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<title>Endocrinologia pediátrica</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/37437</id>
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<title>Avaliação da eficácia da mudança do esquema terapêutico em pacientes portadores de Diabetes Mellitus tipo 1</title>
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<updated>2026-03-24T17:28:40Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da eficácia da mudança do esquema terapêutico em pacientes portadores de Diabetes Mellitus tipo 1
Orientador : Profª. Drª. Margaret Cristina da
Silva Boguszewski; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Endrocrinologia Pediátrica.; Inclui referências
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Craniofaringeoma</title>
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<updated>2026-02-03T11:30:54Z</updated>
<published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Craniofaringeoma
Não contém resumo
Monografia(Especializaçao) - Universidade Federal do Paraná. Especializaçao em Endocrinologia Pediátrica
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<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Puberdade precoce central idiopática em meninas : características clínicas e laboratoriais</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/39755</id>
<updated>2025-08-08T12:04:20Z</updated>
<published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Puberdade precoce central idiopática em meninas : características clínicas e laboratoriais
Resumo: Introdução: A Puberdade Precoce é definida como o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos em meninas e antes dos 9 anos em meninos. A ativação precoce do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal resulta em uma elevação precoce dos esteroides gonadais, que leva ao aumento da velocidade de crescimento, avanço da idade óssea, e, devido à fusão epifisária prematura, pode ocorrer perda da estatura final. Atualmente os análogos de GnRH são o tratamento de escolha na PPC. O objetivo do estudo foi descrever as características clínicas e laboratoriais de meninas com diagnóstico de PPC idiopática (PPCI) tratadas com GnRHa e comparar os dados obtidos com os publicados na literatura. Metodologia: Foram revisados dados de prontuários de 133 pacientes com diagnóstico de PPCI, tratadas com GnRHa na Unidade de Endocrinologia Pediátrica (UEP), do Hospital de Clinicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), entre os anos de 1981 e 2014. Para a análise estatística foi utilizado o programa Statistica 10. Resultados: A puberdade iniciou-se aos 5,8 ± 1,8 anos. A idade de início do tratamento foi de 7,62 ± 1,6 anos, com z-escore de estatura e de IMC de 1,2 e 0,92, respectivamente. A idade óssea estava avançada em 2,42 anos e a velocidade de crescimento era de 8,8cm/ano. A duração média do tratamento foi de 2,33 anos. Ao término do tratamento, a idade, estatura e IMC foram 10,19 anos, 0,9 e 0,92, respectivamente. 53 pacientes já atingiram a estatura final, média de 159,08cm. Não houve diferença significativa da estatura e do IMC em z-escore do início para o término do tratamento. Ao compararmos a estatura alvo, a PEF no início do tratamento e a estatura final também não houve diferença significativa (p&gt;0,05). As variáveis que contribuíram para o zescore da estatura final foram o z-escore da estatura inicial e o z-escore da estatura alvo. Conclusões: O início do tratamento foi tardio. A prevalência de sobrepeso e obesidade foi elevada mas não aumentou com o uso de GnRHa. A maioria das pacientes atingiu a estatura alvo. Os dados foram semelhantes aos de outros estudos disponíveis na literatura
Orientadora: Profa. Dra. Julienne A. R. Carvalho; Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso; Artigo (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Curso de Especialização em Endocrinologia Pediátrica; Inclui referências
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<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Alterações ortopédicas em crianças e adolescentes obesos</title>
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<updated>2025-06-27T21:48:18Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alterações ortopédicas em crianças e adolescentes obesos
RESUMO É de conhecimento geral que o excesso de peso na infância e adolescência vem aumentando de forma significativa, atualmente a obesidade acomete cerca de 17% da população pediátrica, sendo a segunda doença mais prevalente nesta faixa etária (1). As complicações decorrentes de tal fato como diabetes tipo dois e dislipidemia são muito conhecidas e estudadas, porém o mesmo não ocorre com as complicações ortopédicas sendo estas não rotineiramente avaliadas durante consultas e também os estudos são escassos tanto na literatura médica nacional quanto internacional. Sabe-se que as alterações ortopédicas estão presentes em pacientes obesos e em não obesos, porém sua prevalência é maior em obesos devido ao aumento de massa corporal que exige mais das articulações que estão em formação. As alterações ocorridas durante a infância são manifestadas de forma diferente do que em adultos devido a uma maior quantidade de colágeno nos ossos que se tornam mais tolerantes a deformação e apresentam também uma menor resistência a compressão, por esta razão as alterações ortopédicas na população pediátrica são de maior gravidade do que na idade adulta. As alterações articulares mais frequentes são; pés planos, joelhos valgos ou genu valgum, hiperlordose lombar, hiperextensão dos joelhos ou genu recurvatum. Pelas razões listadas acima é possível concluir que as alterações ortopédicas na infância principalmente quando decorrentes do excesso de peso levam a deformidades precoces das articulações trazendo consequências para a estrutura corporal por isto faz se necessário mais estudos na literatura sobre este assunto visando o melhor entendimento desta patologia, seu tratamento precoce e principalmente a prevenção
Orientador : Rosana Bento Radominski;  Suzana Nesi França; Monografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Endocrinologia Pediátrica.; Inclui referências
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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