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dc.contributor.advisorUltramari, Clóvispt_BR
dc.contributor.authorReck, Garronept_BR
dc.contributor.otherLima, Cristina de Araújo, 1955-pt_BR
dc.contributor.otherNascimento Neto, Paulopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimentopt_BR
dc.date.accessioned2022-06-21T11:42:10Z
dc.date.available2022-06-21T11:42:10Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/76498
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Clóvis Ultramaript_BR
dc.descriptionCoorientadora: Prof.ª Dra. Cristina de Araújo Lima e Prof. Dr. Paulo Nascimento Netopt_BR
dc.descriptionTese (Doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Defesa : Curitiba, 28/03/2022pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 169-175pt_BR
dc.description.abstractResumo: O crescimento da população urbana no Brasil na segunda metade do século XX provocou a metropolização de dezenas de suas cidades, com o espraiamento dos territórios urbanizados em direção às periferias de muitas capitais e metrópoles regionais. Para sua reprodução social nos territórios metropolitanos, parcelas significativas da população foram e são compelidas a buscar moradias acessíveis ao seu nível de renda em localidades cada vez mais afastadas das cidades-polo, tendo que realizar deslocamentos pendulares cotidianos para chegar ao trabalho e a outras atividades. O interesse central desta pesquisa é investigar as condições de resiliência social dessa mobilidade, especificamente nos seus deslocamentos pendulares cotidianos, as ações do estado no planejamento de mobilidade urbana e metropolitana e a concorrência de tais ações para propiciar resiliência social à população das metrópoles. Resiliência aqui é entendida como a capacidade de a população de manter ou adaptar seus padrões de deslocamento, no último caso mudando seus locais de moradia, de trabalho ou ambos. A questão de interesse para o estudo de caso realizado foi determinar qual a influência na resiliência social da população do NUC/RMC, sujeita a deslocamentos pendulares para o trabalho, das ações de planejamento e gestão no sistema de transporte metropolitano implantadas na década de 1990, principalmente a integração da maioria dos municípios e da rede metropolitana de transportes à Rede Integrada de Transporte de Curitiba. A pesquisa realizada processou dados sobre os deslocamentos pendulares obtidos dos censos de 2000 e 2010, com detalhamento de volumes de fluxos, suas variações no período, sua distribuição espacial e estimativas de distâncias médias dos deslocamentos e suas variações no período de análise. Tais resultados foram cruzados com trabalhos de outros autores e abordagens: análises demográficas, econômicas, sociais, de planejamento urbano e metropolitano, nos mesmos recortes espaciais e temporais. A liberdade de escolha do local de moradia e de trabalho seria fundamental para a população assegurar sua capacidade de adaptação e reprodução social no território metropolitano, inclusive a necessidade de realizar ou não deslocamentos pendulares para ir ao local de trabalho. Contudo, a realidade impõe limites a essas escolhas, especialmente a de eleger o local de moradia, tanto para os habitantes do NUC/RMC como para qualquer outra metrópole brasileira, em decorrência de políticas públicas ainda precárias ou insuficientes para suprir carências no segmento de habitações de interesse social. Os sistemas de transporte metropolitano têm uma função essencial para os chamados usuários cativos, aqueles sem poder de escolha de como se mover ou de onde habitar, e de só encontrarem oportunidades de trabalho com remuneração baixa. Por isso, buscam moradias mais acessíveis em municípios mais afastados dos centros econômicos, mesmo tendo que se deslocar cotidianamente a tais centros para garantir sua renda. Relativamente ao conceito de resiliência, a tese conclui que as populações das metrópoles demonstram resiliência em seus deslocamentos pendulares, contudo mais por sua adaptabilidade às condições oferecidas do que por suas escolhas de onde habitar e trabalhar.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Growth of the urban population in Brazil in the second half of the 20th century led to metropolization of dozens of its cities, causing sprawling of urbanized areas towards the outskirts of many regional capitals and metropolises. To find affordable living locations, significant portions of the population were and are compelled to seek affordable housing for their income levels in locations that are increasingly distant from the hub cities, causing them to have to commute daily to get to work and to perform other activities as well. The main interest of this research is to investigate the degree of social resilience needed for this mobility, specifically related to daily commuting. We’re also looking at state initiatives regarding urban and metropolitan mobility planning and how such actions affect social population resilience within these metropolises. We understand resilience as the ability of the population to maintain or adapt their patterns of displacement, in the latter case changing either where they reside, work or both. The main point of the case study was to determine the influence that the planning and management actions implemented in the 1990s in the metropolitan transport network to the Integrated Transport Network of Curitiba had on the social resilience of this population of the NUC/RMC that were subjected to these displacement stresses. Our work processed data on commuting flows obtained from the 2000 and 2010 censuses crossing details of flow volumes, their variations through time, spatial distribution and estimates of average distances of displacements and their variations thought the period. We cross-referenced these results with work done by other authors and approaches: Demographic, economic, social, urban and metropolitan planning analyses, in the same spatial and temporal frameworks. The freedom to choose where to live and work would be essential for the population to ensure its ability to adapt and to satisfy their social necessities in the metropolitan territory, including the need to commute or not to commute to the workplace. Reality, does however, impose limits on these choices, especially related to residence location. The inhabitants of the NUC/RMC or in any other Brazilian metropolis are affected by result of public policies that are still precarious or insufficient to meet the shortcomings in the socially focused housing segment. Metropolitan transport systems play an essential role for the so-called captive users, those without the means to choose how to move or where to live. These individuals only find low-paying job opportunities, and consequently have to seek more affordable housing in municipalities further away from the economic centers that they have to commute towards to generate their income. Regarding the concept of resilience, the thesis concludes that the populations of metropolises do demonstrate resilience related to their communing needs; however, this is due more because of their adaptability to changing conditions instead of the result of their choices of where to live and work.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectRegiao metropolitanapt_BR
dc.subjectMobilidade urbana - Curitiba (PR)pt_BR
dc.subjectTransporte urbano - Curitiba (PR)pt_BR
dc.subjectCiências Ambientaispt_BR
dc.titleResiliência social e deslocamentos pendulares na região metropolitana de Curitibapt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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