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<title>40001016012P1 Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/64844" rel="alternate"/>
<subtitle>anterior a 2019, ver Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna</subtitle>
<id>https://hdl.handle.net/1884/64844</id>
<updated>2026-06-24T23:14:12Z</updated>
<dc:date>2026-06-24T23:14:12Z</dc:date>
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<title>Análise de sinais preditores de deterioração clínica, mortalidade e internação em UTI em pacientes admitidos em pronto-socorro : criação de um escore prognóstico baseado em dados nacionais</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/96355</id>
<updated>2026-06-23T16:34:12Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise de sinais preditores de deterioração clínica, mortalidade e internação em UTI em pacientes admitidos em pronto-socorro : criação de um escore prognóstico baseado em dados nacionais
Resumo: Introdução: O reconhecimento de padrões demográficos e clínicos em pacientes admitidos nos serviços de emergência é essencial para prever a necessidade de intervenções em UTI e o risco de mortalidade, permitindo uma melhor alocação de recursos e otimização de cuidados. Entretanto, a literatura brasileira carece de dados que fundamentem uma abordagem preditiva robusta. Com esse objetivo, este estudo visa elaborar um escore prognóstico nacional que se baseie em variáveis clínicas e laboratoriais, facilitando a avaliação rápida e precisa do risco de internação e mortalidade. Métodos: Trata-se de uma coorte retrospectiva e multicêntriao, com coleta de dados de registros eletrônicos de saúde de pacientes atendidos em doze hospitais nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, entre 2019 e 2020. Variáveis quantitativas e qualitativas foram analisadas através de testes estatísticos como o teste T de Student, Mann-Whitney e qui-quadrado, com nível de significância de p &lt; 0,05. Utilizou-se a regressão logística para identificar fatores preditivos e validar o escore BRASIL, comparando-o ao modelo NEWS 2. Resultados: A amostra final incluiu 60.366 pacientes, nos quais foram identificados fatores associados à mortalidade e à necessidade de UTI. Idade avançada, presença de comorbidades oncológicas, níveis elevados de ureia, hipotensão e glicemia elevada foram significativos preditores de mortalidade. Já a taquipneia, hipoxemia e troponina elevada foram indicadores importantes de internação em UTI. O escore BRASIL apresentou boa capacidade preditiva, com uma AUC de 0,78 na curva ROC, superando o NEWS 2 (AUC de 0,697) na discriminação de pacientes em risco de deterioração clínica. Conclusão: O escore BRASIL demonstrou ser uma ferramenta prática e eficaz na identificação precoce de riscos em pacientes de emergência, sendo superior ao NEWS 2 em nossa amostra. A criação do escore representa uma ferramenta inovadora para a saúde brasileira, ajudando equipes de emergência a antecipar necessidades de alta complexidade, especialmente em contextos com recursos limitados. Este estudo indica que um sistema nacional de dados para emergências pode melhorar a gestão de casos críticos e otimizar recursos, beneficiando a saúde pública no Brasil; Abstract: Introduction: Recognizing demographic and clinical patterns in patients admitted to emergency services is essential for predicting the need for ICU interventions and assessing mortality risk, thus enabling better resource allocation and optimization of care. However, Brazilian literature lacks data supporting a robust predictive approach. To address this gap, this study aims to develop a national prognostic score based on clinical and laboratory variables, facilitating a quick and accurate assessment of hospitalization and mortality risk. Methods: This retrospective, multicenter cohort study involved data collection from electronic health records of patients treated in twelve hospitals in the South and Southeast regions of Brazil from 2019 to 2020. Quantitative and qualitative variables were analyzed using statistical tests such as Student's t-test, Mann-Whitney, and chi-square, with a significance level of p &lt; 0.05. Logistic regression was applied to identify predictive factors and validate the BRASIL score, comparing it with the NEWS 2 model. Results: The final sample included 60,366 patients, revealing factors associated with mortality and ICU admission. Advanced age, presence of oncological comorbidities, elevated urea levels, hypotension, and high blood glucose were significant predictors of mortality. Meanwhile, tachypnea, hypoxemia, and elevated troponin were important indicators of ICU admission. The BRASIL score demonstrated strong predictive capacity, with an AUC of 0.78 in the ROC curve, outperforming NEWS 2 (AUC of 0.697) in discriminating patients at risk of clinical deterioration. Conclusion: The BRASIL score proved to be a practical and effective tool for early risk identification in emergency patients, surpassing NEWS 2 in our sample. This score represents an innovative tool for Brazilian healthcare, aiding emergency teams in anticipating high complexity needs, especially in resource-limited settings. This study suggests that a national emergency data system could enhance critical case management and optimize resources, benefiting public health in Brazil
Orientador: Prof. Dr. Gustavo Lenci Marques; Coorientadores: Prof. Dr. Maurício de Carvalho e Prof. Me. Hugo Manuel Paz Morales; Banca: Gustavo Lenci Marques (Presidente da Banca), Rogerio de Fraga, Lidia Ana Zytynski Moura; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa : Curitiba, 07/02/2025; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Alterações musculoesqueléticas e obesidade sarcopênica em pacientes com acromegalia</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/95995</id>
<updated>2026-06-23T15:43:53Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alterações musculoesqueléticas e obesidade sarcopênica em pacientes com acromegalia
Resumo: Introdução: A acromegalia é uma doença crônica e progressiva causada por um adenoma hipofisário secretor de hormônio do crescimento (GH), levando a níveis elevados de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1). A exposição prolongada a esses hormônios está associada a múltiplas comorbidades, incluindo alterações musculoesqueléticas, como aumento de massa muscular sem ganhos proporcionais de força, e densidade mineral óssea (DMO) normal ou elevada, acompanhada por uma maior prevalência de fraturas. A obesidade sarcopênica (OS) é uma preocupação particular na acromegalia, dado seu potencial para agravar déficits funcionais e reduzir a qualidade de vida. Objetivo: Avaliar as alterações musculoesqueléticas e a prevalência de obesidade sarcopênica em pacientes com acromegalia. Métodos: Estudo observacional, transversal, envolvendo pacientes com acromegalia acompanhados em um centro terciário e controles pareados por idade e sexo. Todos os participantes foram submetidos a um questionário de avaliação de saúde, testes físicos, avaliação da composição corporal e investigação do metabolismo ósseo, incluindo DMO, avaliação de fratura vertebral (VFA), escore de osso trabecular (TBS) e cálculo de risco de fraturas (FRAX). A obesidade sarcopênica foi diagnosticada com base nos critérios do Consenso ESPEN e EASO. Resultados: Foram avaliados 48 pacientes com acromegalia (grupo acromegalia – GA, 26 mulheres, média de idade 56,3 ± 11,6 anos, IMC médio de 31,3 ± 4,9) e 48 controles (grupo controle – GC, 26 mulheres, média de idade 56,7 ± 13,7 anos, IMC de 25,5 ± 4,7). Apesar de apresentarem maior massa magra total e apendicular, o GA mostrou comprometimentos significativos no desempenho físico, particularmente em força, velocidade de marcha e equilíbrio (p &lt; 0,05), maior número de fraturas vertebrais (22,91% vs. 4,16%; p = 0,021) e comprometimento da microarquitetura óssea avaliado pelo TBS (p &lt; 0,001), apesar de DMO igual ao GC. A prevalência de OS no GA foi de 16,7%, em comparação com 0% no GC (p = 0,006), correlacionando-se positivamente com aumento de massa gorda e redução do desempenho físico. Conclusões: Pacientes com acromegalia apresentam comprometimento musculoesquelético e funcional importantes resultando em fraturas e alta prevalência de OS; Abstract: Introduction: Acromegaly is a chronic and progressive disease caused by a growth hormone (GH)-secreting pituitary adenoma, leading to elevated levels of insulin-like growth factor 1 (IGF-1). Prolonged exposure to these hormones is associated with multiple comorbidities, including musculoskeletal alterations such as increased muscle mass without proportional strength gains and normal or elevated bone mineral density (BMD) accompanied by a higher prevalence of fractures. Sarcopenic obesity (SO) is of particular concern in acromegaly, given its potential to exacerbate functional impairments and reduce quality of life. Objective: To evaluate musculoskeletal alterations and the prevalence of sarcopenic obesity in patients with acromegaly. Methods: Observational, cross-sectional study involving patients with acromegaly followed at a tertiary center and age- and sex-matched controls. Health assessment questionnaire, physical performance tests, body composition evaluation, and bone metabolism assessment, including BMD, vertebral fracture assessment (VFA), trabecular bone score (TBS), and fracture risk estimation (FRAX), were performed in all participants. Sarcopenic obesity was diagnosed based on the ESPEN and EASO consensus criteria. Results: 48 patients with acromegaly (acromegaly group – AG, 26 women, mean age 56.3 ± 11.6, mean BMI 31.3 ± 4.9) were compared to 48 controls (control group – CG, 26 women, mean age 56.7 ± 13.7, BMI 25.5 ± 4.7). Despite having greater total and appendicular lean mass, AG showed significant impairments in physical performance, particularly in strength, gait speed and balance (p&lt;0.05), higher number of vertebral fractures (22.91% vs. 4.16%; p = 0.021) and bone microarchitecture impairment assessed by TBS (p &lt; 0.001), besides equal BMD as CG. The prevalence of SO in the AG was 16.7%, compared to 0% in the CG (p=0.006), and positively correlated with increased fat mass and impaired physical performance. Conclusions: This study demonstrated important musculoskeletal and functional changes in addition to a high prevalence of OS in patients with acromegaly
Orientadora: Profa. Dra. Victoria Zeghbi Cochenski Borba; Coorientador: Prof. Dr. Cesar Luiz Boguszewski; Banca: Victoria Zeghbi Cochenski Borba (Presidente da Banca), Cléo Otaviano Mesa Júnior, Miguel Madeira; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa : Curitiba, 17/02/2025; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Alopecia frontal fibrosante e alopecia fibrosante em padrão de distrubuição [sic] : estudo retrospectivo comparativo dos achados clínicos e histológicos</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/96347" rel="alternate"/>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/96347</id>
<updated>2026-06-23T15:29:27Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alopecia frontal fibrosante e alopecia fibrosante em padrão de distrubuição [sic] : estudo retrospectivo comparativo dos achados clínicos e histológicos
Resumo: Líquen plano pilar (LPP) é uma alopecia cicatricial primária e apresenta três variantes clínicas principais: LPP clássico, síndrome de Graham-Little-Piccardi-Lassueur e alopecia frontal fibrosante (AFF). Alopecia fibrosante em padrão de destruição (AFPD) é descrita como uma forma de alopecia cicatricial primário em pacientes com história de alopecia androgenética (AAG) e considerada variante clínica do LPP por alguns autores devido aos achados histopatológicos semelhantes. Não está claro se AFPD é uma forma de LPP em padrão de distribuição androgenética ou uma AAG com padrão liquenoide. Não há na literatura estudos histopatológicos comparativos entre AFF e AFPD. Os resultados encontrados neste estudo poderão contribuir para a melhor compreensão das duas condições e talvez de alguma relação entre elas. Objetivos: comparar os achados histopatológicos encontrados entre pacientes diagnosticados com AFF e com AFPD, testar a hipótese de que pacientes classificados como AFPD possam ser enquadrados em duas condições distintas: AFPD (termo genérico para indicar casos com indícios de condição fibrosante perifolicular, mas sem características microscópicas típicas de doença liquenoide) e líquen plano em padrão de distribuição (LPPD) com características microscópicas típicas de doença liquenoide com acometimento em padrão androgenético. Buscar critérios histológicos que possam diferenciar a AFPD do LPPD. Métodos: realizado estudo retrospectivo observacional. Foram incluídos no estudo dois grupos. O primeiro grupo composto por 12 pacientes com diagnóstico clínico e histopatológico compatível com AFF. O segundo grupo composto por 32 pacientes com alopecia difusa na região central do couro cabeludo, diagnosticados como AFPD. Todos os pacientes possuíam, pelo menos, uma biópsia do couro cabeludo da região afetada. Cada lâmina foi codificada e a revisão foi realizada de maneira cega, sem qualquer acesso a nenhuma informação clínica dos pacientes durante todo processo de revisão. A amostra final foi constituída de 55 biópsias de um total de 32 pacientes. A análise dos dados histopatológicos foi realizada em cada um dos grupos AFF e AFPD. Posteriormente o grupo AFPD foi dividido em 2 subgrupos: AFPD com trato fibroso cicatricial (AFPD/CTF) e AFPD sem trato fibroso cicatricial (AFPD/STF). Essa divisão foi feita porque casos com tratos fibrosos cicatriciais representam uma forma de alopecia de padrão cicatricial. Então, se presentes, pode-se praticamente excluir a possibilidade de AAG e pode se assumir que se trata de um caso de LPP. Conclusões: a partir dos resultados obtidos neste estudo não foi possível diferenciar AFF da AFPD através dos achados histopatológicos. Não identificamos características histopatológicas específicas para cada condição, fortalecendo a possibilidade de AFPD ser uma forma clínica de LPP. Não foi possível identificar no grupo AFPD características que possam subdividi-lo em duas condições distintas: LPPD e uma condição fibrosante em pacientes com AAG prévia. Os achados estatisticamente significativos encontrados entre os grupos estão provavelmente relacionados a fases diferentes da doença em cada grupo. Estudos prospectivos com seguimento dos pacientes com diagnóstico de AFPD poderão buscar características que possam auxiliar o médico a identificar precocemente os casos que possam evoluir com pior desfecho; Abstract: Lichen planopilaris (LPP) is a primary cicatricial alopecia with three main clinical variants: classic LPP, Graham-Little-Piccardi-Lassueur syndrome, and frontal fibrosing alopecia (FFA). Fibrosing alopecia in a pattern distribution (FAPD) has been described as a primary cicatricial alopecia in patients with androgenetic alopecia (AGA) history and considered, by some authors, as LPP clinical variant due to their similar histopathological findings. It is not clear whether FAPD is LPP in a pattern distribution or an AGA with lichenoid pattern. So far, there are no comparative histopathological studies between FFA and FAPD in the literature. The results may contribute to a better understanding and, perhaps, to some relation between these two conditions. Objectives: compare histopathological findings between FFA and FAPD, test the hypothesis that patients classified as AFPD can be classified into two distinct conditions: FAPD (generic term to indicate cases with evidence of perifollicular fibrosing condition, but without typical microscopic characteristics of lichenoid disease), and lichen planopilaris in a pattern of distribution (LPPD) with microscopic features typical of lichenoid disease with involvement in an androgenetic pattern. Search for histological criteria that can differentiate FAPD from diffuse non-lichenoid alopecia with atypical clinical evolution, as some cases of AGA, for example. Methods: retrospective observational study was performed. Two groups were included in the study. The first group consisted of 12 patients with clinical and histopathological diagnosis compatible with AFF. The second group consisted of 32 patients with diffuse alopecia in the central scalp, diagnosed as FAPD. All patients have had at least one scalp biopsy of the affected region. Each slide was coded and the review was performed blindly, without any access to clinical information during all review process. The final sample consisted of 55 biopsies from a total of 32 patients. The analysis of histopathological data was performed whitin each group, FFA and FAPD. Then, the FAPD group was divided into 2 subgroups: FAPD with cicatricial tracts present (FAPD/CTP) and AFPD with cicatricial tracts absent (FAPD/CTA). This division was made because cases with cicatricial tracts represent a form scarring alopecia. So, if present, the possibility of AGA can practically be excluded and it can be assumed that this is a case of LPP. After that, we performed a comparative analysis between the groups. Conclusions: based on the results obtained in this study, it was not possible to differentiate FFA from FAPD by histopathological findings. Besides, specific histopathological features for each condition weren’t identify, reinforcing FAPD as probable clinical subtype of LPP. It was also not possible to identify features that could subdivide the FAPD group into two distinct conditions: LPPD and a fibrosing condition in patients with previous AGA. The statistically significant findings found between the groups are likely related to different stages of the disease in each group. Prospective studies with follow up of patients with FAPD diagnosis can seek characteristics that can help physicians identify in advance cases that may evolve to a worse outcome
Orientadora: Profa. Dra. Betina Werner; Coorientadora: Profa. Fabiane Mulinari-Brenner; Banca: Betina Werner  (Presidente da Banca), Luis Eduardo Agner Machado Martins, Katia Sheylla Malta Purim; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna. Defesa : Curitiba, 22/10/2021; Inclui referências; Área de concentração: Medicina Interna
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Eficácia comparativa das classes de agentes anti-hipertensivos no risco de fibrilação atrial de início recente e recorrente : uma meta-análise bayesiana em rede de ensaios clínicos randomizados controlados</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/105551</id>
<updated>2026-06-12T09:36:30Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Eficácia comparativa das classes de agentes anti-hipertensivos no risco de fibrilação atrial de início recente e recorrente : uma meta-análise bayesiana em rede de ensaios clínicos randomizados controlados
Resumo: Objetivo: A eficácia comparativa de agentes anti-hipertensivos específicos na prevenção de fibrilação atrial (FA) incidente ou recorrente permanece incerta. Este estudo teve como objetivo avaliar o impacto de diferentes classes de anti hipertensivos no risco de FA em pacientes com hipertensão arterial, diabetes e/ou FA. Métodos: As bases de dados Medline, Cochrane, EMBASE e ClinicalTrials.gov foram pesquisadas em busca de ensaios clínicos controlados e randomizados (ECCRs) que reportassem eventos de FA como desfecho previamente definido. Foram analisados inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs), bloqueadores do receptor de angiotensina (BRAs), bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos (BCCs), betabloqueadores, antagonistas dos receptores mineralocorticoides (ARMs) e diuréticos tiazídicos (DTs). O risco relativo (RR) com intervalo de credibilidade (ICr) de 95% foi estimado por meio de uma meta-análise em rede Bayesiana com efeitos aleatórios. Os tratamentos foram ranqueados utilizando a superfície sob a curva de ranqueamento cumulativo (SUCRA). Resultados: Foram incluídos 22 ECCRs, totalizando 66.156 pacientes com hipertensão, diabetes ou FA. IECAs associados a DTs (RR 0,44; ICr 95% 0,23–0,82), IECAs (RR 0,66; ICr 95% 0,44–0,95) e BRAs (RR 0,52; ICr 95% 0,38–0,70) estiveram associados a menores taxas de FA incidente ou recorrente em comparação aos BCCs. O ranqueamento pelo SUCRA indicou IECAs + DTs (0,86) como a estratégia mais eficaz, seguido por BRAs (0,77), ARMs (0,75) e IECAs (0,53) na prevenção de eventos de FA. Esses achados foram consistentes nas análises secundárias e de sensibilidade. Conclusão: Nesta metanálise em rede que comparou múltiplos regimes anti-hipertensivos em pacientes com hipertensão arterial, diabetes ou FA, IECA associados a DT, IECA isolados e BRAs mostraram-se as estratégias mais eficazes na redução de eventos de FA, superando os bloqueadores dos canais de cálcio; Abstract: Aims: The comparative effectiveness of specific antihypertensive agents in preventing new-onset or recurrent atrial fibrillation (AF) remains uncertain. This study aimed to evaluate the impact of different classes of antihypertensive agents on AF risk among patients with hypertension, diabetes, and/or AF. Methods: Medline, Cochrane, EMBASE, and ClinicalTrials.gov databases were searched for randomized controlled trials (RCTs) reporting AF events as a pre-defined outcome. Angiotensin-converting enzyme (ACE) inhibitors, angiotensin receptor blockers (ARBs), dihydropyridine calcium channel blockers (CCBs), ß-blockers, mineralocorticoid antagonists (MRAs), and thiazide diuretics (TDs) were analyzed. The risk ratio (RR) with a 95% credible interval (CrI) was calculated within a Bayesian random-effects network meta-analysis (NMA). Treatments were ranked using the surface under the cumulative ranking (SUCRA). Results: Twenty-two RCTs randomizing 66,156 patients with hypertension, diabetes, or AF were included. ACE inhibitors plus TD (RR 0.44; 95% CrI 0.23–0.82), ACE inhibitors (RR 0.66; 95% CrI 0.44–0.95), and ARBs (RR 0.52; 95% CrI 0.38–0.70) were associated with lower rates of new-onset or recurrent AF compared with CCBs. SUCRA ranked ACE inhibitors plus TD (0.86) as the best, followed by ARBs (0.77), MRAs (0.75), and ACE inhibitors (0.53) for preventing AF events. These findings were consistent across secondary and sensitivity analyses. Conclusion: In this NMA comparing multiple antihypertensive regimens in patients with hypertension, diabetes, or AF, ACE inhibitors plus TD, ACE inhibitors, and ARBs were the most effective in reducing AF events, outperforming CCBs
Orientador: Prof. Dr. Emilton Lima Junior; Banca: Emilton Lima Junior (Presidente da Banca), Luiz Fernando Kubrusly e Miguel Morita Fernandes da Silva; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde. Defesa: Curitiba, 04/05/2026; Inclui referências
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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