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dc.contributor.advisorKorelo, Raciele Ivandra Guarda, 1980-pt_BR
dc.contributor.authorSilva, Jordana Barbosa da, 1996-pt_BR
dc.contributor.otherSzkudlarek, Ariani Cavazzani, 1978-pt_BR
dc.contributor.otherGallo, Rubneide Barreto Silva, 1982-pt_BR
dc.contributor.otherValadão, Ana Paula Massudapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.date.accessioned2022-08-12T18:01:14Z
dc.date.available2022-08-12T18:01:14Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77477
dc.descriptionOrientadora: Raciele Ivandra Guarda Korelopt_BR
dc.descriptionCoorientadora: Ariani Cavazzani Szkudlarekpt_BR
dc.descriptionColaboradora: Rubneide Barreto Silva Gallopt_BR
dc.descriptionCalaboradora: Ana Paula Massuda Valadãopt_BR
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Fisioterapia.pt_BR
dc.description.abstractResumo : Introdução: Cerca de 50.9% das brasileiras são acometidas por disfunções sexuais de etiologia multifatorial, relacionada a aspectos funcionais, psicológicos e sociais. Objetivo: verificar em universitárias a relação entre a função sexual feminina com características clínicas, nível de depressão, qualidade de vida, nível de atividade física e funcionalidade do assoalho pélvico, da musculatura abdominal e lombar. Material e Métodos: estudo analítico transversal com 105 universitárias nulíparas entre 18 e 30 anos com vida sexual ativa. A avaliação consistiu da aplicação de questionários para o histórico ginecológico e sexual (semiestruturado), função sexual (FSFI), nível de depressão (BDI), qualidade de vida (WHOQOL), nível de atividade física (IPAQ – versão longa) e testes para verificar o grau de contração do assoalho pélvico antes e após treinamento proprioceptivo e a resistência abdominal e lombar. Foi utilizado o Coeficiente de Correlação de Pearson para dados paramétricos e Correlação de Spearman para dados não paramétricos, com nível de significância em p<0,05. Resultados: a função sexual apresentou correlação significativa, positiva, fraca com o índice de qualidade de vida geral (p=0,02; r=0,22), domínio psicológico (p=0,00; r=0,25) e relações sociais (p=0,00; r=0,37); Seção 3 do questionário IPAQ (p=0,01; r=0,22); pico de contração rápida (p=0,00; r=0,40), sustentada (p=0,01; r=0,37) e contração-fadiga (p=0,00; r=0,40) e média contração rápida (p=0,01; r=0,38) do assoalho pélvico após treinamento proprioceptivo. Conclusão: a função sexual de universitárias está relacionada positivamente com a qualidade de vida (principalmente com as relações sociais e o aspecto psicológico), atividades domésticas e contração do assoalho pélvico associada a conscientização perineal.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectSaude da mulherpt_BR
dc.subjectSexopt_BR
dc.subjectSexo - Aspectos da saúdept_BR
dc.titleRelação entre a função sexual feminina com características clínicas, nível de depressão, qualidade de vida, nível de atividade física e funcionalidade do assoalho pélvico, da musculatura abdominal e lombar, em universitáriaspt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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