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dc.contributor.authorTorres, Fernanda Laverde, 1987-pt_BR
dc.contributor.otherPinheiro, Nadja Nara Barbosa, 1957-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.date.accessioned2020-10-28T22:12:59Z
dc.date.available2020-10-28T22:12:59Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/68619
dc.descriptionOrientadora: Prof. Nadja Nara Barbosa Pinheiropt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Defesa : Curitiba, 25/05/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 109-112pt_BR
dc.description.abstractResumo: A partir de um atendimento clínico, cujos afetos da analista na relação transferencial se tornaram prementes, levantou-se a hipótese de que a contratransferência poderia ser concebida como possuindo duas facetas: resistência do analista e instrumento clínico para o desvelamento da trama inconsciente do paciente. A presente pesquisa dissertativa teve por objetivo investigar, na obra freudiana, a plausibilidade de tal hipótese. Assim, inicialmente, produziu-se um estudo sobre a questão contratransferencial, visando apreender como autores psicanalíticos consagrados na elaboração teórica da contratransferência organizaram o pensamento acerca do fenômeno e quais elementos da obra freudiana utilizaram para construir seus argumentos. Deste estudo foram destacadas quatro noções norteadoras: Transferência, Resistência, Neutralidade do analista e Análise pessoal do analista. Em seguida, foi executada uma investigação, na obra freudiana, a partir da qual verificou-se que o conceito fundamental que perpassava os demais é a transferência, a qual foi analisada em sua origem e evolução conceitual e clínica, bem como foram buscadas suas raízes etimológicas para sustentar a proposição de que transferência e contratransferência fazem parte de um processo psíquico de mão dupla, a partir do que sugeriu-se uma nova nomenclatura para o fenômeno: relação transferencial-contratransferencial. A partir desses referenciais conceituais, analisou-se o caso clínico freudiano conhecido, na literatura psicanalítica, como o "Caso Dora", a fim de submeter nossa hipótese inicial à verificação, a qual propunha que a contratransferência pode dizer respeito a aspectos inconscientes não apenas do analista, mas também do próprio paciente, permitindo, assim, seu uso como instrumento clínico de acesso ao inconsciente. Concluiu-se, por fim, que a contratransferência ao ser concebida como relação transferencial-contratransferencial, além de representar elementos de resistência ao avanço da análise, pode ser tomada como um instrumento clínico de acesso ao inconsciente do paciente. Palavras-chaves: Contratransferência. Transferência. Resistência. Instrumento clinico.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: From a clinical care, whose affections of the analyst in the transference relationship became urgent, the hypothesis was raised that the countertransference could be conceived as having two facets: resistance of the analyst and clinical instrument for the unveiling of the patient's unconscious. This dissertation research aimed to investigate, in Freud's work, the plausibility of such a hypothesis. Thus, initially, a study on the countertransference issue was produced, aiming to apprehend how psychoanalytic authors consecrated in the theoretical elaboration of countertransference organized the thinking about the phenomenon and what elements of Freud's work they used to build their arguments. From this study, four guiding notions were highlighted: Transfer, Resistance, Neutrality of the analyst and Personal analysis of the analyst. Then, an investigation was carried out in the Freudian work, from which it was found that the fundamental concept that permeated the others is transference, which was analyzed in its origin and conceptual and clinical evolution, as well as its roots were sought etymological to support the proposition that transference and countertransference are part of a two-way psychic process, from which a new nomenclature for the phenomenon was suggested: transferentialcountertransferential relationship. Based on these conceptual references, the Freudian clinical case known in the psychoanalytic literature was analyzed, such as the "Dora Case", in order to submit our initial hypothesis to verification, which proposed that the countertransference may relate to unconscious aspects not only of the analyst, but also of the patient himself, thus allowing its use as a clinical instrument of access to the unconscious. Finally, it was concluded that the countertransference when conceived as a transferential-countertransferential relationship, in addition to representing elements of resistance to the progress of the analysis, can be taken as a clinical instrument of access to the patient's unconscious. Key Words: Countertransference. Transference. Resistance. Clinical instrument.pt_BR
dc.format.extent112 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFreud, Sigmund, 1856-1939 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectContratransferencia (Psicologia)pt_BR
dc.subjectResistência (Psicanálise)pt_BR
dc.subjectTransferencia (Psicologia)pt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.titleRelação transferencial-contratransferencial : instrumento clínico de acesso ao inconsciente do pacientept_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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