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dc.contributor.advisorBrandão, Bernardo Guadalupe dos Santos Lins, 1981-pt_BR
dc.contributor.authorMoura, Adriel Fonteles de, 1994-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2020-09-29T21:05:36Z
dc.date.available2020-09-29T21:05:36Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/67306
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Bernardo Lins dos Santos Guadalupe Brandãopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa : Curitiba, 12/02/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: 177-179pt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta dissertação tem por objetivo examinar o problema da separabilidade do intelecto na obra De Anima, de Aristóteles de Estagira. Este problema aparece nos trechos finais deste tratado, em que Aristóteles mostra que há dois tipos de intelecto. O primeiro é o intelecto passivo, capacidade exclusiva da alma humana em inteligir e constituir raciocínios acerca das coisas. O segundo é o intelecto produtivo, separado e eterno em relação à alma humana, mas, ao mesmo tempo, é condição para a produção de pensamento. Assim, a investigação tem por motivo entender os critérios que Aristóteles estabelece para a existência de um intelecto separado e produtivo, como o critério da imortalidade e da eternidade. Para tal, neste trabalho vimos como necessário restituir o caminho que o filósofo utilizou para fundamentar a sua noética, que nos parece ser um assunto que deve ser tratado separadamente em relação à sua doutrina da alma. O caminho consiste, por exemplo, entender a argumentação do filósofo quanto ao exame da opinião de seus predecessores, como Demócrito, Anaxágoras e Platão, os quais Aristóteles fez uma investigação mais atenta quanto ao intelecto. Justifica-se o exame destas opiniões pelo fato do Estagirita declaradamente utilizá-los como influência à sua doutrina da alma e do intelecto. Também, apresenta-se aqui os pontos gerais acerca da definição de alma e de suas faculdades, bem como a ligação delas com a atividade intelectiva. Por fim, o exame se dirige para a compreensão da capacidade intelectiva da alma, dotada de um estatuto específico em relação às outras capacidades, como a percepção sensível. Esta especificidade é decorrente da possibilidade do intelecto existir separadamente à alma e, ao mesmo tempo, ser motivação para o pensamento. Em sentido amplo, discute-se a relação entre o que é eterno - o intelecto separado e produtivo - e o que é corruptível - o ser vivo capaz de pensar, segundo o De Anima, obra principal para o desenvolvimento desta pesquisa. Palavras-chave: Historia da Filosofia Antiga. Aristóteles. Psicologia. Noética. Intelecto.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The objective of this work is to analyse the problem of separability of the intellect in the text De Anima by Aristotle from Stagira. This problem appears in the final parts from that tratise in which Aristotle shows that there are two types of intellect. The first one, the passive intellect, an exclusive capacity of the human soul that "enlighten" and construct the reasoning about the things. The second one, the productive intellect, separated and eternal in relation to the human soul, at the same time, however, which is the condition to the production of the thinking. Thus, this research proposes understand the criterions which Aristotle sets up to the existence of a separated and productive intellect, as well as the way used by Aristotle to justify his thesis of noetic, what we think which is a topic that must be treated apart concerning to the doutrine of soul. Our course lays, for example, in comprehend the Aristotle's interpretation of his predecessors as Democritus, Anaxagoras and Plato, authors which Aristotle investigate more closely, specially, about the intellect. Further, we exhibit here some general points about the definition of soul and his faculties, as well as its relation with intellect activity. Lastly, this investigation turn its attention to the Aristotle's concept of intelective capacity of the soul which has a specifical constituition when compared to anothers capacities as is the case of the sensible perception. This specificity is consequence of the possibility of the intellect to exist separated from the soul and, at the same time, be a motivation to the thinking. In short, we discuss the relation between what is eternal - the separated and productive intelect - and what is corruptible - the living being capable of thinking according to the De Anima, the main work used to develop this research. Keywords: History of Ancient Philosophy. Aristotle. Psychology. Noetics. Intellectpt_BR
dc.format.extent180 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAristoteles - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectFilosofia antiga - Históriapt_BR
dc.subjectFilosofia aristotélicapt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.titleO problema da separabilidade na noética de Aristóteles : intelecto passivo e intelecto produtivopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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