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dc.contributor.advisorCoelho, Júlio Cezar Uili, 1953-pt_BR
dc.contributor.authorDomingos, Micheli Fortunatopt_BR
dc.contributor.otherParolin, Monica Beatrizpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgicapt_BR
dc.date.accessioned2021-03-10T14:35:41Z
dc.date.available2021-03-10T14:35:41Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/69744
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Júlio Cezar Uili Coelhopt_BR
dc.descriptionCoorientadora: Profa. Dra. Mônica Beatriz Parolinpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de CIências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em em Clínica Cirúrgica. Defesa : Curitiba, 11/11/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O transplante hepático é uma terapia curativa bem estabelecida no tratamento de doenças hepáticas crônicas em estágio terminal. Com os avanços técnicos cirúrgicos e com o surgimento dos novos esquemas imunossupressores, a sobrevida após o transplante aumentou significativamente. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida, a longo prazo, de pacientes submetidos ao transplante hepático cadavérico (THC) em dois hospitais brasileiros. Métodos: Os prontuários médicos de todos os pacientes submetidos ao THC e que sobreviveram por mais de 10 anos foram revisados. O questionário internacional validado Short-Form 36, foi empregado para avaliar a qualidade de vida. Os dados dos pacientes foram obtidos de prontuários eletrônicos e protocolos de estudo. Resultados: Um total de 342 pacientes foram submetidos ao THC, dos quais 129 estavam vivos e 93 responderam integralmente ao questionário e foram incluídos no estudo. O grupo foi composto por 62 homens (66,6%) e 31 mulheres (33,4%), com média de idade de 40,1 ± 15,9 anos. O tempo de seguimento foi de 16 ± 4,1 anos. A indicação mais comum de THC foi cirrose hepática causada pelo vírus da hepatite C, 24,7%. O tempo médio de permanência na unidade de terapia intensiva foi de 5,6 ± 7,9 dias (mediana de 3 dias) e o tempo de internação total foi de 17,7 ± 13,3 dias (mediana de 13 dias). Os pacientes transplantados tiveram pontuações mais baixas do que a população em geral no domínio saúde mental [62,9 (60,1-65,7, IC 95%) vs 74,5, p < 0.001]. Em todos os outros domínios, os pacientes transplantados apresentaram scores semelhantes (limitação do aspecto emocional, dor e estado geral de saúde) ou superiores (limitação do aspecto físico, aspectos sociais, capacidade funcional e vitalidade) em relação à população em geral. Capacidade funcional foi menor em pacientes com complicações a longo prazo, maiores de 50 anos ou desempregados. Conclusão: A qualidade de vida em pacientes com mais de 10 anos após o THC é similar ou superior ao da população em geral, exceto no domínio saúde mental. Palavras-chave: Transplante de fígado. Qualidade de vida. Cirrose hepática.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Liver transplantation is a well-established therapy for patients with end-stage chronic liver disease. With surgical technical advances, introduction of new immunosuppressive regimens, the survival after transplantation has increased significantly. This study goal was to evaluate the long-term quality of life of patients who underwent cadaveric liver transplants (CLT) in two Brazilian hospitals. Methods: Medical records of all patients who underwent CLT and survived over 10 years were revised. The international validated questionnaire Short-Form 36 was employed to assess the quality of life. Patient data were obtained from electronic medical records and study protocols. Results: A total of 342 patients underwent CLT, of which 129 were alive and 93 fully answered the questionnaire and were included in the study. The group consisted of 62 men (66.6%) and 31 women (33.4%), with average age of 40.1 ± 15.9 years. Follow-up time was 16 ± 4.1 years. The most common indication of CLT was hepatic cirrhosis caused by hepatitis C virus, 24.7%. The average time in the intensive care unit was 5.6 ± 7.9 days (median 3 days) and the total hospital stay was 17.7 ± 13.3 days (median 13 days). Transplanted patients had lower scores than the general population in mental health [62.9 (95%CI: 60.1-65.7,) vs. 74.5, p < 0.001]. In all other domains, transplanted patients had similar (emotional aspect limitiation, pain, and general health status) or superior (physical aspect limitation, social aspects, functional capacity, and vitality) scores than the general population. Functional capacity score was lower in patients with long-term complications, who were aged more than 50-years, and unemployed. Conclusion: The quality of life in patients with more than 10 years after CLT was similar or superior than the general population, except for the mental health domain. Key words: Liver transplantation. Quality of life. Liver cirrhosis.pt_BR
dc.format.extent41 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTransplante de figadopt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectFígado - Cirrosept_BR
dc.subjectCirurgiapt_BR
dc.titleQualidade de vida após 10 anos do transplante hepáticopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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