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dc.contributor.advisorPelissari, Allan Libanio, 1987-pt_BR
dc.contributor.authorPfutz, Iasmin Fernanda Portela, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paranápt_BR
dc.date.accessioned2019-05-21T18:54:18Z
dc.date.available2019-05-21T18:54:18Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/60787
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Allan Libanio Pelissaript_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Curso de Especialização em Gestão Florestalpt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Atividades antrópicas têm intensificado o processo natural de efeito estufa, elevando a temperatura média da Terra e causando mudanças climáticas. Nesse contexto, surgiu o Protocolo de Quioto com o objetivo de vincular legalmente os países que se comprometeram a diminuir e estabilizar suas emissões de gases de efeito estufa. O Protocolo previu também a utilização de mecanismos de flexibilização, com destaque para o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo que permite que países desenvolvidos possam financiar projetos de plantio de florestas ou de energia limpa em países em desenvolvimento, gerando assim os créditos de carbono. Nesse cenário a implantação de florestas de teca pode contribuir significativamente para a fixação de carbono, agregando valor a produção e auxiliando na mitigação das mudanças climáticas. Dessa forma, este trabalho teve como objetivo demonstrar o potencial da inserção de povoamentos de teca no mercado de carbono, pela quantificação do estoque de carbono e variabilidade espacial dessa variável utilizando a geoestatística. Por meio de 46 parcelas permanentes alocada em 213 hectares de plantios de teca, foram calculadas as estimativas dos estoques de carbono aéreo e radicular dos dois anos de idade ao decimo segundo ano. Em seguida, foi realizada uma análise exploratória dos dados, e posteriormente a etapa de modelagem geoestatística com o cálculo das semivariâncias seguida da interpolação e espacialização do estoque de carbono pelo método da krigagem ordinária pontual. A seleção do melhor ajuste foi determinada com base no maior coeficiente de determinação e no menor valor da soma de quadrados dos desvios. Para ambas as variáveis estoque de carbono, o modelo esférico de semivariograma foi o mais eficiente para modelar a variabilidade espacial, apresentando os valores mais altos de coeficiente de determinação e mais baixos de soma dos quadrados dos desvios. Os resultados sugerem que plantios de teca tem potencial para inserção em projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, porém recomendase o desenvolvimento de equações de estoque de carbono para a área de estudo, além da elaboração de trabalhos referentes a viabilidade econômica de plantios de teca para projetos de carbono.pt_BR
dc.format.extent32 p. : il (principalmente color.), grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTeca (Arvore)pt_BR
dc.subjectSequestro de carbonopt_BR
dc.subjectDioxido de carbono - Aspectos ambientaispt_BR
dc.subjectGeologia - Métodos estatísticospt_BR
dc.subjectMecanismo de desenvolvimento limpopt_BR
dc.titleModelagem e espacialização do estoque de carbono em povoamentos de tecapt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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