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<title>Cirurgia cardiovascular</title>
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<title>Anomalia de Ebstein : resultado pós-operatório da plastia valvar tricúspide</title>
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<name>Pereira, João Cláudio Campos</name>
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<updated>2021-06-09T14:16:08Z</updated>
<published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Anomalia de Ebstein : resultado pós-operatório da plastia valvar tricúspide
Pereira, João Cláudio Campos
Resumo: Objetivo – Analisar os resultados da plastia valvar tricúspide na Anomalia de Ebstein.
Métodos – De abril de 2005 a maio de 2012, 23 (vinte e três) pacientes com
diagnóstico de Anomalia de Ebstein, foram submetidos à cirurgia no Hospital
Pequeno Príncipe de Curitiba, com idades variando de 9 (nove) meses a 16
(dezesseis) anos. Destes, 6 (seis) pacientes foram excluídos, pois não realizaram
plastia tricúspide, sendo 1 (uma) correção da Anomalia de Ebstein com substituição
valvar tricúspide, 1 (um) "shunt central"- Waterston-Cooley, 1 (uma) derivação
cavopulmonar bidirecional (Operação de Glenn) + Fechamento de CIA, 2 (dois)
implantes de marca-passo câmara dupla por BAVT e 1 (um) implante de CDI por
TVS. As técnicas usadas para a plastia tricúspide foram Carpentier em 15 (quinze)
pacientes e Técnica do Cone em 2 (dois).
Resultados - Não houve óbito hospitalar, nos pacientes avaliados. O tempo médio
de seguimento pós-operatório foi de 1 (um) ano e 5 (cinco) meses, com
ecocardiograma e estes mostraram boa função ventricular.
Em relação à plastia valvar, 11 (onze) pacientes apresentaram insuficiência
tricúspide leve, 3 (três) apresentaram dupla lesão tricúspide leve (insuficiência +
estenose), 1 (um) apresentou insuficiência tricúspide moderada, 1 (um) insuficiência
tricúspide leve associada à insuficiência mitral leve e 1 (um) com insuficiência
tricúspide leve associada à insuficiência mitral moderada.
Em relação à ablação de feixes anômalos, 11 (onze) pacientes foram submetidos ao
procedimento e em 6 (seis), não houve a necessidade.
1 (um) paciente apresentou bloqueio atrioventricular total, sendo necessário o
implante de marca-passo DDD na sala de cirurgia, um segundo paciente apresentou
bradicardia sinusal e implantou marca-passo tardiamente e um terceiro paciente
necessitou de cardiodesfibrilador implantável, 6 (seis) anos após a correção
cirúrgica.
Conclusão - As duas técnicas utilizadas para a correção da Anomalia de Ebstein, no
que se refere à valva tricúspide, se mostraram eficazes quanto à insuficiência e
também mantiveram uma boa função e morfologia ventricular
Orientador: Prof. Dr. Roberto Gomes de Carvalho; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Cirurgia Torácica e Cardiovascular; Inclui referências
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