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dc.contributor.advisorBurmester, Ana Maria de Oliveirapt_BR
dc.contributor.authorCosta, Vidal Antonio de Azevedopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-Graduaçao em Históriapt_BR
dc.date.accessioned2010-05-31T18:03:45Z
dc.date.available2010-05-31T18:03:45Z
dc.date.issued2010-05-31T18:03:45Z
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/7432
dc.description.abstractResumo: Neste trabalho investigo o fenômeno tecnológico tal como o mesmo foi percebido em uma modernidade dominada pelo conflito de temporalidades diversas, durante o período compreendido entre o final do século XIX e o início do XX. Neste cenário, foi privilegiado o olhar que, embora distanciado, volta-se obsessivamente para a simbologia da máquina e seus muitos ícones, sejam eles reais ou imaginários. Neste contexto, foram objeto de análise duas máquinas simbólicas do desenvolvimento tecnológico: a máquina de guerra convertida em sonho de progresso, o couraçado, e a máquina de sonho transformada em arma de guerra, o aeroplano. Em especial, conferese atenção para a forma de sua percepção pelos olhares de observadores para os quais só se davam a conhecer pelo veículo do texto. O estudo estendeu-se pelo viés da inserção da máquina no fenômeno da guerra, que é tomada no momento em que a mesma atinge a sua expressão mais contemporânea, qual seja: a guerra mundial, midiática e tecnológica – partindo-se, para efeito de pesquisa, da Guerra Hispano-Americana e estendendo-se para outros conflitos do período, como a Guerra Russo-Japonesa, a Guerra Yankee-Mexicana e a Guerra do Contestado, e terminando por fechar com a guerra mundial propriamente dita – a Grande Guerra de 1914-18. As fontes utilizadas foram, em sua maior parte, os periódicos curitibanos “A Republica” e “Diario da Tarde”, assim como o seu análogo carioca “O Paiz”, e uma seleção de outros jornais e revistas do período. Também foram utilizados textos literários considerados significativos para a abordagem do tema, em particular a obra de Júlio Verne e a de H.G. Wells, esta última sendo tomada como uma interferência que contribui para ampliar, com a análise de suas guerras fictícias, o campo de estudo da questão da temporalidade. A correlação destes tempos no diálogo entre as várias referências permitiu formular o quadro de um movimento negado, sob a vasta gama de imagens que, não obstante, o afirmam, revelando as alegorias com as quais se forma a percepção de futuro como espaço moderno por excelência.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTecnologia - Históriapt_BR
dc.subjectHistoria moderna - Sec. XXpt_BR
dc.titleEcos do tempo perdidopt_BR
dc.typeTesept_BR


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