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<title>Serviço Social (Litoral)</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/35064</id>
<updated>2026-04-18T14:44:39Z</updated>
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<title>Redução de danos e maconha : alternativas terapêuticas e políticas públicas em tempos de proibição</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/101537</id>
<updated>2026-04-06T17:13:53Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Redução de danos e maconha : alternativas terapêuticas e políticas públicas em tempos de proibição
Resumo: Este Trabalho de Conclusão de Curso investiga a estratégia de Redução de Danos associada ao uso da maconha, considerando suas potencialidades terapêuticas no cuidado a pessoas que fazem uso abusivo de crack e psicofármacos. A pesquisa, de caráter qualitativo e bibliográfico, fundamenta-se em livros, artigos, legislações e documentos técnicos, complementada pelo relato oral da autora, entendido como recurso metodológico e político que legitima experiências situadas na produção de conhecimento. O trabalho organiza-se em quatro capítulos: o primeiro apresenta os objetivos, a metodologia e a trajetória da autora; o segundo aborda o conceito histórico da Redução de Danos, sua incorporação às políticas públicas brasileiras e as tensões contemporâneas frente ao proibicionismo; o terceiro discute as possibilidades terapêuticas da maconha, articulando revisão bibliográfica e experiências concretas da autora como usuária e mãe atípica; e o quarto analisa as disputas entre saber biomédico, indústria farmacêutica e o papel das associações de maconha medicinal no acesso coletivo e comunitário. Ao integrar ciência, práticas sociais e vivências pessoais, o trabalho evidencia a Redução de Danos como campo ético, clínico e político, reafirmando a centralidade do direito ao cuidado, à saúde e à autonomia dos sujeitos em tempos de criminalização e retrocessos nas políticas de drogas
Orientador: Robson de Oliveira; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Graduação em Serviço Social; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A violência obstétrica sob a lente do racismo estrutural : análise bibliográfica e o serviço social</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/99361</id>
<updated>2025-11-17T11:05:09Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A violência obstétrica sob a lente do racismo estrutural : análise bibliográfica e o serviço social
Resumo : A violência obstétrica nas instituições de saúde é um fenômeno que afeta diversas mulheres durante a gestação, o parto e o pós-parto, impactando, de maneira desproporcional, mulheres negras, em razão do racismo estrutural e institucional presente nesses espaços. Com o objetivo de elucidar a relação entre a violência obstétrica sofrida por mulheres negras e o racismo estrutural, este trabalho propõe analisar essa forma de violência a partir das categorias de raça, classe e gênero, além de examinar as produções publicadas nos anais do Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais (CBAS) sobre o tema, no período de 2016 a 2022. A análise com foco no racismo estrutural busca compreender de que maneira a escravização e o racismo científico influenciaram o atendimento nas instituições de saúde em situação desigual a depender da raça/etnia, classe e gênero. Além disso, ao examinar os anais do CBAS, buscou-se entender a atuação dos profissionais do Serviço Social no enfrentamento dessa violência, especialmente na promoção e garantia de direitos, bem como na humanização do atendimento às parturientes, em articulação com equipes multidisciplinares nas instituições de saúde. Os resultados indicaram não apenas uma forte conexão entre o racismo estrutural e a violência obstétrica vivenciada por mulheres negras, mas também destacaram a necessidade de ampliar o debate sobre essa temática, considerando o racismo institucional e reforçando a importância da atuação do assistente social no combate a essa forma de violência
Orientador: Alene Silva da Rosa; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Graduação em Serviço Social; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Redes - o entrelaçamento dos fios em "nós" : movimentos feministas no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/99084</id>
<updated>2025-11-04T10:33:33Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Redes - o entrelaçamento dos fios em "nós" : movimentos feministas no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres
Resumo : A Violência Doméstica e Familiar está presente na vida de muitas mulheres todos os dias, devido à histórica estrutura cultural patriarcal de opressão e dominação que está presente em nossa sociedade. Diante deste cenário, as mulheres vêm construindo uma estrutura de combate, luta e resistência através do Movimento Feminista. Para a execução do trabalho, foi utilizada a abordagem teórico metodológica materialista histórica e dialética que nos permitiu o diálogo constante e sistemático com as categorias teóricas centrais que, no caso desta pesquisa, foram: Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres, Movimentos Feministas, Redes e Serviço Social. A presente monografia teve como objetivo norteador analisar a importância dos Movimentos Feministas na construção de políticas públicas e redes para o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. De maneira específica buscamos contextualizar o fenômeno da violência doméstica e familiar contra as mulheres; identificar as lutas e as conquistas dos Movimentos Feministas; fazer breve registro histórico da construção dos Movimentos Feministas no Brasil; identificar as políticas públicas e redes de atendimento que atuam no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres e a relação do Serviço Social com essa expressão da questão social. Podemos destacar de antemão, em uma visão geral, a necessidade de um feminismo interseccional em que todas as mulheres estejam inseridas a partir de um olhar crítico para as desigualdades, discutindo questões como o capitalismo, o racismo, o ecossocialismo, o capacitismo, a LGBTfobia, a xenofobia, a VDFCM (Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres), a misoginia e o machismo
Orientador:  Ângela Massumi Katuta; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Graduação em Serviço Social; Inclui referências
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O cotidiano de trabalho do serviço social no atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, no âmbito do creas no município de Paranaguá, PR</title>
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<id>https://hdl.handle.net/1884/98793</id>
<updated>2025-10-13T16:19:44Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O cotidiano de trabalho do serviço social no atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, no âmbito do creas no município de Paranaguá, PR
Resumo : A violência doméstica contra a mulher configura-se como uma grave violação dos direitos humanos e uma das mais persistentes expressões da desigualdade de gênero. Apesar dos avanços legais, como a Lei Maria da Penha (Lei n.º 11.340/2006). O objetivo geral deste trabalho foi analisar/discutir o cotidiano de trabalho do Serviço Social no atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, no âmbito do CREAS no município de Paranaguá, PR. Os objetivos específicos são: a) discutir a violência contra a mulher no contexto histórico social brasileiro; b) apresentar Políticas públicas e serviços para mulheres em situação de violência doméstica; c) refletir sobre os desafios e estratégias de intervenção da assistente social frente ao fenômeno da violência doméstica contra as mulheres no âmbito do CREAS no município de Paranaguá, PR. A pesquisa tem abordagem qualitativa, com caráter descritivo e exploratório. Utilizou-se revisão bibliográfica, análise documental e pesquisa de campo. Os resultados revelam que o CREAS de Paranaguá atua com significativa articulação da rede socioassistencial, apesar de enfrentar limitações como falta de recursos materiais, ausência de equipe de plantão nos fins de semana e carência de estrutura adequada. Em 2024, segundo dados do Núcleo de Prevenção a Violência - NPV, 155 mulheres relataram situações de violência, sendo 91 atendidas diretamente pelo CREAS. Conclui-se que a atuação do Serviço Social no CREAS é essencial para garantir o acesso aos direitos das mulheres em situação de violência. O trabalho técnico e ético desenvolvido pela assistente social, fundamentado no projeto ético-político da profissão, contribui para a construção de um atendimento humanizado, que promove a conscientização, autonomia e ressignificação da vida após a violência. Ainda assim, é necessário ampliar investimentos e estrutura para garantir um atendimento integral, contínuo e eficaz
Orientador: Adriana Lucinda de Oliveira; Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor Litoral, Curso de Graduação em Serviço Social; Inclui referências
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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