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dc.contributor.advisorVidal, Érica Alves Gonzálezpt_BR
dc.contributor.authorMorais, Dayane de França, 1994-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.date.accessioned2022-07-12T17:42:12Z
dc.date.available2022-07-12T17:42:12Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/76924
dc.descriptionOrientadora: Érica Alves Gonzalez Vidalpt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O polvo comum, Octopus vulgaris, apresenta grande importância ecológica e comercial e tem sido considerado forte candidato para a diversificação de espécies para a aquicultura. Porém, para o desenvolvimento do cultivo se faz necessário uma maior compreensão de seu ciclo de vida, principalmente no que se refere às fases iniciais do ciclo de vida. A biologia e ecologia das paralarvas de polvo ainda são pouco conhecidas. Em razão disso, o objetivo deste estudo é analisar a epiderme das paralarvas e morfologia e a ultraestrutura dos órgãos de Kölliker (OK) em paralarvas de polvos através da microscopia eletrônica de transmissão (MET). Para isto, foi utilizado a descrição inicial dos OK feita para O. vulgaris sensu stricto. Estas paralarvas apresentam estruturas em sua epiderme, conhecidas como OK, os quais são formados por cerdas canulares (tufo de Kölliker), células laterais, o quetoblasto (célula basal) e um grupo de fibras musculares dérmicas obliquamente estriadas que sustentam o órgão. No entanto, a função dos OK ainda não é conhecida. O presente estudo utilizou imagens feitas por MET de 5 paralarvas de O. vulgaris recém eclodidas que após serem anestesiadas, foram fixadas, emblocadas e cortes ultrafinos (50-70 nm) realizados em ultramicrótomo para obtenção de imagens em MET. Através das imagens obtidas foi possível observar OK em diferentes distâncias da célula basal. Esta célula contém complexos de Golgi e retículo endoplasmático em abundância, conferindo as mesmas características de célula secretora. Foi possível também constatar várias semelhanças entre a descrição original dos OK e as nossas amostras, como, por exemplo, o papel do quetoblasto na formação dos OK. As microvilosidades do quetoblasto estão inseridas dentro de cada cerda canular, assim seu crescimento de fato pode ser aposicional, através da adição de uma nova matriz a partir de sua base. Não foi possível determinar se as células laterais participam da formação dos OK ao longo das cerdas. No entanto, várias vesículas formam observadas na interface das células laterais com os OK, indicando intensa atividade secretora nos OKs. Os resultados sugerem que estas secreções podem estar relacionadas à função, ou formação dos OK. Assim, estudos mais detalhados sobre a ultraestrutura e composição dos OK, bem como das células laterais e da natureza das secreções produzidas por ela, poderão nos fornecer respostas mais detalhadas sobre os OK.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectOceanografiapt_BR
dc.titleAnálise ultraestrutural da epiderme em paralarvas de polvo (Cephalopoda: Octopodidae)pt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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