, were evaluated. Mean TBS values were significantly lower in version 4.0 compared to 3.0 (1.286 ± 0.082 vs. 1.334 ± 0.081; p &lt; 0.001). This difference was more pronounced in patients with BMI = 37 kg/m² (1.258 ± 0.073 vs. 1.323 ± 0.075; p &lt; 0.001) than in those with BMI &lt; 37 kg/m² (1.297 ± 0.085 vs. 1.338 ± 0.083; p &lt; 0.001). Agreement between versions was moderate (? = 0.49), with discordance in 34% of cases and reclassification (with v4.0) to a worse trabecular quality category in 19% of patients. TBS v4.0 showed a positive correlation with lumbar spine BMD (r = 0.42; p &lt; 0.001) and negative correlations with age (r = –0.39; p &lt; 0.001) and abdominal wall thickness (r = –0.45; p &lt; 0.001). There was no significant difference between TBS v4.0 and the presence of fractures (p = 0.27). Conclusion: Version 4.0 of TBS iNsight®, by incorporating direct correction for abdominal wall thickness, provided more accurate estimates of bone quality in obese women, especially those with BMI = 37 kg/m². These findings reinforce the importance of considering body composition in TBS interpretation and demonstrate the superiority of the corrected version in assessing trabecular microarchitecture in populations with high abdominal adiposity
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Strain do átrio esquerdo na ecocardiografia sob estresse com dobutamina para avaliação de isquemia miocárdica</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/96351</id>
<updated>2026-04-10T15:02:59Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Strain do átrio esquerdo na ecocardiografia sob estresse com dobutamina para avaliação de isquemia miocárdica
Resumo: Introdução: Na cascata isquêmica a disfunção diastólica precede as alterações da contratilidade ventricular, e sabe-se que tanto a disfunção ventricular diastólica quanto a disfunção sistólica estão relacionadas com a função do átrio esquerdo (AE), que pode ser avaliada pela ecocardiografia com speckle-tracking através do estudo do strain atrial. Em um estudo transversal, buscamos avaliar qual a acurácia do strain do AE para detecção de isquemia miocárdica em pacientes submetidos a Ecocardiografia sob Estresse com Dobutamina (EED). Metodologia: Foram recrutados prospectivamente pacientes encaminhados para realização de EED para investigação de isquemia miocárdica. O strain do AE em seus três componentes – reservatório (LASr), conduto (LAScd) e contrátil (LASct) – foi analisado em todas as fases da EED. O diagnóstico de isquemia miocárdica foi definido pelo surgimento de alteração da contratilidade segmentar em dois segmentos contíguos durante a EED. Pacientes com um teste positivo para isquemia foram comparados com aqueles com um resultado negativo. Resultados: Foram incluídos para análise final 56 pacientes com suspeita de isquemia miocárdica. A avaliação do strain do AE demonstrou que em indivíduos com isquemia induzida o LASr foi significativamente menor no repouso e em todas as fases do estresse, com os menores valores sendo observados no pico do estresse [27,6% (24,0 – 28,4) vs 34,0% (29,6 – 42,7), p &lt; 0, 001]. LASr no repouso e em baixa dose de dobutamina foi preditor de isquemia induzida durante a EED (repouso: AUC = 0,68, p = 0,038; baixa dose: AUC = 0,78, p &lt; 0,001). Um ponto de corte &lt; 29,7% para o LASr no pico do estresse foi o parâmetro com maior acurácia para detectar isquemia miocárdica induzida (AUC = 0,88, p &lt; 0,001). Conclusão: Os achados deste estudo demonstram que a avaliação do strain do AE, em pacientes submetidos a EED para pesquisa de isquemia miocárdica, possui valor diagnóstico e pode ser integrado ao exame convencional para corroborar os achados de um teste positivo; Abstract: Diastolic dysfunction occurs before changes in ventricular contractility during the ischemic cascade. Both diastolic and systolic left ventricle dysfunctions are known to be associated with left atrial (LA) myocardial deformation during the cardiac cycle, which can be evaluated by speckle-tracking echocardiography through the assessment of LA atrial strain. The aim of this cross-sectional study was to assess the accuracy of LA strain for detecting myocardial ischemia in patients undergoing dobutamine stress echocardiography (DSE). Methods: LA strain, including its three components—reservoir (LASr), conduit (LAScd), and contractile (LASct)—was analyzed at each stage of DSE. The diagnosis of myocardial ischemia was defined as a new or worsening wall motion abnormality in at least two contiguous LV segments during DSE. Patients with DSE positive for ischemia were compared with those with DSE negative for ischemia. Results: A total of 56 patients were included. Patients with inducible ischemia had significantly lower LASr values at rest and across all phases of the examination, with the lowest values at peak stress [27.6% (24.0 to 28.4) vs. 34% (29.6 to 42.7), p&lt;0.001]. LASr at rest and in low-dose dobutamine predicted ischemia during DSE [rest: AUC=0.68, p=0.038; low dose: AUC=0.78, p&lt;0.001]. A cutoff of ischemia [AUC=0.88, p&lt;0.001]. Conclusion: Assessment of LA strain in patients undergoing DSE due to suspected myocardial ischemia has diagnostic value and could be integrated into conventional DSE.
Orientador: Prof. Dr. Marco Stephan Lofrano-Alves; Coorientador: Prof. Dr. Miguel Morita Fernandes da Silva; Banca: Marco Stephan Lofrano-Alves (Presidente da Banca), Daniela do Carmo Rassi Frota, Marcelo Luiz Campos Vieira; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa : Curitiba, 24/01/2025; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Características clínicas e do envolvimento renal em uma coorte brasileira de pacientes com complexo esclerose tuberosa</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/95470</id>
<updated>2026-04-08T14:09:24Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Características clínicas e do envolvimento renal em uma coorte brasileira de pacientes com complexo esclerose tuberosa
Resumo: INTRODUÇÃO: O complexo de esclerose tuberosa (CET) é uma doença rara, autossômica dominante, caracterizada pela presença de tumores benignos em vários órgãos; nos rins, as lesões mais frequentes são os angiomiolipomas. Podem estar presentes desde a infância e crescer ao longo do tempo, levando a complicações, como sangramento e doença renal crônica (DRC). Este estudo tem como objetivo caracterizar o perfil clínico e epidemiológico dos pacientes e identificar potenciais fatores de risco relacionados ao acometimento renal. MÉTODOS: Estudo retrospectivo e observacional de pacientes com CET na primeira consulta médica com nefrologista de 2019 a 2024. Dados clínicos, laboratoriais e de imagem foram coletados de prontuários médicos. Análises de comparação foram realizadas de acordo com sexo, sangramento renal, intervenções renais e DRC. RESULTADOS: Foram incluídos 172 pacientes (28+-14,2 anos, 62,2% mulheres). O angiomiolipoma foi a lesão mais frequente (91,1%) com prevalência crescente com a idade, seguida das lesões císticas (50%). 35,5% dos pacientes estavam em uso de inibidores de mTOR. A prevalência de DRC, hemorragia renal e intervenções foi de 9,9%, 16,6%, 27,9%, respectivamente. Pacientes do sexo feminino apresentaram pior função renal, maior prevalência de angiomiolipomas [maior ou igual] 30 mm e de intervenções renais. A DRC foi associada à idade avançada, proteinúria, tamanho do angiomiolipoma, principalmente se maior que 75 mm, sangramento renal prévio e intervenções. O ponto de corte de idade para sangramento renal foi 30 anos. CONCLUSÕES: O envolvimento renal relacionado ao CET pode aparecer precocemente na vida, é progressivo e parece ser mais grave em mulheres. As altas taxas de complicações podem ser devidas ao encaminhamento tardio aos nefrologistas e à baixa taxa de prescrição de inibidores de mTOR; Abstract: BACKGROUND: Tuberous sclerosis complex (TSC) is a rare, autosomal dominant disease, characterized by the presence of benign tumors in several organs; in the kidneys, the most frequent lesions is angiomyolipoma. They may be present since childhood and grow over time, leading to complications, such as bleeding and CKD. This study aims to characterize the clinical and epidemiological profile of patients and identify potential risk factors related to renal involvement. METHODS: Retrospective and observational study of TSC patients in the first medical appointment with nephrologist from 2019 to 2024. Clinical, laboratory and imaging data were collected from medical records. Comparison analyses were performed according to sex, renal bleeding, invasive interventions and CKD. RESULTS: 172 patients were included (28+-4.2 years, 62.2% female). Angiomyolipoma was the most frequent lesion (91.1%) with increasing prevalence with age, followed by cystic lesions (50%). 35.5% of the patients were on mTOR inhibitors. The prevalence of CKD, renal hemorrhage and interventions was 9.9%, 16.6 %, 27.9 %, respectively. Female presented worse renal function, higher prevalence of angiomyolipoma [maior ou igual] 30mm and interventions. CKD was associated with older age, proteinuria, the size of angiomyolipoma, particularly if higher than 75 mm, previous renal bleeding and interventions. The age cutoff for renal bleeding was 30 years old. CONCLUSIONS: TSC-related renal involvement may appear early in life, is progressive and seems to be more severe in females. The high rates of complications may be due to the late referral to nephrologists and the low rate of mTOR inhibitors prescription
Orientador: Prof. Dr. Fellype de Carvalho Barreto; Banca: Fellype de Carvalho Barreto (Presidente da Banca), Maria Helena Visbich, Rodrigo Hagemann; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em  Medicina Interna. Defesa : Curitiba, 24/02/2025; Inclui referências; Área de concentração: Medicina Interna
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