<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Tocoginecologia Avançada</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/39167" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://hdl.handle.net/1884/39167</id>
<updated>2026-04-23T10:07:03Z</updated>
<dc:date>2026-04-23T10:07:03Z</dc:date>
<entry>
<title>Etiologia da falência ovariana precose</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/100827" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/100827</id>
<updated>2026-02-06T17:07:43Z</updated>
<published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Etiologia da falência ovariana precose
Resumo: A falência ovariana precoce (FOP) ou menopausa prematura é definida por término das menstruações após a puberdade e antes dos 40 anos, associado com um hipoestrogenismo e elevação das gonadotrofinas. Estima-se que a chance da menopausa ocorrer antes dos 40 anos seja de 1% e antes dos 30 anos 0,1%. A mulher está sujeita à deficiência ovariana durante todo o seu ciclo de vida até a menopausa fisiológica, podendo a deficiência estar presente ao nascimento ou manifestar-se durante o período reprodutivo. Embora a manifestação da FOP seja similar à menopausa fisiológica, os mecanismos fisiopatológieos são diversos e não estão completamente esclarecidos, o que contribui para a etiologia permanecer obscura na maioria das vezes
Monografia(Especializaçao) - Universidade Federal do Paraná. Especializaçao em Tocoginecologia
</summary>
<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Tumor de Buschke-Lowënstein : uma revisão de literatura</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/54106" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/54106</id>
<updated>2025-06-27T21:07:33Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Tumor de Buschke-Lowënstein : uma revisão de literatura
Resumo : O presente trabalho apresenta uma revisão de literatura sobre o tumor de Buschke-Löwenstein, também conhecido como condiloma acuminado gigante, que foi descrito pela primeira vez na literatura em 1925. É uma doença rara que se caracteriza por ser uma lesão condilomatosa de grandes proporções em região anogenital que pode acometer tato homens quanto mulheres. Apesar de apresentar características histológicas benignas, apresenta um comportamento localmente invasor gerando grande desconforto, constrangimento e prejuízo às atividades diárias do paciente. O tratamento é basicamente cirúrgico com exérese completa da lesão com margens amplas. Recentemente, tratamentos alternativos mais conservadores estão sendo propostos, porém ainda sem grandes evidências de sucesso. As recidivas são frequentes, mas na maioria dos casos de menor proporção do que o tumor original permitindo um tratamento conservador. Em cerca de um terço dos casos pode haver a degeneração maligna da lesão, que nada mais é do que a progressão do condiloma acuminado gigante para o carcinoma verrucoso; sendo este uma lesão maligna com possibilidade de metástase.
Orientador : Prof. Rita Maira Zanine; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>O tratamento das lesões escamosas de alto grau baseado nas alterações citológicas e colposcópicas : o método ver e tratar</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/54121" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/54121</id>
<updated>2025-06-27T21:06:13Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O tratamento das lesões escamosas de alto grau baseado nas alterações citológicas e colposcópicas : o método ver e tratar
Resumo :A redução da mortalidade decorrente do câncer cervical depende da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das lesões precursoras e invasivas do colo uterino. Estratégias que diminuem o tempo entre a captação da paciente com suspeita de lesão e o tratamento podem ter um impacto positivo para essa redução. O presente trabalho apresenta uma revisão de literatura sobre o método "Ver e tratar", que é indicado para o tratamento das lesões escamosas de alto grau. Esse método dispensa biópsia dirigida para definir o tipo de lesão. Baseia-se exclusivamente nas alterações citológicas e colposcópicas para decidir se há necessidade, ou não, de excisão cirúrgica. Caracteriza-se por identificar a lesão colposcópica sugestiva de alto grau e tratar em um mesmo momento. O método tem demostrado boa aceitabilidade e melhor custo-benefício, quando comparado à conduta com biópsia prévia.
Orientadora: Profa Rita Maira Zanine; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná.  Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Desfechos em 36 meses de lesões intraepiteliais de baixo grau do colo do útero em pacientes acompanhadas num hospital público terciário no Sul do Brasil</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/97056" rel="alternate"/>
<author>
<name/>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/1884/97056</id>
<updated>2025-06-25T21:34:35Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Desfechos em 36 meses de lesões intraepiteliais de baixo grau do colo do útero em pacientes acompanhadas num hospital público terciário no Sul do Brasil
Resumo: A infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é uma infecção sexualmente transmissível que afeta pele e mucosas, podendo levar ao desenvolvimento de verrugas genitais e cânceres, especialmente os do colo do útero e ânus. A persistência da infecção pelos tipos oncogênicos do vírus, principalmente 16 e 18, é responsável por 70% dos casos de câncer do colo do útero. Estima-se que 80% das mulheres serão expostas ao vírus até os 50 anos, sendo a maioria das infecções transitórias e benignas. No entanto, fatores como comportamento sexual de risco, tabagismo, uso de anticoncepcional hormonal, infecção pelo HIV e baixo perfil socioeconômico podem influenciar a progressão da doença. No Brasil, o rastreamento do câncer do colo do útero é feito até o presente momento pelo exame de Papanicolaou, que pode detectar, dentre outras alterações, lesões intraepiteliais de baixo grau (LSIL), que geralmente regridem espontaneamente, embora algumas possam persistir ou progredir para lesões de alto grau (HSIL). O presente estudo analisou retrospectivamente pacientes atendidas entre 2006 e 2020 no Complexo Hospital de Clínicas da UFPR por LSIL e que persistiram com a infecção após 12 meses de manejo conservador com o objetivo de analisar as taxas de progressão para HSIL em até 36 meses, necessidade de terapia excisional, tempo transcorrido entre o início do acompanhamento e o tratamento excisional e determinar a associação com possíveis fatores de risco e protetivos. Foram analisadas 17 pacientes e estas foram divididas entre as que apresentaram desfecho primário (progressão para HSIL ou necessidade de tratamento excisional) e aquelas sem desfecho primário (regressão espontânea ou alterações menores). O estudo avaliou variáveis como idade, menarca, sexarca, paridade, número de parceiros, uso de contraceptivos, histórico de ISTs, tabagismo e achados colposcópicos iniciais. Os resultados mostraram que 55,6% das pacientes com desfecho primário já apresentavam achados maiores na colposcopia inicial, enquanto apenas 12,5% do grupo sem desfecho primário tinham esses achados. A análise de sobrevida de Kaplan-Meier indicou que aproximadamente 50% das pacientes com desfecho primário foram submetidas a terapia excisional em até 24 meses. Apesar das diferenças observadas entre os grupos, não houve significância estatística entre os fatores analisados
Orientador: Profa. Dra. Rita Maira Zanine; Coorientador: Profa. Dra. Dulcimary Dias Bittencourt; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Tocoginecologia Avançada; Inclui referências
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
