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dc.contributor.advisorFerreira, Beatriz Spalding Correapt_BR
dc.contributor.authorPeres, Wilsimar Adriana de Almeidapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Entomologia)pt_BR
dc.date.accessioned2022-06-27T19:53:42Z
dc.date.available2022-06-27T19:53:42Z
dc.date.issued2000pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/74133
dc.descriptionOrientadora: Dr.ª Beatriz S. Corrêa Ferreirapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Pós-Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 63-77pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Entomologiapt_BR
dc.description.abstractResumo: Procurou-se viabilizar a utilização de ovos de Euschistus heros (Fabricius) como hospedeiro alternativo à Nezara viridula (Linnaeus), na multiplicação dos parasitóides Telenomus podisi Ashmead e Trissolcus basalis (Wollaston) através de experimentos conduzidos no laboratório de Entomologia e sala de criação de insetos da Embrapa Soja em Londrina PR. Comparou-se o desempenho reprodutivo de populações de campo e laboratório dos pentatomídeos E heros e N. viridula, mantidos em sala climatizada a 25±2°C, UR de 60±10% e fotofase de 14 horas; o desempenho de T. podisi e T. basalis multiplicados em ovos de E heros distribuídos em diferentes formas e posições sobre tiras de papel; bem como a viabilidade e validação da utilização dos ovos de E. heros utilizados em maior escala quando pulverizados em cartelas de papelão. A colônia de E heros criada em laboratório apresentou produção de ovos 2,08 vezes maior do que os percevejos coletados em campo, sendo que foram produzidos 5547,00 e 2262,67 ovos/gaiola pelas populações de laboratório e campo, respectivamente. O alto índice de parasitismo por Hexacladia smithii Ashmead (Hymenoptera: Encyrtidae), presente na população de campo foi a principal causa da redução na capacidade reprodutiva e longevidade de E. heros. Os percevejos N. viridula coletados a campo no mês de fevereiro produziram 1,75 vezes mais ovos do que os criados em laboratório, sendo que foram produzidos 6304,93 e 3609,37 ovos/gaiola pelos percevejos coletados no campo e criados no laboratório, respectivamente. Os parasitóides, T. podisi e T. basalis, quando multiplicados em ovos de E heros individualizados e pulverizados sobre tiras de papel, apresentaram índices de parasitismo superiores a 96% e baixas taxas de emergência (51,25 e 26,11% respectivamente), indicando que esta forma de exposição dos ovos é inadequada a multiplicação dos parasitóides. O parasitismo e a emergência, entretanto não foram afetados quando utilizou-se a distribuição aleatória das massas de ovos pulverizadas sobre as tiras de papel. Estes parasitóides apresentaram índices de parasitismo superiores a 97% e taxas de emergência variáveis em função da posição que os ovos foram colados no papel. Em ovos de E. heros ofertados como massas coladas em posição correta (com o córion do ovo voltado para cima), obteve-se emergência de 83,13% para T. podisi e 50,64% para T. basalis e, em posição aleatória, 79,88% para T. podisi e 63,15% para T. basalis. Estes índices não se diferenciaram estatisticamente, indicando a viabilidade da utilização das massas de ovos de E. heros pulverizadas como metodologia na multiplicação dos parasitóides de ovos deste hospedeiro. Em cada carteia de papelão, em média, foram distribuídas 162 massas ou 1193 ovos de £. heros, sendo que, 37,97%, 36,59% e 25,44% desses, caíram nas posições lateral, correta e invertida, respectivamente. Nestas cartelas, os índices de parasitismo por T. podisi e T. basalis foram superiores a 99%, sendo estatisticamente iguais ao índice de parasitismo de 99,67%, apresentado por T. basalis multiplicados em ovos de N. viridula (metodologia padrão), no entanto as taxas de emergência de 50,54% para T. podisi e 60,37% para T. basalis mostraram-se estatisticamente inferiores aquela constatada pela metodologia padrão (95,81%). Estes menores índices de emergência constatado nos ovos de E. heros, ocorreu devido ao grande número de ovos com amassamento lateral, não permitindo o desenvolvimento normal das fases imaturas do parasitóide no seu interior. A geração de descendentes dos parasitóides multiplicados em ovos de E. heros, segundo a metodologia proposta, foi composta de machos e fêmeas indicando a ocorrência de cópula após a emergência das fêmeas. Estes estudos permitiram viabilizar a utilização dos ovos de E. heros como hospedeiro na multiplicação de T. podisi e T. basalis, através da criação de colônias do hospedeiro em laboratório, para obtenção das massas de ovos que serão pulverizadas sobre cartelas de papelão e ofertadas aos parasitóides.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Laboratory studies were conducted to test the suitability of Euschistus heros (Fabricius) eggs to mass rear Telenomus podisi Ashmead and Trissolcus basalis (Wollaston), compared to the standard methodology (7. baslais multiplied in Nezara viridula [Linnaeus] eggs). Female of E. heros reared under laboratory conditions (25 ± 2°C, 60 ± 10 RH, 14hL:10hD) produced 2.08 times more eggs than field collected females, which were parasitized by Hexacladia smithii (Hymenoptera: Encyrtidae), that reduced reproduction and longevity. Field collected females of N. viridula produced 1.75 times more eggs than females reared in laboratory, because they were not parasitized by tachinid flies. The parasitoids 7. podisi and 7. basalis, when multiplied in individualized eggs of E.heros distributed on paper strips, were highly parasitized (> 96%) but the emergence rates were low 51.25 and 26.11%, respectively), showing that this system of egg distríbution is inadequate to parasitoid multiplication. Emergence rates in egg masses of E. heros with eggs on the normal position (83.13% for 7.podisi and 50.64% for 7. basalis) and with eggs on other positions (79.88% for 7.podisi and 63.15% for 7. basalis) did not differ significantly showing that the eggmass pulverization methodology was adequate. On cardboard tickets, 162 egg masses or 1193 eggs of E. heros were distributed (37.97%, 36.59% and 25.44% ofthe eggs were on lateral, normal and inverted positions, respectively). Parasitism rates of 7. podisi and 7. basalis (ca. 99%) were similar to that presented by the standard methodology (99.67%). Nevertheless, the emerge rates (50.5% for 7.podisi and 60.4% for 7. basalis) were statistically lower than that presented by the standard methodology (95.81%), probably due a high number of eggs with lateral shrinking, in which there was no development of the parasitoid.pt_BR
dc.format.extent77 f. : il. color., grafs., tabs. ; 30cm.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEntomologiapt_BR
dc.subjectPercevejo (Inseto) - Controle biológicopt_BR
dc.subjectInseto parasitopt_BR
dc.subjectRelação hospedeiro-parasitopt_BR
dc.subjectTelenomus podisipt_BR
dc.subjectPercevejo (Inseto)pt_BR
dc.subjectHemipterapt_BR
dc.subjectZoologiapt_BR
dc.titleMetodologia de multiplicação massal dos parasitóides Telenomus posidi Ashmead e Trissolcus basalis (Wollaston) (Hymenoptera: Scelionidae) em ovos de Euschistus heros (Fabricius) para o controle dos percevejos da soja (Hemiptera: pentatomidae)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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