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dc.contributor.advisorAbsher, Theresinha Monteiropt_BR
dc.contributor.authorHostin, Leonardo Morrissypt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.date.accessioned2022-04-26T11:12:09Z
dc.date.available2022-04-26T11:12:09Z
dc.date.issued1997pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/75203
dc.descriptionOrientadora: Theresinha Monteiro Absherpt_BR
dc.descriptionMonografia (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.description.abstractEste estudo, objetivou contribuir com subsídios para o projeto piloto da UFPR-PROEC ("Desenvolvimento Sustentável em Guaraqueçaba"), que visa o desenvolvimento da ostreicultura na comunidade da Ilha Rasa. Para isso, verificou-se a disponibilidade de larvas de ostras no plancton e seu recrutamento em substrato artificial, correlacionando-os com fatores ambientais e com a presença de competidores. Para a verificação das larvas, efetuaram-se três arrastos planctônicos de superfície nos meses de agosto, setembro e outubro de 1997. Na observação do recrutamento foram implantados coletores artificiais confeccionados com pratos plásticos. Ao longo do periodo estudado, foram observadas nos três pontos, baixas densidades de larvas de ostras e altas de competidores (gastrópodes e "outros bivalves"). A correlação entre os fatores ambientais e a densidade de organismos não pôde ser bem evidenciada devido ao pequeno número de amostras, mas supõe-se que a ausência de larvas de ostras na última coleta esteja ligada aos baixos níveis de salinidade encontrados nesta data. Quanto ao recrutamento, a maior densidade foi de cracas e a menor de ostras. Dentre os locais pesquisados, o Ponto I apresentou o dobro de cracas fixadas em relação ao Ponto II, podendo este último ser indicado para a localização dos cultivos. A distribuição dos recrutas nas superfícies (superior e inferior) dos pratos foi homogênea. Para se ter um breve diagnóstico da ostreicultura na região, foram entrevistados três cultivadores, um da Ilha Rasa e dois da Ilha das Peças. Segundo estas entrevistas, constatou-se que o extrativismo ainda é bem presente na região. Os pescadores extraem as ostras adultas para a venda e colocam as "sementes" para engorda. Poucos são os que realmente utilizam coletores na captação de "sementes". As entidades envolvidas no desenvolvimento da ostreicultura no Complexo Estuarino Baía de Paranaguá, devam integrar seus esforços no sentido de que esta prática desenvolva-se ordenadamente e com um bom embasamento técnico-científico.pt_BR
dc.format.extent69f. : Il., grafs., tabs., maps.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectOstra - Criaçãopt_BR
dc.titleDisponibilidade de larvas de ostras (Crassostrea) para cultivo e técnicas empregadas pelos pescadores da Ilha Rasa, Baía das Laranjeiras,APA de Guaraqueçaba-PR.pt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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