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dc.contributor.advisorDornbusch, Peterson Trichespt_BR
dc.contributor.authorLacowicz, Carolina, 1988-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterináriaspt_BR
dc.date.accessioned2022-02-08T12:16:34Z
dc.date.available2022-02-08T12:16:34Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/63429
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Peterson Triches Dornbuschpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias. Defesa : Curitiba, 25/03/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O desenvolvimento de cirurgia experimental da coluna vertebral de cães é um desafio. O coelho é uma opção de modelo animal para pesquisas in vivo, mas estudos comparativos entre as duas espécies são necessários para avaliar se a extrapolação de resultados é viável. Além desse aspecto, coelhos estão se tornando importantes animais de companhia e apresentam fratura ou luxação vertebral idiopática comum na coluna lombar caudal. Pouca informação sobre o tratamento cirúrgico desses animais está disponível. Os cirurgiões ortopedistas veterinários estão familiarizados com a anatomia cirúrgica do cão e possivelmente se beneficiarão em compreender a anatomia dos coelhos de forma comparativa. Foram realizados dois estudos comparativos de coluna lombar entre cadáveres de cães e coelhos, entre 3 e 5 kg de massa corpórea, adultos, sem predileção por sexo. O primeiro, refere-se à avaliação morfométrica utilizando a tomografia computadorizada de feixe cônico, no qual foram mensurados o comprimento, largura e altura do corpo e forame vertebral, além da espessura do osso cortical. O segundo, refere-se a ensaio de flexibilidade no eixo flexão-extensão, sob carga pré-estabelecida, das articulações intervertebrais L4-L5, L5-L6 e L6-L7. Foi realizado também ensaio destrutivo dos corpos de prova. Os resultados encontrados foram que o comprimento do corpo e forames vertebrais do coelho é maior do que o de cães de mesmo porte, mas apresenta altura e largura menores. A espessura do osso cortical é semelhante em ambas as espécies. A amplitude de movimento das articulações L4-L5 e L5-L6 do coelho é maior do que a do cão. A articulação L6-L7 do coelho apresenta movimento paradoxal, o que pode estar relacionado com a ocorrência comum de fraturas em L7 dessa espécie. A força máxima ao ponto de fratura do segmento de coluna vertebral do cão foi superior ao dobro da observada no coelho. Conclui-se que devido as diferenças morfométricas e biomecânicas encontradas, o coelho não é um bom modelo animal para o cão. As vértebras lombares do coelho são frágeis e com anatomia mais delicada do que as do cão de mesmo porte e idade equivalente, o que aumenta o risco de complicações em cirurgias dessa região. Palavras-chave: Coluna vertebral. Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico. Resistência à Flexão. Resistência à Tração. Osso cortical.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The development of experimental spinal surgery in dogs is a challenge. Rabbit is an animal model option for in vivo research, but comparative studies between the two species are needed to assess whether extrapolation of results is feasible. Besides this aspect, rabbits are becoming important companion animals and present common idiopathic vertebral fracture or dislocation in the caudal lumbar spine. Little information on the surgical treatment of these animals is available. Veterinary orthopedic surgeons are familiar with the dog's surgical anatomy and would possibly benefit from understanding the anatomy of rabbits in a comparative way. Two comparative studies of lumbar spine were performed between cadavers of dogs and rabbits, between 3 and 5 kg of body mass, adults, without predilection for sex. The first one refers to the morphometric evaluation using conical beam computed tomography, in which the length, width and height of the body and vertebral foramen were measured, as well as the thickness of the cortical bone. The second, refers to flexibility test in the flexionextension axis, under pre-established load, of intervertebral joints L4-L5, L5-L6 and L6-L7. A destructive test of the specimens was also carried out. The results were that the length of the body and vertebral foramina of the rabbit is larger than that of dogs of the same size, but presents smaller height and width. The thickness of the cortical bone is similar in both species. The range of motion of the rabbit's L4-L5 and L5-L6 joints is greater than that of the dog. The rabbit L6-L7 joint presents paradoxical movement, which may be related to the common occurrence of L7 fractures of this species. The maximum strength at the point of fracture of the vertebral column of the dog was more than twice that observed in the rabbit. It is concluded that due to the morphometric and biomechanical differences found, the rabbit is not a good animal model for the dog. The lumbar vertebrae of the rabbit are fragile and have a more delicate anatomy than the dog of the same size and age, which increases the risk of complications in the surgeries of this region. Keywords: Spine. Cone Beam Computed Tomography. Flexural Strength. Resistance to traction. Cortical bone.pt_BR
dc.format.extent51 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCirurgia veterinariapt_BR
dc.subjectColuna vertebral - Cirurgiapt_BR
dc.subjectTomografia computadorizadapt_BR
dc.subjectCãespt_BR
dc.subjectCoelhopt_BR
dc.subjectMedicina Veterináriapt_BR
dc.titleEstudo morfométrico tomográfico e biomecânico ex vivo de coluna lombar comparativo entre cão e coelhopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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