<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>40001016065P8 Programa de Pós-Graduação em Odontologia</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/39674" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://hdl.handle.net/1884/39674</id>
<updated>2026-04-25T13:28:58Z</updated>
<dc:date>2026-04-25T13:28:58Z</dc:date>
<entry>
<title>Explorando a associação entre anomalias dentárias e polimorfismos genéticos em crianças com fissuras labiopalatinas não-sindrômicas : um estudo transversal com grupo de comparação</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/98828" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/98828</id>
<updated>2026-03-31T12:22:43Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Explorando a associação entre anomalias dentárias e polimorfismos genéticos em crianças com fissuras labiopalatinas não-sindrômicas : um estudo transversal com grupo de comparação
Resumo: As fissuras labiais e/ou palatinas (FL/P) são as anomalias congênitas mais comuns da região craniofacial, dentre os tipos, as fissuras labiais (FL) e labiopalatinas (FLP), por terem origem embrionária semelhante, podem ser agrupadas sob a denominação de fissura labial com ou sem envolvimento de palato (FL±P). Nos casos de fissuras não sindrômicas (FL/PNS), observa-se frequentemente a presença de anomalias dentárias associadas, localizadas tanto dentro quanto fora da área do defeito da fissura. Dentre essas anomalias, destacam-se os defeitos de desenvolvimento do esmalte (DDE), a agenesia dentária (AD) e alterações na cronologia de formação dentária (idade dentária – ID). Sugere-se que a coexistência de FL/PNS e anomalias dentárias esteja relacionada a fatores genéticos comuns no desenvolvimento craniofacial e dentário. Diante do exposto, o objetivo deste estudo transversal com grupo de comparação foi avaliar a associação entre anomalias dentárias, considerando DDE, AD e ID, e polimorfismos genéticos em pacientes com FL/PNS, por meio de quatro estudos. O primeiro estudo investigou a associação entre FL±PNS e DDEs, incluindo hipomineralização molar-incisivo (HMI) e hipomineralização dos segundos molares decíduos (HSMD). Foram incluídas 164 crianças com FL±PNS e 328 controles, com idade média de 8,09 ± 1,39 anos. A prevalência de DDE foi significativamente maior nas crianças com FL±PNS (76,8%) em comparação ao grupo controle (66,2%) (p &lt; 0,01). Hipoplasia, opacidades demarcadas e HMI/HSMD foram mais frequentes no grupo com FL±PNS (p &lt; 0,01), sendo a HMI o DDE mais prevalente nesse grupo (29,3%). A fluorose foi significativamente mais comum no grupo controle (p&lt;0,01). DDEs em dentes anteriores foram significativamente associados à lateralidade da fissura, sendo mais comuns nas fissuras bilaterais (p &lt; 0,01). O segundo estudo avaliou a associação entre FL±PNS, HMI/HSMD e polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) em genes relacionados à homeostase do cálcio. Foram analisados os SNPs rs1544410, rs7975232, rs2228570 (VDR); rs927650 (CYP24A1); rs6256, rs307247, rs694 (PTH) e rs1801197 (CALCR) em 230 crianças, sendo 142 com FL±PNS e 105 sem. A prevalência de HMI/HSMD não foi significantemente maior no grupo com FL±PNS (44,8%) do que no grupo controle (37,1%). Nenhum dos SNPs avaliados apresentou associação significativa com HMI/HSMD ou FL±PNS na análise multivariada (p &gt; 0,05). No entanto, interações entre rs1801197 (CALCR) e rs927650 (CYP24A1), e entre rs307247 (PTH) e rs927650 (CYP24A1) foram significativamente associadas à presença de FL±PNS (valor de p permutado = 0,009 e 0,04, respectivamente). A interação entre rs6256 (PTH) e rs1801197 (CALCR) foi significativamente associada à presença simultânea de FL±PNS e HMI/HSMD (valor de p permutado = 0,007). O terceiro estudo analisou a associação entre FL±PNS, AD e polimorfismos em genes codificadores de fatores de crescimento. Foram incluídas 243 crianças – 127 com FL±PNS (idade média = 8,80 ± 2,14 anos) e 116 sem FL±PNS (idade média = 8,58 ± 2,03 anos). A frequência de AD foi maior no grupo com FL±PNS (23,8%) do que no grupo controle (6,2%) (p &lt; 0,01). O polimorfismo rs2237051 no gene EGF foi significativamente associado à presença de FL±PNS, independentemente das demais variáveis (RPa = 1,41; p = 0,042). Em relação à AD, apenas a presença da fissura foi associada a uma maior prevalência da condição, independentemente das demais variáveis analisadas (RPa = 3,70; p = 0,001). Não foram observadas associações entre a AD e os polimorfismos genéticos investigados. Quando considerada a ocorrência conjunta de AD e FL±PNS, observou-se uma associação limítrofe com o polimorfismo rs1800470 no gene TGFB1 (p = 0,06). O quarto estudo teve como objetivo comparar a ID entre crianças com e sem FL±PNS e verificar a associação com polimorfismos genéticos em genes codificadores de fatores de crescimento. Foram avaliadas 209 crianças (100 com FL±PNS e 109 sem FL±PNS), com média de idade cronológica de 8,66 anos (DP = 1,92). A ID foi estimada segundo o método de Demirjian (1973), e as análises foram realizadas por examinadores calibrados (kappa &gt; 0,80). O grupo com FL±PNS apresentou ID significativamente atrasada (média = -0,23; DP = 0,71) em comparação ao grupo controle (média = -0,01; DP = 0,88) (p = 0,049). O SNP rs4803455 no gene TGFB1 foi significativamente associado à variação da ID nas crianças sem FL±PNS (p &lt; 0,01). No grupo com FL±PNS, não foram observadas diferenças significativas na ID entre os genótipos. Em conjunto, os resultados deste trabalho indicam que crianças com FL±PNS apresentam maior frequência de DDEs, AD e atraso na ID. Além disso, interações entre polimorfismos genéticos estiveram associadas a alguns desses fenótipos, mesmo na ausência de associações isoladas. Especificamente, observou-se que interações entre os SNPs rs1801197 (CALCR) e rs927650 (CYP24A1), bem como entre rs307247 (PTH) e rs927650 (CYP24A1), estiveram associadas à presença de FL±PNS, enquanto a interação entre rs6256 (PTH) e rs1801197 (CALCR) foi associada à presença simultânea de FL±PNS e HMI/HSMD. O polimorfismo rs2237051 no gene EGF foi associado à presença de FL±PNS, e o polimorfismo rs4803455 no gene TGFB1 foi associado à variação da ID em crianças sem FL±PNS. Esses achados reforçam a hipótese de uma base genética compartilhada entre as alterações craniofaciais e dentárias, destacando a relevância de abordagens integradas que considerem fatores genéticos e morfológicos no acompanhamento clínico de indivíduos com FL/PNS; Abstract: Cleft lip and/or palate (CL/P) are the most common congenital anomalies of the craniofacial region. Among the subtypes, cleft lip (CL) and cleft lip and palate (CLP), due to their similar embryonic origin, may be grouped under the term cleft lip with or without cleft palate (CL±P). In nonsyndromic cases (NSCL/P), dental anomalies are frequently observed, located both within and outside the cleft area. Among these anomalies, developmental defects of enamel (DDE), tooth agenesis (TA), and changes in tooth formation chronology (dental age – DA) are noteworthy. The coexistence of NSCL/P and dental anomalies is suggested to be related to shared genetic factors in craniofacial and dental development. In this context, the aim of this cross-sectional study with a comparison group was to evaluate the association between dental anomalies (DDE, TA, and DA) and genetic polymorphisms in individuals with NSCL/P through four studies. The first study investigated the association between NSCL±P and DDEs, including molar-incisor hypomineralization (MIH) and hypomineralization of second primary molars (HSPM). A total of 164 children with NSCL±P and 328 controls were included, with a mean age of 8.09 ± 1.39 years. DDE prevalence was significantly higher in children with NSCL±P (76.8%) compared to controls (66.2%) (p &lt; 0.01). Hypoplasia, demarcated opacities, and MIH/HSPM were more frequent in the NSCL±P group (p &lt; 0.01), with MIH being the most prevalent DDE (29.3%). Fluorosis was significantly more common in the control group (p&lt;0.01). Anterior tooth DDEs were significantly associated with cleft laterality, being more common in bilateral clefts (p &lt; 0.01). The second study evaluated the association between NSCL±P, MIH/HSPM, and single nucleotide polymorphisms (SNPs) in genes related to calcium homeostasis. SNPs rs1544410, rs7975232, rs2228570 (VDR); rs927650 (CYP24A1); rs6256, rs307247, rs694 (PTH); and rs1801197 (CALCR) were analyzed in 230 children, 142 with NSCL±P and 105 without. The prevalence of MIH/HSPM was not significantly higher in the NSCL±P group (44.8%) than in the control group (37.1%). None of the evaluated SNPs showed a significant association with MIH/HSPM or NSCL±P in multivariate analysis (p &gt; 0.05). However, interactions between rs1801197 (CALCR) and rs927650 (CYP24A1), and between rs307247 (PTH) and rs927650 (CYP24A1) were significantly associated with NSCL±P (permuted p = 0.009 and 0.04, respectively). The interaction between rs6256 (PTH) and rs1801197 (CALCR) was significantly associated with the simultaneous presence of NSCL±P and MIH/HSPM (permuted p = 0.007). The third study analyzed the association between NSCL±P, TA, and polymorphisms in growth factors encoding genes. A total of 243 children were included – 127 with NSCL±P (mean age = 8.80 ± 2.14 years) and 116 without NSCL±P (mean age = 8.58 ± 2.03 years). TA frequency was higher in the NSCL±P group (23.8%) than in the control group (6.2%) (p &lt; 0.01). The rs2237051 polymorphism in the EGF gene was significantly associated with NSCL±P, independently of other variables (PRa = 1.41; p = 0.042). Regarding TA, only cleft presence was associated with greater prevalence of the condition, independently of other variables (PRa = 3.70; p = 0.001). No associations were observed between TA and the investigated polymorphisms. When considering the combined occurrence of TA and NSCL±P, a borderline association with the rs1800470 polymorphism in the TGFB1 gene was observed (p = 0.06). The fourth study aimed to compare DA between children with and without NSCL±P and verify the association with polymorphisms in growth factors encoding genes. A total of 209 children were evaluated (100 with NSCL±P and 109 without), with a mean chronological age of 8.66 years (SD = 1.92). DA was estimated using the Demirjian method, and analyses were performed by calibrated examiners (kappa &gt; 0.80). The NSCL±P group had significantly delayed DA (mean = -0.23; SD = 0.71) compared to the control group (mean = -0.01; SD = 0.88) (p = 0.049). The SNP rs4803455 in the TGFB1 gene was significantly associated with DA variation in children without NSCL±P (p &lt; 0.01). No significant differences in DA among genotypes were observed in the NSCL±P group. Overall, the results indicate that children with NSCL±P present higher frequency of DDEs, tooth agenesis, and delayed dental age. Moreover, interactions between genetic polymorphisms were associated with some of these phenotypes, even in the absence of isolated associations. Specifically, interactions between rs1801197 (CALCR) and rs927650 (CYP24A1), and between rs307247 (PTH) and rs927650 (CYP24A1), were associated with NSCL±P, while the interaction between rs6256 (PTH) and rs1801197 (CALCR) was associated with the simultaneous presence of NSCL±P and MIH/HSPM. The rs2237051 polymorphism in the EGF gene was associated with NSCL±P, and the rs4803455 polymorphism in the TGFB1 gene was associated with DA variation in children without NSCL±P. These findings support the hypothesis of a shared genetic background between craniofacial and dental alterations, highlighting the importance of integrated approaches that consider both genetic and morphological factors in the clinical management of individuals with NSCL/P
Orientadora: Profa. Dra. Juliana Feltrin de Souza Caparroz; Coorientadora: Profa. Dra. Erika Calvano Küchler; Banca: Juliana Feltrin de Souza Caparroz (Presidente da Banca), Renato Assis Machado, João Armando Brancher e José Miguel Almenábar Céspedes; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia. Defesa : Curitiba, 13/08/2025; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Expressão endógena de irisina na progressão e reparo da periodontite e em outras condições crônicas não transmissíveis</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/99007" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/99007</id>
<updated>2026-03-09T22:30:09Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Expressão endógena de irisina na progressão e reparo da periodontite e em outras condições crônicas não transmissíveis
Resumo: A irisina é uma miocina derivada da clivagem da proteína FNDC5, reconhecida por seus efeitos anti-inflamatórios e reguladores do metabolismo. Embora seu papel nas condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) ainda esteja sendo elucidado, a irisina tem se destacado como um potencial biomarcador ou modulador fisiológico em contextos inflamatórios sistêmicos e locais. Este trabalho integrou uma revisão de escopo e um estudo experimental com o objetivo de investigar o comportamento da irisina em CCNTs e durante a periodontite induzida em modelo animal. A revisão foi conduzida na base PubMed utilizando descritores MeSH combinando irisina com doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, diabetes mellitus tipo 2 e periodontite, com aplicação da estratégia PECOS; com sessenta e quatro estudos clínicos incluídos. Paralelamente, foi conduzido um estudo experimental longitudinal em ratos machos Wistar (n=48) divididos em grupos: Controle, Ligadura 7, 35 e 63 dias, Reparo 28 e 56 dias. com periodontite induzida por ligadura, avaliando-se a expressão de irisina no soro e no tecido gengival durante a progressão e o reparo da doença, além da dosagem de marcadores inflamatórios. Os níveis de irisina foram determinados por ELISA e os marcadores inflamatórios, por análise multiplex. Dos 64 estudos incluídos na revisão, a maioria relatou níveis significativamente reduzidos de irisina circulante em indivíduos com doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e doenças respiratórias crônicas. Em contraste, níveis aumentados de irisina salivar foram observados em pacientes com periodontite. No modelo animal, a irisina sérica não apresentou variações significativas, enquanto a irisina no tecido gengival esteve significativamente aumentada no grupo Ligadura 7 dias, em comparação aos grupos Controle e Ligadura 63 dias. Durante o reparo, não foram observadas diferenças significativas. Além disso, foram observadas correlações negativas significativas entre irisina e TNF-a durante a progressão da doença, e correlações positivas com EGF e VEGF nas fases de reparo. Os achados reforçam o potencial da irisina como biomarcador de alterações inflamatórias e metabólicas, com comportamento distinto em doenças sistêmicas e locais; Abstract: Irisin is a myokine derived from the cleavage of the FNDC5 protein, recognized for its anti-inflammatory and metabolism-regulating effects. Although its role in chronic noncommunicable conditions (CNCCs) is still being elucidated, irisin has emerged as a potential biomarker or physiological modulator in systemic and local inflammatory contexts. This study integrated a scoping review and an experimental study with the aim of investigating the behavior of irisin in CNCCs and during periodontitis induced in an animal model. The review was conducted in PubMed using MeSH descriptors combining irisin with cardiovascular diseases, chronic respiratory diseases, type 2 diabetes mellitus, and periodontitis, applying the PECOS strategy; sixty-four clinical studies were included. At the same time, a longitudinal experimental study was conducted in male Wistar rats (n=48) divided into groups: Control, Ligation 7, 35, and 63 days, Repair 28 and 56 days. with ligature-induced periodontitis, evaluating irisin expression in serum and gingival tissue during disease progression and repair, in addition to the dosage of inflammatory markers. Irisin levels were determined by ELISA and inflammatory markers by multiplex analysis. Of the 64 studies included in the review, most reported significantly reduced levels of circulating irisin in individuals with cardiovascular disease, type 2 diabetes, and chronic respiratory diseases. In contrast, increased levels of salivary irisin were observed in patients with periodontitis. In the animal model, serum irisin did not show significant variations, while irisin in gingival tissue was significantly increased in the 7-day ligation group compared to the control and 63-day ligation groups. During repair, no significant differences were observed. In addition, significant negative correlations were observed between irisin and TNF-a during disease progression, and positive correlations with EGF and VEGF in the repair phases. The findings reinforce the potential of irisin as a biomarker of inflammatory and metabolic changes, with distinct behavior in systemic and local diseases
Orientador: Prof. Dr. João Paulo Steffens; Banca: João Paulo Steffens (Presidente da Banca), Humberto Osvaldo Schwartz Filho e Vinícius Augusto Tramontina; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia. Defesa : Curitiba, 20/08/2025; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Análise do efeito de gel bioativo com partículas S-PRG no controle do biofilme dental e na saúde gengival de crianças</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/101078" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/101078</id>
<updated>2026-02-26T15:58:23Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise do efeito de gel bioativo com partículas S-PRG no controle do biofilme dental e na saúde gengival de crianças
Resumo: A gengivite é uma condição altamente prevalente na infância, especialmente em populações com dificuldades motoras, cognitivas ou em situação socioeconômica vulnerável, nas quais o controle mecânico do biofilme é limitado. Nesse contexto, novas estratégias para o controle químico do biofilme têm sido investigadas, incluindo o uso das partículas bioativas S- PRG, capazes de liberar múltiplos íons de maneira contínua. O presente estudo clínico, duplo- cego, aleatorizado e placebo-controlado, avaliou o efeito antibiofilme e anti-gengivite de um gel profilático contendo cargas S-PRG em crianças de 3 a 12 anos com alto risco para acúmulo de biofilme. Quarenta e seis crianças foram acompanhadas durante quatro semanas, recebendo profilaxia profissional semanalmente com gel fluoretado (controle) ou gel S-PRG (teste). Foram avaliados o Índice Gengival Modificado (IGM) e o Índice de Placa Visível Modificado (IPVM). Ambos os grupos apresentaram redução estatisticamente significativa nos escores de inflamação gengival e acúmulo de placa ao longo do acompanhamento, sem diferenças significativas entre os grupos em nenhum dos tempos avaliados. Os achados demonstram que o gel contendo S-PRG apresenta efeito clínico semelhante ao gel fluoretado convencional, representando uma alternativa promissora de controle químico do biofilme supragengival para populações pediátricas vulneráveis. Estudos futuros para avaliar o efeito a longo prazo da aplicação profissional do gel S-PRG e para uma melhor compreensão dos mecanismos de ação clínica dessa tecnologia são necessário; Abstract: Gingivitis is a highly prevalent condition in childhood, especially among populations with motor or cognitive difficulties or those in vulnerable socioeconomic situations, in whom mechanical biofilm control is limited. In this context, new chemical strategies have been investigated for biofilm control, including the use of bioactive S-PRG fillers, which are capable of continuously releasing multiple ions. This double-blind, randomized, placebo-controlled clinical trial evaluated the antibiofilm and anti-gingivitis effects of a prophylactic gel containing S-PRG fillers in children aged 3 to 12 years who were at high risk for biofilm accumulation. Forty-six children were included and followed for four weeks, receiving weekly prophylaxis with either a fluoridated gel (control) or an S-PRG gel (test). The Modified Gingival Index (MGI) and the Modified Visible Plaque Index (MVPI) were assessed. Both groups showed statistically significant reductions in gingival inflammation scores and plaque accumulation throughout the follow-up period, with no significant differences between groups at any of the evaluated time points. These findings demonstrate that the S-PRG gel provides clinical effects comparable to those of conventional fluoridated gel, representing a promising chemical biofilm-control strategy for vulnerable pediatric populations. However, the short follow-up period and limited sample size highlight the need for more robust studies to confirm long-term effects and better elucidate the clinical mechanisms of this technology
Orientadora: Profª. Drª. Geisla Mary Silva Soares; Coorientadora: Prof.ª. Drª. Juliana Feltrin de Souza; Banca: Geisla Mary Silva Soares (Presidente da Banca), Reila Taina Mendes e Giovana Daniela Pecharki Vianna; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia. Defesa : Curitiba, 28/11/2025; Inclui referências; Área de concentração: Odontologia
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Prevalência de disfunção temporomandibular, condições bucais e qualidade de vida de pessoas com deficiência de escolas de educação especial de Curitiba, Paraná</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/98879" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/98879</id>
<updated>2026-02-11T17:51:44Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Prevalência de disfunção temporomandibular, condições bucais e qualidade de vida de pessoas com deficiência de escolas de educação especial de Curitiba, Paraná
Resumo: Introdução: Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira com deficiência foi estimada em 14,4 milhões de pessoas, correspondendo a 7,3% da população acima de 2 anos. No entanto, estudos indicam que indivíduos com deficiência possuem piores índices de saúde geral e bucal em comparação à população em geral. Objetivo: Por isso, o objetivo principal deste estudo transversal observacional foi avaliar as condições bucais em indivíduos com deficiência de Escolas de Educação Especial de Curitiba, Paraná, e correlacionar os resultados com variáveis sociodemográficas e qualidade de vida, além de avaliar a acurácia do instrumento de rastreamento 3Q/TMD para diagnóstico de Disfunção Temporomandibular (DTM). Materiais e Métodos: A amostra foi constituída por 214 adolescentes e adultos com deficiência intelectual no primeiro estudo, e por 234 indivíduos no segundo estudo. Foram avaliadas a prevalência de Disfunção Temporomandibular (DTM), presença de cárie dentária, higiene oral, qualidade do sono e qualidade de vida relacionada à saúde bucal. Para a análise estatística, adotou-se abordagem em duas etapas: no primeiro estudo, o escore do CPO-D foi considerado variável dependente e comparado entre categorias das variáveis independentes como sexo, faixa etária, raça, responsável pela pessoa, classe econômica e escolaridade do responsável, utilizando testes não paramétricos (Mann-Whitney e Kruskal-Wallis) com nível de significância de p &lt; 0,05. Ainda, foram avaliados as correlações entre o CPO-D e os índices OHIP-14 e IHO-S por meio do coeficiente de correlação de Spearman. No segundo estudo, realizaram-se análises descritivas das variáveis sociodemográficas e clínicas, assim como a verificação de associações entre o diagnóstico clínico de DTM e as variáveis independentes por testes não paramétricos. Para avaliar a acurácia do 3Q/TMD, foram calculadas as medidas de sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivo e negativo, além da acurácia global, tomando o DC/TMD como padrão-ouro, sendo a associação entre triagem e diagnóstico clínico testada pelo quiquadrado de Pearson (p &lt; 0,05). Resultados: Observou-se uma prevalência de cárie dentária, com valores mais elevados do índice CPO-D entre adultos e entre aqueles não cuidados pelas mães. Houve associação significativa entre higiene oral e presença de cárie, mas não entre CPO-D e qualidade de vida. Além disso, a prevalência de DTM foi de 27,8%, sendo os diagnósticos mais comuns a mialgia, dor miofascial referida e cefaleia atribuída à DTM. O instrumento 3Q/TMD apresentou alta sensibilidade (94,2%) e boa especificidade (79,5%), demonstrando ser eficaz como ferramenta de triagem clínica para pessoas com deficiência intelectual. Conclusão: Os achados reforçam a importância de ações e políticas públicas voltadas à promoção de saúde bucal e ao cuidado contínuo de pessoas com deficiência, além de demonstrar a eficácia do 3Q/TMD como instrumento de rastreamento de DTM nessa população; Abstract: Introduction: According to the 2022 census conducted by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), the population of individuals with disabilities in Brazil was estimated at 14.4 million people, corresponding to 7.3% of the population aged over two years. Nonetheless, studies indicate that individuals with disabilities present worse general and oral health indicators compared to the general population. Objective: Therefore, the primary objective of this cross-sectional observational study was to evaluate the oral health conditions of individuals with disabilities attending Special Education Schools in Curitiba, Paraná, and to correlate these findings with sociodemographic variables and quality of life, as well as to assess the accuracy of the 3Q/TMD screening instrument for the diagnosis of Temporomandibular Disorder (TMD). Materials and Methods: The sample consisted of 214 adolescents and adults with intellectual disabilities in the first study, and 234 individuals in the second study. The prevalence of Temporomandibular Disorder (TMD), dental caries, oral hygiene, sleep quality, and oral health-related quality of life were assessed. Statistical analysis was conducted in two stages: in the first study, the DMFT index score was treated as the dependent variable and compared across categories of independent variables such as sex, age group, race, caregiver, socioeconomic status, and caregiver’s educational level, using non-parametric tests (Mann-Whitney and Kruskal-Wallis) with a significance level of p &lt; 0.05. Additionally, correlations between the DMFT score and the OHIP-14 and IHO-S indices were evaluated using Spearman’s correlation coefficient. In the second study, descriptive analyses of sociodemographic and clinical variables were performed, along with verification of associations between clinical diagnosis of TMD and independent variables using non-parametric tests. To evaluate the accuracy of the 3Q/TMD instrument, sensitivity, specificity, positive and negative predictive values, and overall accuracy were calculated, considering the DC/TMD protocol as the gold standard. The association between screening results and clinical diagnosis was tested using Pearson’s chi-square test (p &lt; 0.05). Results: The presence of dental caries was observed, with higher DMFT scores among adults and individuals not cared for by their mothers. A significant association was found between oral hygiene and caries presence, but no association was found between DMFT scores and quality of life. Furthermore, the prevalence of TMD was 27.8%, with the most frequent diagnoses being myalgia, referred myofascial pain, and headache attributed to TMD. The 3Q/TMD instrument exhibited high sensitivity (94.2%) and good specificity (79.5%), demonstrating efficacy as a clinical screening tool for individuals with intellectual disabilities. Conclusion: These findings reinforce the importance of public health actions and policies aimed at promoting oral health and continuous care for people with disabilities, as well as demonstrating the efficacy of the 3Q/TMD as a screening tool for TMD in this population
Orientadora: Profa. Dra. Yasmine Mendes Pupo; Banca: Yasmine Mendes Pupo (Presidente da Banca), Priscila Brenner Hilgenberg Sydney e Giovana Daniela Pecharki Vianna; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Odontologia. Defesa : Curitiba, 27/08/2025; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
