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<title>40001016009P0 Programa de Pós-Graduação em História</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/39766</id>
<updated>2026-06-30T08:51:51Z</updated>
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<title>Escutar os cursos d' água, criar narrativas mais-que-humanas : (des) colonizações das águas do Rio Cubatão do Sul (SC)</title>
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<updated>2026-06-09T17:10:08Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Escutar os cursos d' água, criar narrativas mais-que-humanas : (des) colonizações das águas do Rio Cubatão do Sul (SC)
Resumo: Essa dissertação teve como objetivo investigar as relações entre colonialidade, relações mais- que-humanas e as narrativas históricas, tomando como ponto de partida as águas do Rio Cubatão do Sul, na região de Santo Amaro da Imperatriz, em Santa Catarina. O trabalho adota o movimento das águas como motor de narrativas, organizando a sua estrutura como operador analítico e narrativo a partir de quatro elementos constitutivos de um rio: nascentes, afluentes, leito e margens, e confluências. A pesquisa se constrói a partir de uma escuta-leitura que dialoga tanto com críticas internas ao pensamento ocidental quanto com epistemologias que nunca tiveram como premissa o pensamento moderno e colonial. Autoras e autores indígenas, afro- diaspóricos e críticos do colonialismo/colonialidade orientam esse percurso, permitindo evidenciar os limites dos arquivos históricos tradicionais e de suas práticas de exclusão de vozes, línguas, cosmovisões e epistemologias. Como fontes, mobiliza bibliografias locais, arquivos históricos, jornais dos séculos XIX e XX, materiais digitais contemporâneos e registros fotográficos produzidos em campo, sobretudo em torno das águas termais e de suas rememorações públicas. Como resultado, a pesquisa aponta para a necessidade de práticas historiográficas com posturas críticas à invisibilização de outras formas de existências e de relações de humanos e não humanos que foram historicamente subjugadas por uma lógica colonial, extrativista e modernizante, enquanto também busca desnaturalizar as narrativas oficiais de desenvolvimento e progresso que silenciaram genocídios, expropriações e destruições socioambientais, tomando as águas como aliadas na exposição dessas histórias; Abstract: This dissertation aimed to investigate the relationships between coloniality, more-than-human relations, and historical narratives, taking as its starting point the waters of the Cubatão do Sul River, in the region of Santo Amaro da Imperatriz, in Santa Catarina. The work adopts the river as a driver of narratives, organizing its structure as an analytical and narrative operator based on four constitutive elements of a river: springs, tributaries, riverbed and banks, and confluences. The research is built upon a model of listening-reading that engages both with internal critiques of Western thought and with epistemologies that have never been premised on modern and colonial thinking. Indigenous, Afro-diasporic, and anti-colonial/colonialism authors guide this journey, making it possible to highlight the limitations of traditional historical archives and their practices of excluding voices, languages, worldviews, and epistemologies. As sources, it draws on local bibliographies, historical archives, newspapers from the 19th and 20th centuries, contemporary digital materials, and photographic records produced in the field, especially around the thermal waters and their public recollections. As a result, the research points to the need for historiographical practices that critically address the invisibilization of other forms of existence and relationships between humans and non-humans that have historically been subjugated by a colonial, extractivist, and modernizing logic, while also seeking to denaturalize official narratives of development and progress that have silenced genocides, expropriations, and socio-environmental destruction, taking the waters as allies in exposing these histories
Orientador(a): Prof(a). Dr(a). Priscila Piazentini Vieira; Banca: Priscila Piazentini Vieira (Presidente da Banca), Alessandra Gonzalez de Carvalho Seixlack e Ricardo Machado; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa: Curitiba, 19/02/2026; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entre o altar e a fogueira : relações de gênero na censura católica a romances (1907-1924)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/105473</id>
<updated>2026-06-09T16:09:50Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entre o altar e a fogueira : relações de gênero na censura católica a romances (1907-1924)
Resumo: Nas primeiras décadas do século XX no Brasil, a igreja católica procurava recuperar seu lugar de privilégio tanto no nível das consciências dos indivíduos, quanto no âmbito político. Sentindo os efeitos da emergência da laicização do Estado e, ao mesmo tempo, deparando-se com as mudanças características do mundo moderno, o episcopado brasileiro reagiu a esse processo buscando recatolicizar as elites do país. Para tanto, investiu de forma extensiva na divulgação de suas ideias por meio da imprensa e no combate às "más leituras". Nesse cenário, o franciscano Pedro Sinzig e grupos de leigos vinculados ao Centro da Boa Imprensa e à Liga pela Moralidade voltaram-se para um amplo projeto de saneamento de textos literários. Para tanto, lançaram mão de inciativas de censura como a construção do Através dos Romances: Guia para as consciências, uma espécie de índex que classificava obras literárias consideradas recomendadas ou não para os católicos; a defenderam mudanças na legislação brasileira para que livros que fossem atentatórios à moral e aos bons costumes pudessem ser censurados; e denunciaram obras, escritores e editores por disseminarem publicações "imorais". Ao mesmo tempo em que combatiam as leituras consideradas sediciosas, os militantes católicos também se preocuparam em escrever, editar e promover uma literatura de caráter formativo, produzida em conformidade com os ideais católicos. Nesse sentido, essa pesquisa tem como objetivo principal investigar a construção de modelos ideais de feminilidade e de masculinidade no interior do discurso católico sobre a leitura nos primeiros anos do século XX no Brasil. Para isso, analisamos o discurso produzido pelos católicos sobre a leitura nesse contexto; reconstruímos o percurso através do qual esses discursos sobre "as más leituras" se transformou em práticas de censura; investigamos as razões pelas quais determinadas publicações eram consideradas "nocivas" para os católicos e os discursos sobre gênero que essas inciativas de censura revelam; e percorremos o projeto de construção de obras literárias consideradas edificantes, analisando os ideais de masculinidade e feminilidade por elas vinculadas. Para realizar esses objetivos, essa pesquisa lançou mão de uma vasta documentação. Além da publicação Através dos Romances, foram analisados textos publicados pela revista Vozes de Petrópolis entre os anos de 1907 e 1924 que versavam sobre temas como literatura, leitura, moralidade, feminismo, família, modernidade. Para compreender as atividades de Liga pela Moralidade, também foram consultados seus relatórios, seus boletins e a correspondência trocada entre Pio Ottoni (um dos presidentes da liga no período estudado) e o chefe de polícia Belisário Távora. Além disso, analisamos algumas obras consideradas "nocivas" pelos católicos, como A Silveirinha, de Julia Lopes de Almeida e Mademoiselle Cinema, de Benjamim Costallat. Por fim, analisamos dez publicações tidas como "edificantes", promovidas pelo Centro da Boa Imprensa, entre traduções e obras da autoria de Pedro Sinzig e da aclamada escritora católica Ancilla Domini. Palavras-chave: leitura, catolicismo, relações de gênero, literatura "edificante"; Abstract: In the first decades of the twentieth century in Brazil, the Catholic Church sought to regain its place of privilege both at the level of the consciences of individuals and in the political sphere. Feeling the effects of the emergence of state secularization and, at the same time, facing the characteristic changes of the modern world, the Brazilian episcopate reacted to this process seeking to recatolicize the country's elites. To do so, he invested extensively in the dissemination of his ideas through the press and in the fight against "bad readings". In this scenario, the Franciscan Pedro Sinzig and groups of laymen linked to the Center of the Good Press and the League for Morality turned to a broad project of sanitation of literary texts. To do so, they used censorship initiatives such as the construction of "Through the Romances: A Guide to Consciences", a kind of index that classified literary works considered to be recommended or not for Catholics; they defended changes in the Brazilian legislation so that books that were harmful to morals and good customs could be censored; and denounced works, writers and editors for disseminating "immoral" publications. While fighting the readings considered seditious, Catholic militants also bothered to write, edit and promote a literature of formative character, produced in accordance with Catholic ideals. In this sense, this research has as main objective to investigate the construction of ideal models of femininity and masculinity within the Catholic discourse on reading in the first years of the twentieth century in Brazil. For this, we analyze the discourse produced by Catholics about Reading in this context; we reconstruct the course through which these discourses on "the bad readings" have turned into practices of censorship; we investigated the reasons why certain publications were considered "harmful" to Catholics and the discourses on gender that these censorship initiatives reveal; and we go through the project of constructing literary works considered edifying, analyzing the ideals of masculinity and femininity linked by them. To achieve these goals, this research has relied on extensive documentation. In addition to the publication Through the Romances, texts published by "Vozes de Petrópolis" were analyzed between 1907 and 1924, dealing with themes such as literature, reading, morality, feminism, family, modernity. In order to understand the activities of the League for Morality, his reports, his bulletins and the correspondence between Pio Ottoni (one of the league presidents during the period studied) and police chief Belisário Távora were also consulted. In addition, we analyze some works considered "harmful" by Catholics, such as A Silveirinha by Julia Lopes de Almeida and Mademoiselle Cinema by Benjamim Costallat. Finally, we analyzed ten publications considered as "edifying", promoted by the Good Press Center, between translations and works by Pedro Sinzig and the acclaimed Catholic writer Ancilla Domini. Keywords: reading, Catholicism, gender relations, "uplifting" literature
Orientador : Profª Drª Karina Kosicki Bellotti; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa: Curitiba, 01/09/2017; Inclui referências : f. 226-241
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<title>"¡Ojo, libro peligroso!" : a importância da obra Las Aventuras de Nono e da Escola Moderna para a difusão do pensamento anarquista (1901-1909)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/94067</id>
<updated>2026-05-27T18:32:52Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"¡Ojo, libro peligroso!" : a importância da obra Las Aventuras de Nono e da Escola Moderna para a difusão do pensamento anarquista (1901-1909)
Resumo: Jean Grave foi um notório militante anarquista francês, que viveu entre 1854 e 1939. Sua consagração como referência na cultura impressa se deu por meio do intenso trabalho que executou enquanto escritor e editor de periódicos ácratas de grande circulação. Inspirado pela criação de mundos utópicos e histórias fantásticas, das ficções literárias, escreveu Les Aventures de Nono, em 1901. Protagonizado por um menino de nove anos e direcionado ao público infantil, este livro foi traduzido para o espanhol e passou a integrar o conjunto de materiais da Escuela Moderna, em 1903. Fundada por Francisco Ferrer y Guardia, esta instituição se consolidou como uma das principais experiências de educação racionalista e libertária, no início do século XX. Diante da relação estabelecida entre Grave e Ferrer, por meio das atividades editoriais e pedagógicas da Escuela Moderna, é que se desenvolve a proposta desta pesquisa. Sob a perspectiva da micro-história, a ferramenta metodológica norteadora é o paradigma indiciário, tal como conceituado pelo historiador italiano Carlo Ginzburg. Dadas as considerações, a problemática consiste em analisar de que maneira a obra Las Aventuras de Nono, enquanto componente das Publicaciones de la Escuela Moderna, serviu como meio de difusão do pensamento anarquista e para o despertar da sensibilidade crítica dos leitores, por meio da imaginação; Abstract: Jean Grave was a notorious French anarchist militant who lived from 1854 to 1939. His recognition as a reference in print culture came about through the intense work he did as a writer and editor of widely-circulated anarchist journals. Inspired by the creation of utopian worlds and fantastic stories in literary fiction, he wrote Les Aventures de Nono in 1901. Starring a nine-year-old boy and aimed at a children's audience, this book was translated into Spanish and became part of the Escuela Moderna materials in 1903. Founded by Francisco Ferrer y Guardia, this institution became one of the main experiments in rationalist and libertarian education at the beginning of the 20th century. The proposal of this research is based on the relationship established between Grave and Ferrer, through the editorial and pedagogical activities of the Escuela Moderna. From the perspective of microhistory, the guiding methodological tool is the indiciary paradigm, as conceptualized by Italian historian Carlo Ginzburg. Given these considerations, the issue is to analyze how the work Las Aventuras de Nono, as part of the Publicaciones de la Escuela Moderna, served as a means of disseminating anarchist thought and awakening readers' critical sensibilities through imagination
Orientador: Prof. Dr. Clóvis Mendes Gruner; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em  História. Defesa : Curitiba, 30/08/2024; Inclui referências
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Qué otra cosa puede festejar? Paixão política nas narrativas sobre a Copa do Mundo de Futebol na Argentina (1975-1978)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/44987</id>
<updated>2026-05-22T19:02:24Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qué otra cosa puede festejar? Paixão política nas narrativas sobre a Copa do Mundo de Futebol na Argentina (1975-1978)
Resumo: A Copa do Mundo de 1978 constituiu um dos exemplos limites das relações políticas tecidas a partir do futebol, durante os regimes autoritários na América Latina. A competição, realizada na Argentina sob a égide do autointitulado Proceso de Reorganización Nacional, delimitou um momento de inequívoca aproximação entre a ditadura comandada pela junta militar, então encabeçada pelo tenente-general Jorge Rafael Videla, e o futebol como fenômeno cultural massivo e midiatizado. Em sua configuração específica, mobilizou atenções que se prolongaram temporalmente desde os anos prévios de organização do evento e preparação esportiva das equipes. Também motivou intensos debates políticos e culturais que se propuseram a discutir o país e tensionar as apreciações construídas sobre o esporte para além do território argentino. Reflexões particularmente significativas em ambientes onde o futebol partilhava de singular apreço cultural e popular. Um desses lugares era o Brasil, vizinho sul-americano que vivia as complicações de sua própria ditadura civil-militar - sob uma atmosfera de crescente contestação interna -, almejava um bom desempenho na competição e detinha no futebol um importante elemento de representação imaginária nacional. Em ambos os espaços, os discursos produzidos sobre o futebol e a Copa do Mundo aglutinaram múltiplas leituras políticas que dialogavam com o público e com seus respectivos contextos sociais. Construções que flutuavam desde a adesão ideológica aos projetos autoritários oficiais, até reflexões que reivindicavam atitudes de crítica política e social. Nesse sentido, compreendemos o futebol enquanto importante aglutinador de paixões e afetos que possibilitaram a construção de narrativas polissêmicas. Locuções que buscavam operacionalizar sentimentos e emulara a sensação de pertencimento nacional, com objetivos e sentidos distintos, de acordo com os problemas, perspectivas e interesses abordados por seus articuladores. A partir disso, o presente trabalho se propõe a analisar as múltiplas narrações produzidas sobre o futebol e a Copa do Mundo de 1978 a partir de diferentes suportes documentais, sobretudo alguns veículos da imprensa periódica de cada país. Seja como manifestação cultural e afetiva de grande apelo popular; pressuposto lugar de alienação política, propaganda e instrumentalização; ou espaço inovador na articulação de uma critica política capaz de sensibilizar os sujeitos dispersos em uma sociedade de massas. Para isso, examinamos discursos variados, textuais e imagéticos, propagados sobre a modalidade esportiva, os respectivos selecionados nacionais e ao evento em si, bem como de que formas tais enunciados se articulavam entre si e com as propostas políticas e ideológicas circulantes na época.  Palavras-chave: Ditaduras Latino-Americanas; Esporte; Sensibilidades; Paixão.; Resumen: La Copa del Mundo de 1978 constituye uno de los ejemplos límites de las relaciones políticas tejidas a partir del fútbol durante los regímenes autoritarios en América Latina. La competición cumplida en Argentina, bajo el control del Proceso de Reorganización Nacional, ha delimitado un momento de inequívoca aproximación entre la dictadura comandada por la junta militar, encabezada por el teniente-general Jorge Rafael Videla, y el fútbol como fenómeno cultural masivo y mediatizado. En su configuración específica, movilizó atenciones que se alargaron temporalmente desde los años previos de organización del evento e preparación deportiva de los equipos. También ha motivado diferentes debates políticos e culturales que se propusieron a debatir el país y tensionar las apreciaciones construidas sobre el deporte para adelante del territorio argentino. Reflexiones particularmente significativas en ambientes donde el fútbol repartía de singular aprecio cultural y popular. Uno de esos lugares era Brasil, vecino sudamericano que vivía los disgustos de su propia dictadura civil-militar -aún que en un atmósfera de creciente contestación interna -, miraba un buen desempeño en el torneo y tenía en el fútbol un importante elemento de representación imaginaria nacional. En ambos los espacios, los discursos producidos sobre el futbol y la Copa del Mundo aglutinaron lecturas políticas múltiples que versaban sobre sus respectivos contextos sociales. Construcciones que fluctuaban desde la adhesión ideológica a los proyectos autoritarios oficiales, hacia reflexiones que reivindicaban actitudes de crítica política y social. En ese sentido, comprendemos el fútbol en cuanto fuerte aglutinador de pasiones y afectos, que han posibilitado la confección de narrativas polisémicas. Locuciones que intentaron activar sentimientos y emular la sensación de pertenencia nacional con objetivos y sentidos distintos, de acuerdo con los problemas, perspectivas e intereses abordados por sus articuladores. De esa manera, la presente investigación se vuelta para el análisis de las narraciones producidas sobre el futbol y la Copa de 1978 a partir de diferentes soportes documentales, sobretodo algunos órganos de prensa de cada país. Sea manifestación cultural e afectiva de grande significación popular; presupuesto lugar de alienación, propaganda e instrumentalización; o espacio novedoso en la articulación de una crítica política capaz de sensibilizar los sujetos dispersos en una sociedad de masas. Para eso, examinamos discursos variados, textuales e imagético, propagados con respecto a la modalidad deportiva, las respectivas selecciones nacionales y al evento, bien como de que formas tales enunciados se relacionaban entre ellos y con las propuestas políticas e ideológicas en circulación.  Palabras clave: Dictaduras Latinoamericanas; Deporte; Sensibilidad; Pasión.
Orientador : Prof. Dr. Luiz Carlos Ribeiro; Coorientador : Prof. Dr. Pablo Alabarces (UBA); Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Defesa: Curitiba, 24/08/2016; Inclui referências : f. 470-485
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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