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dc.contributor.authorMilan, Polliannapt_BR
dc.contributor.otherKluge, Denise Cristina, 1975-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2019-04-15T12:21:49Z
dc.date.available2019-04-15T12:21:49Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/59976
dc.descriptionOrientadora: Profa. Da. Denise Cristina Klugept_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa : Curitiba, 14/02/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.302-312pt_BR
dc.description.abstractResumo: Neste trabalho1 investigamos a eficiência do treinamento perceptual na percepção e produção de heterotônicos para aprendizes brasileiros de espanhol como segunda língua. Fizeram parte deste estudo longitudinal de treinamento 26 participantes que foram divididos em quatro grupos: (i) o grupo com treinamento perceptual e menor experiência acadêmica; (ii) o grupo com treinamento perceptual e maior experiência acadêmica; (iii) o grupo sem treinamento e com menor experiência acadêmica; (iv) e o grupo sem treinamento e com maior experiência acadêmica. Todos os participantes fizeram o Pré-Teste, o Pós-Teste, o Teste de Generalização e o Teste de Retenção (entre 42 e 58 dias após as sessões de treinamento). Parte dos participantes (10 do grupo com menos experiência acadêmica e quatro do grupo com mais experiência acadêmica) fizeram duas sessões de treinamento perceptual. Os que não participaram dessa etapa do treinamento foram comparados aos que treinaram com o intuito de averiguar se os que treinaram tiveram uma melhora no desempenho dos testes em relação aos que não treinaram. Em todas as etapas, eles participaram de uma tarefa de identificação da sílaba tônica das palavras heterotônicas e dos distratores escutados para testar a percepção e, ainda, para a produção realizaram duas tarefas de leitura, de frases com contexto e de frasesveículo. Não temos conhecimento da existência de pesquisas de treinamento perceptual do espanhol como L2 para aprendizes brasileiros, principalmente no âmbito suprassegmental, o que demonstra um certo ineditismo deste estudo. Esta pesquisa também investigou a relação da frequência de uso dos heterotônicos e os acertos dos mesmos nos testes. Os resultados mostraram efeito positivo do treinamento perceptual na percepção e produção dos heterotônicos pelo grupo de aprendizes que treinou e que tinha menos exposição acadêmica. Esse mesmo grupo foi capaz de generalizar na percepção o que aprendeu nas duas sessões de treinamento, com bons índices de acertos em relação aos heterotônicos ainda não vistos nos outros testes, contudo essa generalização não ocorreu, no âmbito inferencial, na produção (apesar de descritivamente haver diferenças). O grupo que treinou e que tinha mais experiência acadêmica não apresentou, no nível inferencial, efeito positivo do treinamento. Como esta pesquisa segue a teoria dos Sistemas Adaptativos Complexos, houve uma preocupação em desenvolver um tipo de análise para os resultados não apenas entre grupos, mas também na comparação individual dos participantes. Assim, propomos duas maneiras distintas de observar os dados, como a distância aritmética e o cálculo da variação porcentual entre testes de cada aprendiz. Nas análises individuais concluímos que os aprendizes que mais se beneficiaram do treinamento foram aqueles de menor experiência acadêmica e que apresentaram mais dificuldades no início da pesquisa, ou seja, nos Pré-Testes. Essa análise individual apontou também que nem sempre os aprendizes de um determinado grupo nesta pesquisa tiveram o perfil desse grupo nos resultados, pois alguns sempre se mantiveram acima ou abaixo da média, o que demonstrou um perfil de aprendizado diferente dos demais. Por isso, tentamos detalhar o perfil desses indivíduos para tentar analisar o que eles têm de diferente dos demais em relação ao desenvolvimento de uma língua estrangeira. Palavras-chave: Treinamento perceptual; Heterotônicos; Espanhol (L2) versus Português Brasileiro (L1).pt_BR
dc.description.abstractAbstract: In this longitudinal study2 we investigate the efficiency of perceptual training in the perception and production of heterotonics for Brazilian learners of Spanish as a second language. Twentysix participants were divided into four groups: (i) the group with perceptual training and lower academic experience; (ii) the group with perceptual training and higher academic experience; (iii) the group without training and lower academic experience; (iv) and the group without training and higher academic experience. All participants took the Pretest, Posttest, Generalization Test and Retention Test (between 42 and 58 days after the training sessions). Part of the participants (10 of the less academic experience group and four of the more academic experience group) took two perceptual training sessions. Those who did not participate in this stage of the training were compared to those who trained in order to find out if those who trained had an improvement in the performance of the tests compared to those who did not train. In all stages, they participated in a task of identifying the stressed syllable of the heterotonic words and of the distractors listened to test the perception, and also to the production they did two tasks of reading, one of the contextualized phrases and other of the vehicle- phrases. We are not aware of the existence of perceptual training studies with Brazilian learners of Spanish as L2, mainly in the suprassegmental scope or level, which demonstrates a certain novelty of this study. This research also investigated the relationship of the frequency use of heterotonics and their correct answers in the tests. The results showed positive effect of perceptual training on the perception and production of heterotonics by the group that trained and had less academic experience. This same group was able to generalize in the perception what they had learned in the two training sessions, with good percentages of correct responses in relation to the heterotonic ones not yet seen in the other tests. Regarding production, this generalization did not occur in the inferential level, although descriptively differences had appeared. The group that trained and had higher academic experience did not present, at the inferential level, positive effects of the training. As this study follows the theory of Complex Adaptive Systems, there was a concern regarding the type of analysis for the results which should include not only intergroups comparisons, but also individual comparison of the participants. Thus, we propose two different ways of observing the data, such as the arithmetic distance and the calculation of the percentage variation between tests of each learner. In the individual analyzes, we concluded that the learners who benefited most from the training were those with lower academic experience and who presented more difficulties at the beginning of the research, i.e., in the Pretests. This individual analysis also showed that, regarding general results, learners of a particular group did not have the profile of that group as they always remained above or below the group average, which indicated different learning profiles. Therefore, we have tried to detail the profile of these individuals in order to try to analyze how they differ from the others regarding the development of a second language. Key words: Perceptual training; Heterotonics; Spanish (L2) versus Brazilian Portuguese (L1).pt_BR
dc.description.abstractResumen: En este trabajo3 investigamos la eficiencia del entrenamiento perceptual en la percepción y producción de heterotónicos para aprendices brasileños de español como segunda lengua. Han formado parte de este estudio longitudinal de entrenamiento 26 participantes divididos en cuatro grupos: (i) el grupo con entrenamiento perceptual y menor experiencia académica; (ii) el grupo con entrenamiento perceptual y mayor experiencia académica; (iii) el grupo sin entrenamiento y con menor experiencia académica; (iv) y el grupo sin entrenamiento y con mayor experiencia académica. Todos los participantes hicieron el Pre-Test, el Post-Test, el Test de Generalización y el Test de Retención (entre 42 y 58 días después de las sesiones de entrenamiento). Parte de los participantes (10 del grupo con menos experiencia académica y cuatro del grupo con más experiencia académica) realizaron dos sesiones de entrenamiento perceptual. Los que no participaron en esta etapa del entrenamiento fueron comparados a los que entrenaron con la intención de averiguar si los que entrenaron mejoraron en el desempeño de las pruebas en relación a los que no entrenaron. En todas las etapas, los aprendices participaron de una tarea de identificación de la sílaba tónica de las palabras heterotónicas y de los distractores escuchados para probar la percepción y, para la producción, realizaron dos tareas de lectura de frases con contexto y de frases-vehículo. No tenemos conocimiento de la existencia de investigaciones de entrenamiento perceptual del español como L2 para aprendices brasileños, principalmente en el ámbito suprasegmental, lo que demuestra que este estudio puede ser inédito. Este trabajo también investigó la relación de la frecuencia de uso de los heterotónicos y los aciertos de los mismos en las pruebas. Los resultados mostraron un efecto positivo del entrenamiento perceptivo en la percepción y producción de los heterotónicos por el grupo de aprendices que entrenó y que tenía menos exposición académica. Este mismo grupo fue capaz de generalizar en la percepción lo que aprendió en las dos sesiones de entrenamiento, con buenos índices de aciertos en relación a los heterotónicos aún no vistos en las otras pruebas, sin embargo, esa generalización no ocurrió, en el ámbito inferencial, en la producción (pese a que descriptivamente hayan existido diferencias). El grupo que entrenó y que tenía más experiencia académica no presentó, a nivel inferencial, efecto positivo del entrenamiento. Como esta investigación sigue la teoría de los Sistemas Adaptativos Complejos, hubo una preocupación en desarrollar un tipo de análisis para los resultados no sólo entre los grupos, sino también en la comparación individual de los participantes. Así, proponemos dos maneras distintas de observar los datos, como la distancia aritmética y el cálculo de la variación porcentual entre las pruebas de cada aprendiz. En los análisis individuales concluimos que los aprendices que más se beneficiaron del entrenamiento fueron aquellos de menor experiencia académica y que presentaron más dificultades al inicio de la investigación, o sea, en los Pre-Tests. Este análisis individual demostró también que no siempre los aprendices de un determinado grupo en esta investigación tuvieron el perfil de ese grupo en los resultados, pues algunos siempre se mantuvieron por encima o por debajo de la media, lo que mostró un perfil de aprendizaje diferente de los demás. Por eso, intentamos detallar el perfil de estos individuos para tratar de analizar lo que los diferencia de los demás en relación al desarrollo de una lengua extranjera. 3 Palabras Clave: Entrenamiento perceptual; Heterotónicos; Español (L2) versus Portugués Brasileño (L1).pt_BR
dc.format.extent315 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectLingua espanhola - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.subjectLíngua espanhola - Aprendizagempt_BR
dc.titleEfeitos do treinamento perceptual na percepção e produção dos heterotônicos por aprendizes brasileiros de espanholpt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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