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<title>40001016009P0 Programa de Pós-Graduação em História</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/39766</id>
<updated>2026-06-05T00:32:00Z</updated>
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<title>"¡Ojo, libro peligroso!" : a importância da obra Las Aventuras de Nono e da Escola Moderna para a difusão do pensamento anarquista (1901-1909)</title>
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<updated>2026-05-27T18:32:52Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"¡Ojo, libro peligroso!" : a importância da obra Las Aventuras de Nono e da Escola Moderna para a difusão do pensamento anarquista (1901-1909)
Resumo: Jean Grave foi um notório militante anarquista francês, que viveu entre 1854 e 1939. Sua consagração como referência na cultura impressa se deu por meio do intenso trabalho que executou enquanto escritor e editor de periódicos ácratas de grande circulação. Inspirado pela criação de mundos utópicos e histórias fantásticas, das ficções literárias, escreveu Les Aventures de Nono, em 1901. Protagonizado por um menino de nove anos e direcionado ao público infantil, este livro foi traduzido para o espanhol e passou a integrar o conjunto de materiais da Escuela Moderna, em 1903. Fundada por Francisco Ferrer y Guardia, esta instituição se consolidou como uma das principais experiências de educação racionalista e libertária, no início do século XX. Diante da relação estabelecida entre Grave e Ferrer, por meio das atividades editoriais e pedagógicas da Escuela Moderna, é que se desenvolve a proposta desta pesquisa. Sob a perspectiva da micro-história, a ferramenta metodológica norteadora é o paradigma indiciário, tal como conceituado pelo historiador italiano Carlo Ginzburg. Dadas as considerações, a problemática consiste em analisar de que maneira a obra Las Aventuras de Nono, enquanto componente das Publicaciones de la Escuela Moderna, serviu como meio de difusão do pensamento anarquista e para o despertar da sensibilidade crítica dos leitores, por meio da imaginação; Abstract: Jean Grave was a notorious French anarchist militant who lived from 1854 to 1939. His recognition as a reference in print culture came about through the intense work he did as a writer and editor of widely-circulated anarchist journals. Inspired by the creation of utopian worlds and fantastic stories in literary fiction, he wrote Les Aventures de Nono in 1901. Starring a nine-year-old boy and aimed at a children's audience, this book was translated into Spanish and became part of the Escuela Moderna materials in 1903. Founded by Francisco Ferrer y Guardia, this institution became one of the main experiments in rationalist and libertarian education at the beginning of the 20th century. The proposal of this research is based on the relationship established between Grave and Ferrer, through the editorial and pedagogical activities of the Escuela Moderna. From the perspective of microhistory, the guiding methodological tool is the indiciary paradigm, as conceptualized by Italian historian Carlo Ginzburg. Given these considerations, the issue is to analyze how the work Las Aventuras de Nono, as part of the Publicaciones de la Escuela Moderna, served as a means of disseminating anarchist thought and awakening readers' critical sensibilities through imagination
Orientador: Prof. Dr. Clóvis Mendes Gruner; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em  História. Defesa : Curitiba, 30/08/2024; Inclui referências
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<title>Qué otra cosa puede festejar? Paixão política nas narrativas sobre a Copa do Mundo de Futebol na Argentina (1975-1978)</title>
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<updated>2026-05-22T19:02:24Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qué otra cosa puede festejar? Paixão política nas narrativas sobre a Copa do Mundo de Futebol na Argentina (1975-1978)
Resumo: A Copa do Mundo de 1978 constituiu um dos exemplos limites das relações políticas tecidas a partir do futebol, durante os regimes autoritários na América Latina. A competição, realizada na Argentina sob a égide do autointitulado Proceso de Reorganización Nacional, delimitou um momento de inequívoca aproximação entre a ditadura comandada pela junta militar, então encabeçada pelo tenente-general Jorge Rafael Videla, e o futebol como fenômeno cultural massivo e midiatizado. Em sua configuração específica, mobilizou atenções que se prolongaram temporalmente desde os anos prévios de organização do evento e preparação esportiva das equipes. Também motivou intensos debates políticos e culturais que se propuseram a discutir o país e tensionar as apreciações construídas sobre o esporte para além do território argentino. Reflexões particularmente significativas em ambientes onde o futebol partilhava de singular apreço cultural e popular. Um desses lugares era o Brasil, vizinho sul-americano que vivia as complicações de sua própria ditadura civil-militar - sob uma atmosfera de crescente contestação interna -, almejava um bom desempenho na competição e detinha no futebol um importante elemento de representação imaginária nacional. Em ambos os espaços, os discursos produzidos sobre o futebol e a Copa do Mundo aglutinaram múltiplas leituras políticas que dialogavam com o público e com seus respectivos contextos sociais. Construções que flutuavam desde a adesão ideológica aos projetos autoritários oficiais, até reflexões que reivindicavam atitudes de crítica política e social. Nesse sentido, compreendemos o futebol enquanto importante aglutinador de paixões e afetos que possibilitaram a construção de narrativas polissêmicas. Locuções que buscavam operacionalizar sentimentos e emulara a sensação de pertencimento nacional, com objetivos e sentidos distintos, de acordo com os problemas, perspectivas e interesses abordados por seus articuladores. A partir disso, o presente trabalho se propõe a analisar as múltiplas narrações produzidas sobre o futebol e a Copa do Mundo de 1978 a partir de diferentes suportes documentais, sobretudo alguns veículos da imprensa periódica de cada país. Seja como manifestação cultural e afetiva de grande apelo popular; pressuposto lugar de alienação política, propaganda e instrumentalização; ou espaço inovador na articulação de uma critica política capaz de sensibilizar os sujeitos dispersos em uma sociedade de massas. Para isso, examinamos discursos variados, textuais e imagéticos, propagados sobre a modalidade esportiva, os respectivos selecionados nacionais e ao evento em si, bem como de que formas tais enunciados se articulavam entre si e com as propostas políticas e ideológicas circulantes na época.  Palavras-chave: Ditaduras Latino-Americanas; Esporte; Sensibilidades; Paixão.; Resumen: La Copa del Mundo de 1978 constituye uno de los ejemplos límites de las relaciones políticas tejidas a partir del fútbol durante los regímenes autoritarios en América Latina. La competición cumplida en Argentina, bajo el control del Proceso de Reorganización Nacional, ha delimitado un momento de inequívoca aproximación entre la dictadura comandada por la junta militar, encabezada por el teniente-general Jorge Rafael Videla, y el fútbol como fenómeno cultural masivo y mediatizado. En su configuración específica, movilizó atenciones que se alargaron temporalmente desde los años previos de organización del evento e preparación deportiva de los equipos. También ha motivado diferentes debates políticos e culturales que se propusieron a debatir el país y tensionar las apreciaciones construidas sobre el deporte para adelante del territorio argentino. Reflexiones particularmente significativas en ambientes donde el fútbol repartía de singular aprecio cultural y popular. Uno de esos lugares era Brasil, vecino sudamericano que vivía los disgustos de su propia dictadura civil-militar -aún que en un atmósfera de creciente contestación interna -, miraba un buen desempeño en el torneo y tenía en el fútbol un importante elemento de representación imaginaria nacional. En ambos los espacios, los discursos producidos sobre el futbol y la Copa del Mundo aglutinaron lecturas políticas múltiples que versaban sobre sus respectivos contextos sociales. Construcciones que fluctuaban desde la adhesión ideológica a los proyectos autoritarios oficiales, hacia reflexiones que reivindicaban actitudes de crítica política y social. En ese sentido, comprendemos el fútbol en cuanto fuerte aglutinador de pasiones y afectos, que han posibilitado la confección de narrativas polisémicas. Locuciones que intentaron activar sentimientos y emular la sensación de pertenencia nacional con objetivos y sentidos distintos, de acuerdo con los problemas, perspectivas e intereses abordados por sus articuladores. De esa manera, la presente investigación se vuelta para el análisis de las narraciones producidas sobre el futbol y la Copa de 1978 a partir de diferentes soportes documentales, sobretodo algunos órganos de prensa de cada país. Sea manifestación cultural e afectiva de grande significación popular; presupuesto lugar de alienación, propaganda e instrumentalización; o espacio novedoso en la articulación de una crítica política capaz de sensibilizar los sujetos dispersos en una sociedad de masas. Para eso, examinamos discursos variados, textuales e imagético, propagados con respecto a la modalidad deportiva, las respectivas selecciones nacionales y al evento, bien como de que formas tales enunciados se relacionaban entre ellos y con las propuestas políticas e ideológicas en circulación.  Palabras clave: Dictaduras Latinoamericanas; Deporte; Sensibilidad; Pasión.
Orientador : Prof. Dr. Luiz Carlos Ribeiro; Coorientador : Prof. Dr. Pablo Alabarces (UBA); Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa: Curitiba, 24/08/2016; Inclui referências : f. 470-485
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<title>"O mar interior africano" : análise do pensamento imperialista no projeto de criação do Mar Interior do Saara de François Élie Roudaire (1874–1885)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/102074</id>
<updated>2026-05-11T15:40:12Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"O mar interior africano" : análise do pensamento imperialista no projeto de criação do Mar Interior do Saara de François Élie Roudaire (1874–1885)
Resumo: Esta dissertação analisa o Projeto do Mar Interior do Saara (1874–1885), do militar e geógrafo francês François Élie Roudaire, como expressão do pensamento imperialista do século XIX, abordando o contexto histórico, geográfico, intelectual e técnico que moldou sua formulação e recepção. A partir da leitura e análise do artigo Une Mer Intérieure en Algérie (1874) e do livro La Mer Intérieure Africaine (1883), o trabalho articula três eixos: (1) a influência do sansimonismo na imaginação e, posteriormente, formulação de projetos coloniais para alterar a paisagem e natureza do deserto do Saara; (2) os usos do passado clássico (como o mito da Baía de Tritão) como ferramenta de legitimação para a ideia de (re)criar um mar na região dos chotts; (3) a construção e apresentação de um megaprojeto com elementos utópicos, o qual gerou amplos debates quanto às suas expectativas e limitações práticas. Demonstra-se que o plano de Roudaire não se tratou apenas de um mecanismo para conter a expansão do deserto, mas sim de um instrumento do "domínio da paisagem", que conjuga elementos utópicos, crença no progresso científico, ideia de superioridade europeia, missão civilizadora e interesses coloniais. A recusa institucional do empreendimento foi resultado da junção de incertezas técnicas, custos exorbitantes e imprevisíveis consequências climáticas e ambientais. O falecimento de Roudaire em 1885 levaria o projeto ao esquecimento, sendo esporadicamente lembrado e servindo de inspiração para outros megaprojetos, como o caso de Qattara e Atlantropa. Ao integrar análise das obras de Roudaire com abordagens sobre imperialismo, sansimonismo e produção geográfica do período, a dissertação contribui para a historiografia do imperialismo do século XIX ao analisar como megaprojetos mobilizaram a ciência, usos do passado e relatos de viagens para os fins coloniais; Abstract: This dissertation analyzes the Sahara Inland Sea Project (1874–1885), by French military officer and geographer François Élie Roudaire, as an expression of 19th-century imperialist thought, addressing the historical, geographic, intellectual, and technical context that shaped its formulation and reception. Based on the reading and analysis of the article Une Mer Intérieure en Algérie (1874) and the book La Mer Intérieure Africaine (1883), the work articulates three axes: (1) the influence of Saint-Simonianism on the imagination and, later, formulation of colonial projects to alter the landscape and nature of the Sahara Desert; (2) the uses of the classical past (such as the myth of Triton Bay) as a tool to legitimize the idea of (re)creating a sea in the Chotts region; (3) the construction and presentation of a megaproject with utopian elements, which generated broad debates regarding its expectations and practical limitations. It demonstrates that Roudaire's plan was not simply a mechanism to contain desert expansion, but rather an instrument of "landscape mastery," combining utopian elements, a belief in scientific progress, the idea of European superiority, a civilizing mission, and colonial interests. The institutional rejection of the project stemmed from a combination of technical uncertainties, exorbitant costs, and unpredictable climatic and environmental consequences. Roudaire's death in 1885 led to the project's oblivion, only to be sporadically remembered and serve as inspiration for other megaprojects, such as Qattara and Atlantropa. By integrating an analysis of Roudaire's works with approaches to imperialism, Saint-Simonism, and the period's geographic production, this dissertation contributes to the historiography of 19th-century imperialism by analyzing how megaprojects mobilized science, uses of the past, and travelogues for colonial purposes
Orientadora: Profa. Dra. Marionilde Dias Brepohl de Magalhães; Banca: Marionilde Dias Brepohl de Magalhães (Presidente da Banca), Renata Senna Garraffoni e Sylvio Fausto Gil Filho; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa : Curitiba, 19/02/2026; Inclui referências
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A China pelo "Mundo de papel" : juízos de fixidez e degeneração no periódico missionário "The Chinese Repository" (1832-1851)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/102073</id>
<updated>2026-05-11T15:38:46Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A China pelo "Mundo de papel" : juízos de fixidez e degeneração no periódico missionário "The Chinese Repository" (1832-1851)
Resumo: Impresso entre 1832 e 1851, o The Chinese Repository foi um periódico missionário protestante editado em Cantão que trazia, para um público anglófono, artigos sobre uma série de temas sobre a China, especialmente. As condições que tornaram esta fonte possível são exploradas na dissertação. Propõe-se situar o periódico enquanto um veículo de difusão de imagens negativas da China, que justificariam a intervenção externa como um benefício a esta civilização, supostamente degenerada, sustentadas pelo conteúdo do rótulo "caráter nacional" que foi chamado de "juízos de fixidez". O século XIX ao qual o contexto pertence é precedido por desenvolvimentos de escalas espaço-temporais distintas, a formação de um mundo Atlântico e a exploração de prata nas colônias espanholas, que contribuíram, em maior ou menor grau, para o desenvolvimento e manutenção do comércio de longa distância; o avanço de potências europeias sobre o sul e sudeste asiático que estabeleceram portos e territórios sob sua dominação, acompanhados por um corpo missionário protestante que emerge dos âmbitos nacionais animados para a conversão dos pagãos; e da rotina do comércio com a China, regulamentado pelo chamado Sistema de Cantão, em voga até 1842, quando o peso destas circunstâncias múltiplas – globais, regionais e rotineiras – convergiram na eclosão da Primeira Guerra do Ópio (1839-1842). O periódico, enquanto suporte material, é um índice de uma novidade moderna, uma lógica representacional capaz de ser amplamente difundida que o historiador Frédéric Barbier chamou de "mundo de papel". E, assim como o mundo, a dissertação investe em esboçar uma topografia e morfologia do periódico, em que são destacados os autores de maior impacto e as semelhanças em suas trajetórias. No fim, fica claro a proeminência de autores ligados ao projeto missionário e, sobretudo, dos dois editores, Elijah Coleman Bridgman e Samuel Wells Williams, ambos estadunidenses. Com o mapeamento da fonte, segue-se uma leitura mais apurada da intertextualidade que fundamentou as imagens negativas da China, os relatos de viagem das embaixadas britânicas na virada do século, e as condições espaciais que produziam uma claustrofobia textual, os limites impostos pelo Sistema de Cantão e as revoltas urbanas, que promoviam a noção de uma comunidade sitiada. A leitura dos artigos do periódico, selecionados a partir dos assuntos, demonstram justamente uma tentativa de fixar "a China" a partir certos fenômenos tidos como vícios nacionais. Aqui o referencial teórico pós-colonial mostra-se o mais relevante para produzir uma ferramenta de leitura, como "historicismo", "discurso missionário" e "juízos de fixidez", e concluir como a China para estes estrangeiros era uma civilização degenerada, do máximo grau possível vide seus limites, o desconhecimento do verdadeiro Deus, que deveria, para alcançar a próxima etapa, ser aberta para a influência estrangeira. Conclui-se, a partir da pesquisa, como o periódico produz um imperativo dialético: o fechamento da China, produzido textualmente para a comunidade estrangeira in loco e na Europa e Estados Unidos, e a sua abertura, condição de seu avanço para uma civilização cristã cujo dever é difundir-se; Abstract: Printed between 1832 and 1851, The Chinese Repository was a missionary periodical edited in Canton which brought, to an anglophone public, articles on a myriad of themes about China, especially. The conditions that made this source a possibility are explored in this dissertation. It is proposed placing the periodical as a vehicle for the diffusion of negative images of China, which justified the external intervention as a benefit for this civilization supposedly degenerate, supported by the contents of the label "national character", named here "fixity judgments". The XIX century to which the context belongs to is preceded by developments in distinct spatiotemporal scales, the formation of an Atlantic World and the exploration of silver in the Spanish colonies, which contributed, to a greater or lesser degree, to the development and maintenance of long-distance trade; the advancement of European powers over south and southeast Asia, who established ports and territories over dis domain, accompanied by a group of protestant missionaries who emerged from national contexts invested on the conversion of pagans; and the routine of commerce with China, regulated by the so-called Canton System, lasting till 1842, when the weight of these multiple circumstances – global, regional and routine – converged in the outbreak of the Firs Opium War (1832-1841). The periodical, as a material support, is also evidence of a modern novelty, a representational logic able to be broadly diffused which the historian Frédéric Barbier calls a "paper world. And, just like the world, the dissertation seeks to outline the periodical’s topography and morphology, in which the authors or greater impact are highlighted by their trajectories and the similarities in their trajectories. In the end, it’s clear the importance of authors attached to the missionary project and, overall, of both editors, Elijah Coleman Bridgman and Samuel Wells Williams, both Americans. With the mapping of the source, follows a more detailed reading of the intertextuality which supported the negative images of China, the travel writing from both British embassies by the turn of the century, and the spatial conditions which produced a textual claustrophobia, the limits imposed by the Canton System and the urban revolts, which promoted a notion of a besieged community. The reading of the articles, selected from the subjects, show exactly an attempt to fixate "China" from certain customs taken as national vices. Here, the post-colonial theoretical contributions make themselves relevant to create reading tools, such as "historicism", "missionary discourse" and "fixity judgments", and conclude how China, for these foreigners, was a degenerate civilization, the last possible degree of civilization considering their limitations, a lack of knowledge of the true God, which should, for the next step, be opened to foreign influence. It’s concluded, from the research, how the periodical produces a dialectic imperative: the closeness of China, textually produced for the foreign community in loco and in Europe and United States, and its opening, condition for the advancement of a Christian civilization whose duty is to propagate
Orientador: Prof. Dr. Otávio Luiz Vieira Pinto; Banca: Otávio Luiz Vieira Pinto (Presidente da Banca), Rafael Faraco Benthien e Leonardo Marques; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa : Curitiba, 19/02/2026; Inclui referências; Área de concentração: História
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