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dc.contributor.advisorBarra, Eduardo Salles de Oliveira, 1964-pt_BR
dc.contributor.authorTeixeira, Sandro Juarez, 1971-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2021-04-27T19:13:34Z
dc.date.available2021-04-27T19:13:34Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/70460
dc.descriptionOrientador: Prof. Doutor Eduardo Salles de Oliveira Barrapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa : Curitiba, 30/09/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.197-204pt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente tese tem como objetivo o estudo do pensamento do filósofo norteamericano Thomas Kuhn. Os capítulos iniciais se concentram na análise de sua obra maior, a Estrutura das Revoluções Científicas e em textos que tenham sido escritos num período próximo a esta obra e que reforçam as ideias de sua obra principal. Nestes capítulos, procuramos evidenciar os mecanismos cognitivos pressupostos na filosofia de Kuhn e o quanto eles desafiam, por meio de exigências internalistas, a tradicional distinção na filosofia da ciência entre termos observacionais e termos teóricos. Na versão kuhniana, a dimensão teórica acaba por problematizar a suposta, e até então aceita, independência e/ou proeminência do nível observacional sobre o nível teórico, funcionando como uma espécie de tribunal último de recursos. A filosofia kuhniana impede que se aceite de forma tão fácil a evidência empírica sem que se considere como elemento fundamental para a sua constituição a trama teóricoconceitual que também a enforma. Neste itinerário, a referida problematização é evidenciada com base nas noções de produção de capacidades cognitivas quase intuitivas e pelo raciocínio analógico, desenvolvidos pelo importante intérprete da obra de Thomas Kuhn, Alexander Bird. Tudo isto é tomado como fundamento para a nossa questão principal, que é o problema da mudança de significado dos termos das teorias científicas, no sentido fregeano, composta por sinn (sentido; conteúdo descritivo ou conceitual; intensionalidade) e bedeutung (referência; extensionalidade): diante da possibilidade de mudança radical do significado dos termos de uma teoria, a referência também modifica ou modificam-se apenas os sentidos destes termos? Nos dois capítulos finais, buscamos apontar a transição dos conceitos kuhnianos em seus textos mais tardios, quando o problema da incomensurabilidade é discutido em torno da filosofia da linguagem. Nestes capítulos, destaca-se o embate de Kuhn com as teorias causais da referência direta são destacados. Além disso, fazemos uso de algumas ideias de Jouni-Matti Kuukkanen, principalmente a distinção estabelecida por ele entre referência e extensão. Palavras-chave: Thomas Kuhn. Raciocínio analógico. Sentido e referência. Projetabilidade. Termos para espécies naturais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This thesis aims to study the thought of the North American philosopher Thomas Kuhn. The opening chapters focus on the analysis of his major work, the Structure of Scientific Revolutions and texts that have been written in a period close to this work and that reinforce the ideas of his main work. In these chapters, we seek to highlight the cognitive mechanisms presupposed in Kuhn's philosophy and how much they challenge, through internalist demands, the traditional distinction in the philosophy of science between observational terms and theoretical terms. In the Kuhnian version, the theoretical dimension ends up problematizing the supposed, and until then accepted, independence and / or prominence of the observational level over the theoretical level, functioning as a kind of ultimate court of appeals. Kuhn's philosophy prevents the empirical evidence from being accepted so easily without considering the theoretical and conceptual framework that also shapes it as a fundamental element for its constitution. In this itinerary, the referred problematization is evidenced based on the notions of production of almost intuitive cognitive capacities and by the analogical reasoning, developed by the important interpreter of Thomas Kuhn's work, Alexander Bird. All of this is taken as a basis for our main question, which is the problem of changing the meaning of scientific theories terms, in the Fregean sense, composed of sinn (meaning; descriptive or conceptual content; intensionality) and bedeutung (reference; extensionality) : in view of the possibility of a radical change in the meaning of the terms of a theory, does the reference also modify or modify only the meanings of these terms? In the final two chapters, we seek to point out the transition from Kuhnian concepts in their later texts, when the problem of incommensurability is discussed around the philosophy of language. In these chapters, Kuhn's clash with the causal theories of direct reference is highlighted. In addition, we make use of some ideas from Jouni-Matti Kuukkanen, mainly the distinction he established between reference and extension. Key-words: Thomas Kuhn. Analogical reasoning. Sense and reference. Projectability. Natural kind terms.pt_BR
dc.format.extent1 arquivo (204 p.) : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectKuhn, Thomas S., 1922-1996pt_BR
dc.subjectCiência - Filosofiapt_BR
dc.subjectCogniçãopt_BR
dc.subjectRaciocínio (Psicologia)pt_BR
dc.subjectFilosofia americana - Séc. XXpt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.titleMais forte do que a evidência : cognição, significado e referência na filosofia de Thomas Kuhnpt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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