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dc.contributor.advisorCarvalho, Denise Siqueira de, 1957-pt_BR
dc.contributor.authorBandeira, Janaina Marielen, 1986-pt_BR
dc.contributor.otherBuffon, Marilene da Cruz Magalhães, 1962-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.date.accessioned2022-07-08T14:00:13Z
dc.date.available2022-07-08T14:00:13Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/76686
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Denise Siqueira de Carvalhopt_BR
dc.descriptionCoorientadora: Prof.a Dra. Marilene da Cruz Magalhães Buffonpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Defesa : Curitiba, 23/09/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 117-132pt_BR
dc.description.abstractResumo: A gravidez é um fenômeno fisiológico complexo, que exige atenção peculiar dos profissionais de saúde envolvidos na assistência pré-natal, com vistas à atenção integral. Um espaço de educação em saúde, deve ser criado, a fim de possibilitar o preparo da mulher para viver a gestação e o parto de forma segura, positiva, integradora, enriquecedora e feliz. As gestantes devem ser orientadas quanto a mudanças nos hábitos de vida que podem comprometer a saúde materno infantil, dentre eles a abstinência do uso de álcool na gestação. O álcool pode ocasionar o comprometimento, por vezes irreversível, da integridade da saúde da mulher e da criança. Neste contexto, o presente estudo tem por objetivo avaliar a implementação de ações educativas no pré-natal, com enfoque no uso de álcool na gestação, entre puérperas do Sistema Único de Saúde. Trata-se de uma pesquisa transversal, analítica, de avaliação normativa, com abordagem quantitativa, realizado em uma maternidade pública da região metropolitana de Curitiba. Foram entrevistadas, no período de maio a setembro de 2019, 342 puérperas que realizaram o pré-natal no Sistema Único de Saúde. Os instrumentos de coleta continham informações referentes as condições sociodemográficas, orientações educativas recebidas durante o pré-natal, hábitos de vida na gestação, dados do pré-natal e condição de saúde do concepto. Foi aplicado o questionário AUDIT para avaliação do padrão do uso de álcool na gestação. Foi criado um escore para avaliar a suficiência da educação em saúde recebida no pré-natal. Das participantes, 88,6% referiram não participação em grupo de gestante, e 42,1% apresentaram escore insuficiente de orientações recebidas, dentre as temáticas menos abordadas temos, atividade sexual na gestação, incentivo ao aleitamento materno e sinais de trabalho de parto. As variáveis multiparidade, início tardio do pré-natal, alto risco gestacional, não realização de preventivo de câncer do colo do útero, não participação em grupo de gestante e não ser praticante de religião apresentaram associação estatisticamente significativa com o escore de orientações insuficiente. O percentual de gestantes que referiu uso de álcool após saber da gravidez representou 12,3% da amostra. Quanto ao padrão de consumo de álcool na gestação, 80,4% foram classificadas como zona I, pessoas que geralmente fazem uso de baixo risco de álcool. Sendo indicado nesses casos, a intervenção de educação em saúde para que haja a abstenção na gestação. Os fatores associados ao uso de álcool após saber da gravidez foram a multiparidade, o uso de cigarro e de drogas ilícitas antes e/ou após saber da gravidez e não ser praticante de religião. Quase a totalidade das participantes referiram ter sido orientadas quanto a abstinência do uso de álcool na gestação, o que demonstra que a prática educativa não foi efetiva para a mudança de hábito de vida. Espera-se que o estudo instigue novos olhares sobre as práticas de atenção ao pré-natal, valorizando os aspectos relacionados às atividades de educação em saúde e o impacto do uso de álcool na gestação.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Pregnancy is a complex physiological phenomenon that requires special attention from health professionals involved in prenatal care, with a view to comprehensive care. A space for health education must be created in order to enable the preparation of women to experience pregnancy and childbirth in a safe, positive, integrating, enriching and happy way. Pregnant women should be advised about changes in life habits that can compromise maternal and child health, including abstinence from alcohol use during pregnancy. Alcohol can cause, sometimes irreversibly, the integrity of the health of women and children. In this context, the present study aims to evaluate the implementation of educational actions in prenatal care, focusing on the use of alcohol during pregnancy, among postpartum women of the Unified Health System. This is a cross-sectional, analytical, normative assessment, with a quantitative approach, carried out in a Public Maternity Hospital in the metropolitan region of Curitiba In the from May to September 2019, 342 puerperal women who underwent prenatal care in the Unified Health System were interviewed. The period collection instruments contained information regarding sociodemographic conditions, educational guidelines received during prenatal care, life habits in the pregnancy, prenatal data and health conditions of the fetus. The AUDIT questionnaire was applied to assess the pattern of alcohol use during pregnancy. A score was created to assess the sufficiency of health education received in prenatal care. Of the participants, 88,6% reported not participating in a group of pregnant women, and 42,1% had an insufficient score on the guidelines received, among the less addressed topics we have, sexual activity during pregnancy, encouragement of breastfeeding and signs of labor. The variables previous pregnancy, early onset of prenatal care, gestational risk, cervical cancer preventive, participation in a group of pregnant women and religion showed a statistically significant association with the insufficient guidance score. The percentage of pregnant women who reported alcohol use after learning about pregnancy represented 12,3% of the sample. As for the pattern of alcohol consumption during pregnancy, 80,4% were classified as zone I, people who generally use low risk of alcohol. Being indicated in these cases, the intervention of health education for abstention during pregnancy. The factors associated with alcohol use after learning about pregnancy were multiparity, the use of cigarettes and illicit drugs before and/or after knowing about the pregnancy and not being a religious practitioner. Almost all of the participants reported having been instructed about abstinence from alcohol use during pregnancy, which demonstrates that the educational practice was not effective for changing life habits. It is expected that the study will instigate new perspectives on prenatal care practices, valuing aspects related to health education activities and the impact of alcohol use during pregnancy.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectGravidezpt_BR
dc.subjectCuidado pre-natalpt_BR
dc.subjectAvaliação em saudept_BR
dc.subjectEducação em saudept_BR
dc.subjectAlcoolismopt_BR
dc.subjectSaúde Coletivapt_BR
dc.titleEducação em saúde no pré natal e padrões de consumo de álcool na gestação : um estudo transversal com puérperas de um município da Região Metropolitana de Curitibapt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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