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dc.contributor.advisorBondaruk, Roberson Luizpt_BR
dc.contributor.authorPontes, Iberaci Aparecido dept_BR
dc.contributor.otherBreda, Sonia Mariapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Especialização em Planejamento e Controle da Segurança Públicapt_BR
dc.date.accessioned2019-10-30T18:15:44Z
dc.date.available2019-10-30T18:15:44Z
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/64104
dc.descriptionOrientadores: Roberson Luiz Bondarukpt_BR
dc.descriptionMonografia(Especializaçao) - Universidade Federal do Paraná,Setor de Ciencias Sociais Aplicadas, Curso de Especializaçao em Planejamento e Controle em Segurança Publicapt_BR
dc.description.abstractResumo: O policiamento proativo, através de uma nova visão de emprego poderá diminuir os efeitos dos problemas de Segurança Pública que o Homem enfrentara. O ser humano tera muitos problemas para o futuro de sua existência, um deles será o grande aumento da população que em 2050 será, segundo o relatório da UNFA (Fundo das Populações das Nações Unidas) de aproximadamente 9 bilhões de pessoas, um aumento de aproximadamente 50% em quatro décadas. No ano de 2007 metade da população mundial passou a viver em cidades, o que pode ser um problema ou também uma solução, pois, em aglomerações humanas mais concentradas o poder publico poderá otimizar o uso dos recursos públicos, depende de como os governos se prepararão para enfrentar essa situação. Esse problema será maior em países do Terceiro Mundo, do qual o Brasil faz parte. Em 2030 aproximadamente 2 bilhões de pessoas viverão em favelas pelo mundo afora nos grandes centros urbanos, realidade da qual o Brasil não estará isento, com o agravante dessa situação aumentar a violência em nosso país, já atordoado com as dimensões que ela vem tomando. A migração de população e o próprio crescimento vegetativo das cidades vem aumentando a insegurança pública no país, a medida que os jovens, principalmente os oriundos das camadas mais pobres da população não encontram oportunidades na sociedade estruturada e, assim, são facilmente cooptados para o mundo do crime, por grupos marginais que transformam a periferia das cidades em verdadeiros Estados Paralelos, oferecendo muita vezes a única oportunidade a esses jovens e até mesmo crianças. Curitiba inserida neste contexto, também vem sofrendo com o aumento populacional desordenado e o aumento da insegurança que, se não pode ser extinta, pode ser ao menos diminuída com o policiamento comunitário, coordenado com ações sociais de promoção humana junto as populações carentes, procurando assim diminuir o surgimento de marginais através de um trabalho proativo.pt_BR
dc.format.extent115 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.titleNova divisão de policiamento ostensivopt_BR
dc.typeMonografia Especializaçãopt_BR


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