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dc.contributor.advisorPereira, Gleber, 1976-pt_BR
dc.contributor.authorAndrade, Vinicius Ferreira dos Santos, 1987-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.date.accessioned2022-08-01T14:48:10Z
dc.date.available2022-08-01T14:48:10Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77465
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Gleber Pereirapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Defesa : Curitiba, 24/06/2022pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Apesar do crescente interesse na fadiga gerada por exercícios de endurance, a dinâmica dos componentes centrais e periféricos da fadiga neuromuscular durante o Triathlon é desconhecida. Este estudo comparou o comportamento da fadiga central e periférica, e o tempo gasto em diferentes domínios de intensidade do exercício entre provas de Triathlon Sprint e Olímpico. Quinze triatletas homens realizaram simulações de Triathlon Sprint e Olímpico em ordem randomizada e contrabalanceada. A intensidade do exercício foi selecionada de acordo com a velocidade crítica (VC), o limiar de trocas gasosas (LTG) e o ponto de compensação respiratória (PCR). A fadiga central e periférica foi avaliada no baseline, após a natação, após o ciclismo e após a corrida, através de alterações na ativação voluntária (AV) e nas respostas de contração do músculo quadríceps (Qtw,pot), respectivamente. O Qtw,pot reduziu do baseline até após a natação de maneira similar entre as simulações de Triathlon (Sprint, -17±11%; Olímpico, -13±9%). O tempo gasto no domínio severo durante a fase de natação também foi similar entre o Triathlon Sprint (09min52s±03min34s) e o Olímpico (14min53s±10min39s). Após o ciclismo, o Qtw,pot diminuiu ainda mais e em extensão similar entre as distâncias de Triathlon (Sprint, -31±15%; Olímpico, -28±11%). Novamente o tempo gasto no domínio severo foi similar entre o Triathlon Sprint (01min54s±02min00s) e o Olímpico (03min02s±04min22s). Após a corrida, o Qtw,pot recuperou completamente no Triathlon Olímpico (-4±10%), enquanto no Triathlon Sprint ocorreu apenas uma recuperação parcial (-20±11%). O tempo gasto no domínio pesado durante a fase de corrida foi maior no Triathlon Olímpico (31min16s±15min37s) do que no Sprint (08min38s±08min47s). A AV não reduziu após a natação, porém a redução foi similar entre as distâncias de Triathlon após o ciclismo (Sprint, -10±9%; Olímpico, -8±8%) e após a corrida (Sprint, -15±14%; Olímpico, -16±8%). No Triathlon Sprint, a velocidade de natação (1,07±0,13m/s) foi acima (p<0,001) da velocidade crítica (1,01±0,14m/s), a potência do ciclismo (179,7±27,2W) foi abaixo do ponto de compensação respiratória (216,3±27,8W, p<0,001) e a velocidade de corrida (13,7±1,05km/h) foi similar ao ponto de compensação respiratória (13,2±0,70km/h, p=0,124). No Triathlon Olímpico, a velocidade de natação (1,03±0,13m/s) foi similar a velocidade crítica (p=0,392), e tanto a potência do ciclismo (165,3±27,3W) quanto a velocidade de corrida (12,6±1,05km/h) foram abaixo do ponto de compensação respiratória (p (menor ou igual à) 0,007). Conclusão, a fadiga periférica aumenta progressivamente até após o ciclismo, independentemente da distância do Triathlon. No entanto, a fadiga periférica recupera completamente apenas após a corrida no Triathlon Olímpico e não no Sprint. O tempo gasto nos domínios de intensidade do exercício e a intensidade média de cada fase do Triathlon impactam no comportamento da fadiga periférica. A fadiga central inicia após o ciclismo e aumenta progressivamente até após a corrida independentemente da distância do Triathlon.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Despite the growing interest in endurance exercise fatigue, the dynamic of central and peripheral components of neuromuscular fatigue during triathlon is unknown. This study compared central and peripheral fatigue development and time spent in different exercise intensities domains between Sprint and Olympic distance triathlon. Fifteen male triathletes performed Sprint and Olympic Triathlon simulations in a randomized and counterbalanced order. Exercise intensities were set according to the critical speed (CS), gas exchange threshold (GET) and respiratory compensation point (RCP). Central and peripheral fatigue was evaluated in baseline, post-swimming, post-cycling, and post-running events through changes in voluntary activation level (VAL) and twitch responses of quadriceps muscle (Qtw,pot), respectively. Qtw,pot reduced from baseline to post-swimming similarly between Triathlon simulations (Sprint, -17±11%; Olympic, -13±9%). The time spent in the severe domain during the swimming phase was also similar between Sprint (09min52s±03min34s) and Olympic Triathlon (14min53s±10min39s). In post-cycling, Qtw,pot further declined to a similar extent between Triathlon distances (Sprint, -31±15%; Olympic, -28±11%). Again, the time spent in the severe domain was similar between Sprint (01min54s±02min00s) and Olympic Triathlon (03min02s±04min22s). In post-running, Qtw,pot was fully recovered in Olympic Triathlon (-4±10%), whereas there was only a partial recovery of Qtw,pot in Sprint Triathlon (-20±11%). The time spent in the heavy domain during the running phase was longer in the Olympic (31min16s±15min37s) than in the Sprint Triathlon (08min38s±08min47s). VAL was not reduced in post-swimming, but reduction was similar between Triathlon distances in post-cycling (Sprint, -10±9%; Olympic, -8±8%) and post-running (Sprint, -15±14%; Olympic, -16±8%). In Sprint Triathlon, the swimming speed (1.07±0.13m.s-¹) was above (p<.001) critical speed (1.01±0.14m.s-¹), the cycling power (179.7±27.2W) was below the respiratory compensation point (216.3±27.8W, p<.001) and running speed (13.7±1.05km.h-¹) similar to the respiratory compensation point (13.2±0.70 km.h-¹, p=.124). In Olympic Triathlon, swimming speed (1.03±0.13m.s-¹) was similar to critical speed (p=.392), and both cycling power (165.3±27.3W) and running speed (12.6±1.05km.h-¹) were below the respiratory compensation point (p (less or equal). 007). In conclusion, peripheral fatigue progressed until post-cycling regardless of Triathlon distances. However, peripheral fatigue was fully recovered after running in Olympic but not in Sprint Triathlon. The time spent in the exercise intensity domains and the average intensity of each Triathlon phase impact the behavior of peripheral fatigue. The central fatigue started in post-cycling and progressed until post-running regardless of Triathlon distances.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFadigapt_BR
dc.subjectNataçãopt_BR
dc.subjectCorridas (Atletismo)pt_BR
dc.subjectEducação Físicapt_BR
dc.titleComportamento da fadiga neuromuscular no triathlon sprint e olímpico : o papel da intensidade do exercíciopt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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