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dc.contributor.advisorPelaez, Victor, 1962-pt_BR
dc.contributor.authorMelo, Leticia de Paula Bueno dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.date.accessioned2019-10-14T15:52:05Z
dc.date.available2019-10-14T15:52:05Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/63747
dc.descriptionOrientador : Victor Manoel Pelaez Alvarezpt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O mercado mundial de agrotóxicos é liderado por um grupo de cinco empresas (Bayer, BASF, Corteva, Monsanto e Syngenta), que controla cerca de 61% das vendas mundiais. Este trabalho tem como objetivo analisar as estratégias de crescimento externo dessas empresas, por meio de acordos de cooperação realizados entre si e com empresas terceiras, entre os anos 1996 e 2017. Foram identificados 560 acordos nesse período, com quatro tipos principais: de comercialização, de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e de produção. Os acordos firmados entre as seis empresas líderes correspondem a 16% do total. Já o restante é realizado com empresas de agrotóxicos de menor porte, além de empresas e laboratórios de P&D nas áreas de genômica e de informática. Tais acordos expressam uma estratégia de complementação de portfólio no próprio mercado de agrotóxicos. Revelam também uma estratégia de diversificação para outros ramos de atividade do setor agrícola, notadamente sementes, biopesticidas e serviços de big data. Dentre as cinco empresas monitoradas, destacou-se a Corteva, com cerca de 24% dos acordos, e a pioneira Monsanto, com participação em cerca de um quinto do total dos acordos. Conclui-se que os acordos de cooperação estabelecidos permitem ampliar a mobilidade do capital das empresas, minimizando os riscos de crescimento externo, por meio da gestão de ativos complementares. Esses riscos podem ser terceirizados ou, eventualmente, internalizados pelas empresas, dentro de uma lógica global de expansão de seus mercados. As informações sobre os acordos de cooperação foram obtidas em revistas especializadas, disponíveis na internet (Agropages, Agrow Magazine e Agribusiness Global), bem como nos sítios eletrônicos das referidas empresas.pt_BR
dc.format.extent34 p. : il., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPesticidas - Indústria - Concorrenciapt_BR
dc.subjectCooperaçãopt_BR
dc.subjectAlianças estrategicas (Negocios)pt_BR
dc.subjectAdministração de empresaspt_BR
dc.titleEstratégias de crescimento na indústria de agrotóxicos : os acordos interempresariaispt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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