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<title>Alergia e Imunologia Pediátrica</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/37439</id>
<updated>2026-04-23T07:28:03Z</updated>
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<title>Hipertrofia adenoideana em crianças com rinite</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/54533</id>
<updated>2025-06-27T21:03:10Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Hipertrofia adenoideana em crianças com rinite
Resumo : Objetivo: Avaliar a frequência de hipertrofia adenoideana (HA) em pacientes com rinite sem resposta ao tratamento clínico. Verificar associação de HA com dados clínicos e perfil de sensibilização alérgica. Método: Estudo retrospectivo de pacientes com rinite submetidos a nasofribroscopia no período de 2008 a 2010. A nasofribroscopia foi realizada por um único avaliador, cego ao estudo. O grau de obstrução de nasofaringe foi classificado como normal (&lt;50%), GII ou leve (50 a 79%) e GIII ou moderada/grave (80 a 100%). Foi considerado HA o paciente com obstrução de nasofaringe =50%. Resultados: Foram avaliadas 108 crianças com mediana de idade de 9 anos e predomínio do gênero masculino (64%). Foram excluídos 8 pacientes que apresentavam dados incompletos no prontuário, não conseguiram realizar o exame ou não apresentavam diagnóstico de rinite. A HA foi encontrada em 41% dos pacientes, dos quais 27(66%) apresentavam hipertrofia moderada/grave e 14(34%) leve. Os pacientes com idade inferior a 9 anos apresentavam maior chance de ter HA 24(58,5%) e suas formas mais graves 17(63%), p=0,03. Os pacientes sem sintomas de obstrução nasal apresentaram alto valor preditivo negativo (VPN) (75%) para HA e naqueles com obstrução observou-se VPP (47%), p=0,02. Observou-se sintomas de sono (roncos, respiração bucal e apneia) referidos pelas mães em 62% dos pacientes. Os distúrbios do sono em pacientes com rinite sem resposta ao tratamento clínico não caracterizam HA, exceto em suas formas graves (p=0,03). A sensibilização aos alérgeno do ambiente não esta associada à HA, exceto ao lolium perenne neste grupo estudado (p=0,04). Conclusões: Crianças com rinite e obstrução nasal, sem resposta ao tratamento clínico apresentam maior chance de ter HA. Distúrbios do sono em pacientes com rinite sem resposta ao tratamento clínico não caracterizam HA, exceto em suas formas graves. A sensibilização aos alérgeno do ambiente não foi associada à HA, exceto ao Lolium perenne neste grupo estudado.
Orientador :  Nelson Augusto Rosário Filho; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Alergia e Imunologia Pediátrica; Inclui referências
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Perfil alérgico e Aspergilose Broncopulmonar Alérgica em pacientes com fibrose cística do Hospital de Clínicas - UFPR</title>
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<name>Brito, Débora Almeida</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/54376</id>
<updated>2021-11-25T14:54:52Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Perfil alérgico e Aspergilose Broncopulmonar Alérgica em pacientes com fibrose cística do Hospital de Clínicas - UFPR
Brito, Débora Almeida
Resumo : Objetivo: Determinar a presença de aspergilose broncopulmonar alérgica (ABPA) em pacientes com fibrose cística acompanhados em um centro de referência do Paraná, além de verificar quadros de atopia na amostra. Métodos: Estudo transversal observacional, com coleta prospectiva de dados, realizado no Centro de Referência de Fibrose Cística do Paraná, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foram incluídos no estudo 40 pacientes que tinham diagnóstico de fibrose cística, com idade acima de 4 anos. Foram analisadas as seguintes variáveis: gênero, idade, achados em radiografia torácica, presença de sibilância, culturas de escarro, culturas para Aspergillus spp., imunoglobulina E (IgE) total, IgE específica para Aspergillus fumigatus e teste cutâneo de leitura imediata (TCA) para Aspergillus spp. Resultados: Dos 40 pacientes, 3 foram diagnosticados com ABPA com bronquiectasias, 2 tinham ABPA sorológica e 4 eram apenas sensibilizados ao fungo pelo TCA. Níveis de IgE total &gt; 1.000 UI/mL foram observados em 8 pacientes (20%), teste cutâneo de leitura imediata para A. fumigatus positivos em 9 (23%) e sibilância em mais de 80 %. Conclusões: A ABPA foi encontrada em 3 pacientes (7%). As altas taxas de IgE total, de teste cutâneo imediato para A. fumigatus positivos e de sibilância sugerem que estes pacientes devam ser acompanhados cuidadosamente por haver a possibilidade do desenvolvimento de ABPA.; Abstract: Objective: To determine the presence of allergic bronchopulmonary aspergillosis (ABPA) in patients with cystic fibrosis treated at a referral center in the state of Parana, Brazil. Methods: A observacional and cross-sectional study, with prospective data collection, carried out at the Cystic Fibrosis Referral Center of Parana, Clincal's Hospital of Federal University of Parana (UFPR). We evaluated 40 patients diagnosed with cystic fibrosis, older than four years of age. We analyzed the following variables: gender, age, , chest X-ray findings, wheezing, sputum cultures, cultures for Aspergillus spp., total immunoglobulin E (IgE), specific IgE for Aspergillus fumigatus and immediate skin test reactivity (TCA( to A. fumigatus antigen. Results: Of the 40 patients, 3 were diagnosed with ABPA and bronchiectasis, 2 without bronchiectasis and 4 were just sensitized to the fungus by the TCA. We found total IgE levels &gt; 1,000 IU/mL in 8 (20%), positive immediate skin reactivity to A. fumigatus antigen in 9 (23%) and wheezing in more than 80%. Conclusions: ABPA was found in 3 patients (7%). The high levels of total IgE, high incidence of wheezing and high rate of immediate skin test reactivity to A. fumigatus antigen suggest that these patients should be carefully monitored due to their propensity to develop ABPA
Orientador : Dr. Nelson Augusto Rosário Filho; Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso; Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Alergia e Imunologia Pediátrica; Inclui referências
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Teste do soro autólogo em urticária crônica</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/44654" rel="alternate"/>
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<name>Geschwandtner, Débora Toassa Gomes</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/44654</id>
<updated>2021-04-07T12:17:44Z</updated>
<published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Teste do soro autólogo em urticária crônica
Geschwandtner, Débora Toassa Gomes
Orientadore : Nelson Augusto Rosário ; Dr. Carlos Antônio Riedi.; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Curso de Especialização em Alergia e Imunologia Pediátrica.; Inclui referências
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Angioedema hereditário : a importância do diagnóstico</title>
<link href="https://hdl.handle.net/1884/48823" rel="alternate"/>
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<name>Gomes, Aline Maria</name>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/48823</id>
<updated>2019-09-17T17:23:47Z</updated>
<published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Angioedema hereditário : a importância do diagnóstico
Gomes, Aline Maria
Objetivos: Avaliar o perfil clínico dos pacientes em acompanhamento no
Ambulatório de Angioedema Hereditário do Hospital de Clínicas da Universidade
Federal do Paraná.
Método: Análise retrospectiva de 20 pacientes, idade entre 13 e 54 anos,
atendidos no Ambulatório de Angioedema Hereditário do Hospital de Clínicas da
Universidade Federal do Paraná entre Agosto de 2011 e Agosto de 2012. Foi realizada
revisão da história clínica, exame físico de admissão e exames laboratoriais durante o
acompanhamento ambulatorial.
Resultados: Entre as 20 consultas no período, 13 (65%) foram confirmadas o
diagnóstico de angioedema hereditário, das quais são 4 famílias e 2 pacientes
isoladamente, 11 (85%) foram angioedema hereditário tipo I e 2 (15%) do tipo III. Os
demais pacientes, 7 (35%) encontram-se em investigação clínica e laboratorial. Todos
apresentaram história familiar positiva para os sintomas da doença. O sintoma de crise
de angioedema hereditário mais comum foi dor abdominal (85%), seguido de edema
de membros (75%), edema de face (55%), vômitos (55%), edema de larínge (45%),
diarréia (35%) e edema de genitália (20%).
Conclusões: O angioedema hereditário é uma doença pouco conhecida e
subdiagnosticada por muitos profissionais de saúde, mas a procura por conhecimento
da doença tem aumentado nos últimos anos e é necessário que o angioedema
hereditário seja incluído nos diagnósticos diferenciais dos angioedemas, e pesquisado
devido ao seu grande grau de incapacidade e risco de óbito por edema de laringe e
asfixia, com mortalidade de 25 a 40% nos pacientes que não são identificados e
corretamente tratados.
Orientadores : Nelson
Augusto Rosário e Dr. Carlos Antônio Riedi.; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de ..., Curso de Especialização em ...; Inclui referências
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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