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dc.contributor.authorKutzke, André Luis, 1983-pt_BR
dc.contributor.otherVasconcelos, Marta Chaves, 1990-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Especialização em Gestão Públicapt_BR
dc.date.accessioned2021-10-20T17:03:46Z
dc.date.available2021-10-20T17:03:46Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/60425
dc.descriptionOrientador : Marta Chaves Vasconcelos.pt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Especialização em Gestão Públicapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo :O acolhimento institucional previsto pela Lei Federal n° 12010/2009, visa à garantia dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes que se encontram com seus vínculos familiares rompidos em função da negligência ou violência praticada por seus pais ou responsáveis legais. Diante disso, fica o Poder Judiciário e os Conselhos Tutelares responsáveis por adotarem medidas protetivas que visem assegurar o reestabelecimento dos direitos violados. Uma das medidas previstas a serem adotadas é a de acolhimento institucional da criança ou adolescente quando esta se encontrar sob-risco comprovado que atente a sua integridade física e/ou emocional. O acolhimento institucional em unidade de acolhimento visa à garantia do bem estar da criança ou adolescente vitimizado, possibilitando por meio de atividades sociais inclusivas a reinserção de modo saudável das mesmas no contexto social do qual fazem parte. Surge como proposta inclusiva o apadrinhamento afetivo, que possibilita ao acolhido a convivência com pessoas interessadas no seu bem estar e em sua inclusão social dentro de um contexto familiar saudável onde a criança ou adolescente possa se desenvolver adequadamente. Este estudo busca propor ações voltadas ao processo de preparação das crianças e adolescentes acolhidas na Unidade de Acolhimento Institucional Casa do Piá 1, para o projeto de apadrinhamento afetivo desenvolvido pela ONG Recriar de Curitiba/PR. Para alcançar tal objetivo 12 crianças e/ou adolescentes foram entrevistados, por meio de um questionário composto por 05 questões, destaca-se que os questionários foram aplicados com supervisão de educadores sociais, que orientaram quando necessário os acolhidos no preenchimento. A aplicação dos questionários ocorreu entre os dias 07 e 11 de Janeiro de 2019. O objetivo foi de identificar até que ponto as crianças e adolescentes acolhidas na Casa do Piá 1 têm conhecimento a cerca do projeto e sua proposta de inclusão social e afetiva. O apadrinhamento é uma importante ferramenta de inclusão social de crianças e adolescentes que se encontram em medida protetiva de acolhimento institucional, porém, para que alcance seus objetivos de modo concreto se fazem necessários ajustes no processo de preparação dos envolvidos, pois assim como os padrinhos afetivos são preparados, recebendo orientações, acompanhamento e obrigatoriamente têm que passar por cursos e oficinas ofertadas pela ONG Recriar, é importante que os acolhidos recebam iguais preparo e acompanhamento resultando assim na possibilidade de um maior sucesso maior do projeto dentro de seus objetivos fundamentais.pt_BR
dc.format.extent33 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectOrganizações não governamentais - Administraçãopt_BR
dc.subjectCrianças - Maus-tratospt_BR
dc.subjectCrianças - Assistência socialpt_BR
dc.titleO apadrinhamento afetivo promovido pela ONG Recriar junto aos acolhidos na Casa do Piá 1 e as dificuldades de sua manutençãopt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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