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dc.contributor.authorSiqueira, Emanuela Carla, 1986-pt_BR
dc.contributor.otherAdelman, Miriam, 1955-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2020-03-03T19:07:32Z
dc.date.available2020-03-03T19:07:32Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/64365
dc.descriptionOrientadora: Prof. Dra. Miriam Adelmanpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa : Curitiba, 31/05/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 141-144pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Estudos Literáriospt_BR
dc.description.abstractResumo: A Geração Beat oficialmente foi um pequeno grupo de escritores homens que, nos anos de 1950, demonstravam rebeldia em relação ao cenário conservador, e altamente influenciado pela propaganda e mídia impressa da Guerra Fria. Foram também um embrião da contracultura da década de 1960 e com o passar dos anos foram sendo relidos, mediados e recebidos de forma a incluir outros/as escritores/as que também dialogavam com, ou mesmo participaram, da form ação e estética do grupo. Foi o que aconteceu com as mulheres que circulavam dentro, e nas margens, da Geração Beat exatamente durante o seu período de maior produção e que apenas foram recebidas décadas depois através da publicação de suas memórias ou antologias, já na década de 1990. Elise Nada Cowen (1933 - 1962) foi uma das poetas redescobertas em antologias como Women of the Beat Generation (1994) e Girls W ho W ore Black (1996), causando impacto com uma poesia que flertava com a estética Beat mas também com a poesia moderna e do século XIX. Os poemas de Cowen, divulgados até então, tratavam da morte, solidão e questionamentos que remetiam ao fato da poeta ter cometido suicídio. Com a descoberta do único caderno sobrevivente, editado em 2014 como Elise Cowen: Poems and Fragments, foi possível pensar novos caminhos para a recepção da autoria de mulheres do grupo e, principalmente, da poesia de Elise Cowen. Fazendo uso de conceitos e ideias da crítica literária feminista, ao longo do século XX, desde Um Teto Todo Seu, de Virginia Woolf, até a ideia de re-visão e roubo da linguagem, de Adrienne Rich e Alicia Ostriker, pretende-se repensar mitos e imagens construídos na poesia de Elise Cowen a fim de construir novas sistem atizações e leituras da autoria de mulheres. Palavras-chave: Elise Cowen, Mulheres da Geração Beat, Crítica Literária Feministapt_BR
dc.description.abstractAbstract: The Beat Generation was officially a small group of men writers who, in the 1950s, had exhibited a sense of rebellion against the conservative landscape highly influenced by Cold War advertising and print media. Moreover, these writers were an embryo for the counterculture of the 1960s and, as the years passed by, they would be reread, mediated and welcomed in a manner that would include other men and women writers who had, likewise, interacted with or even participated in the founding of the group and its aesthetics. This was the case for the women who circulated inside and on the margins of the Beat Generation, precisely during their most active phase, and yet who would only be acknowledged decades later, through publications of their memoirs or anthologies, already in the 1990s. Elise Nada Cowen (1933-1962) was one of that poets rediscovered in anthologies such as Women of the Beat Generation (1994) and Girls W ho Wore Black (1996), making an impact with a poetry that flirted with the Beat aesthetic and modern poetry of the 19th century as well. Cowen's poems released in this period touched on death, solitude and questions that posthumously reflect on the fact that the poet committed suicide. With the discovery of her only surviving notebook, edited in 2014 as Elise Cowen: Poems and Fragments, it became possible to consider new approaches for the reception of w om en's authorship in that group and, more importantly, of Elise Cowen's poetry. By making use of concepts and ideas developed by fem inist literary criticism throughout the 20th century, from A Room of O ne's Own by Virginia W oolf to Adrienne Rich and Alicia O striker's ideas of re-vision and stealing of the language, this thesis aims to rethink the myths and the images constructed in the poetry of Elise Cowen with the intent of creating new system atizations and readings of w om en's authorship. Keywords: Elise Cowen, Women of the Beat Generation, Feminist Literary Criticismpt_BR
dc.format.extent144 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCowen, Elise, 1933-1962pt_BR
dc.subjectPoetisas americanas - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectCritica literaria femininapt_BR
dc.subjectGeraçao beatpt_BR
dc.subjectMulheres na literaturapt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleMeu nome em cada página, em cada palavra uma mentira : o caderno sobrevivente de Elise Cowen pela crítica literária feministapt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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