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dc.contributor.authorGonçalves, Rafaela Mocochinski, 1983-pt_BR
dc.contributor.otherSantos, Lilian Dena dospt_BR
dc.contributor.otherZara, Ricardo Fioript_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor Palotina. Programa de Pós-Graduação em Aquicultura e Desenvolvimento Sustentávelpt_BR
dc.date.accessioned2019-04-10T14:20:31Z
dc.date.available2019-04-10T14:20:31Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/59921
dc.descriptionOrientador: Profª. Drª. Lilian Dena dos Santospt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Ricardo Fiori Zarapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina, Programa de Pós-Graduação em Aquicultura e Desenvolvimento Sustentável. Defesa : Palotina, 20/12/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.63-74pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Produção de Organismos Aquáticos e Impactos Ambientais da Atividade de Aquiculturapt_BR
dc.description.abstractResumo: O metabolismo de ácidos graxos nos peixes é influenciado por vários fatores e difere entre peixes de água doce e marinhos. As tilápias estão entre as principais espécies de água doce cultivadas no mundo devido a sua alta capacidade de adaptação a diferentes ambientes, o que permite a sua criação em água doce, salobra ou salgada, tornando-as uma alternativa para cultivo em regiões litorâneas. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da salinidade e da dieta no desempenho, metabolismo e perfil de ácidos graxos em juvenis de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 4 x 2 com quatro repetições. Os tratamentos foram estabelecidos a partir da combinação das salinidades 0, 10, 20 e 30 g.L-1 com dietas contendo ingredientes de origem animal e vegetal (AV), ou apenas ingredientes de origem vegetal (V). As repetições foram caixas de 60 L contendo 12 peixes com peso corporal (PC) inicial de 26,23 ± 4,22 g. A aclimatação à salinidade foi realizada gradualmente, com elevação de 5 g.L-1 a cada 24 horas. O período experimental foi de 32 dias, e as dietas foram fornecidas três vezes ao dia até atingir a saciedade aparente dos peixes. Os efeitos isolados de salinidade e de ração, e a interação entre ambos foram testados na análise de variância ao nível de 5% de significância. Quando o efeito de salinidade foi significativo, os dados foram analisados por regressão até segunda ordem (quadrática). Houve interação entre os níveis de salinidade e os tipos de dieta para PC final, ganho médio diário, comprimento total e comprimento padrão. Essas variáveis diminuíram linearmente com a salinidade na dieta V, porém, não foram influenciadas pela salinidade na dieta AV. O consumo de ração diário reduziu linearmente com o aumento da salinidade. O índice hepatossomático aumentou linearmente com o aumento da salinidade e foi maior na dieta AV. A concentração plasmática de proteínas totais apresentou resposta quadrática aos níveis de salinidade, com valor máximo estimado de 2,96 g.dL-1 para a salinidade de 10,26 g.L-1. As concentrações plasmáticas de colesterol e triglicerídeos foram maiores na dieta AV. Para a composição química corporal verificou-se que o teor de proteína bruta foi maior na dieta V e que o teor de extrato etéreo apresentou resposta quadrática aos níveis de salinidade, com valor máximo estimado de 19,85%, em base matéria seca, para a salinidade de 9,16 g.L-1. Quanto ao perfil de ácidos graxos depositados nos peixes, observou-se que as proporções de C17, C18, C22:1 e C22:3n-6 aumentaram linearmente, enquanto a relação n-6:n- 3 reduziu linearmente com o aumento da salinidade. As proporções de C14 ao C17, C20:1, C20:5n-3 e C22:6n-3 foram maiores na dieta V, enquanto as proporções de C18:2n-6, C18:3n-6, C18:3n-3 e C20:3n-6 e a relação n-6:n-3 foram maiores na dieta AV. Dado o maior desempenho zootécnico e a maior taxa de sobrevivência, recomenda-se o cultivo de juvenis de tilápia do Nilo em salinidade próxima de 10 g.L-1 associada com a dieta contendo ingredientes de origem animal e vegetal. Palavras-chave: Metabólitos sanguíneos. Ômega-3. Ômega-6. Piscicultura. Gordura.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The fatty acid metabolism in fish is affected by several factors and change between freshwater and seawater species. The tilapias are the mainly freshwater species reared in the world due to its great capacity of adaptation to different environments, which allows their farming in fresh, brackish or saltwater and, thus, becoming an alternative to the coastal regions. The purpose of this study was to evaluate the influence of salinity and diet on the performance, metabolism and fatty acid profile in Nile tilapia (Oreochromis niloticus) juvenile. The experimental design was completely randomized in a 4 x 2 factorial scheme with four replicates. The treatments were determined by the combination of the salinities 0, 10, 20 and 30 g.L-1 with diets containing animal and vegetable origin ingredients (AV) or only vegetable origin ingredients (V). The replicates were tanks of 60 L containing 12 fish with initial body weight (BW) of 26.23 ± 4.22 g. The acclimation to salinities was performed gradually, with an increase of 5 g.L-1 in intervals of 24 hours. The experimental period was 32 days and fish were fed three times a day up to apparent satiety. The isolated effects of salinity and diet, and their interactions were tested in the analysis of variance (ANOVA) at 5% probability. When the effect of salinity was significant, data were analyzed by regression up to second order (quadratic effect). An interaction effect between salinity levels and diet types was detected for final BW, average daily gain (ADG), total length (TL) and standard length (SL). These traits decreased linearly with salinity in diet V, but were not influenced by salinity in diet AV. The daily feed intake (DFI) reduced linearly with the increase of salinity. Hepatosomatic index (HSI) increased linearly with the increase of salinity and was higher in diet AV. The plasma concentration of total proteins (TP) had a quadratic effect to salinity levels, with maximum estimated value of 2.96 g.dL-1 for salinity 10.26 g.L-1. Plasma concentrations of cholesterol and triglycerides (TG) were higher in diet AV. For body chemical composition, it was verified that crude protein (CP) content was higher in diet V, and the ether extract (EE) content presented a quadratic effect to salinity levels, with maximum estimated value of 19.85%, on dry matter basis, for salinity 9.16 g.L-1. Regarding the profile of fatty acid deposited in the fish, the proportions of C17, C18, C22:1 and C22:3n-6 increased linearly, while n-6:n-3 ratio decreased linearly with the increase of salinity. Proportions of C14 to C17, C20:1, C20:5n-3 and C22:6n-3 were higher in diet V, while the proportions of C18:2n-6, C18:3n-6, C18:3n- 3 and C20:3n-6 and n-6:n-3 ratio were higher in diet AV. Regarding the better performance and the higher survival rate, the cultivation of Nile tilapia juvenile is recommended in salinity close to 10 g.L-1 with diet containing ingredients of animal and vegetable origin. Key-words: Blood metabolites. Omega-3. Omega-6. Fish-farming. Fat.pt_BR
dc.format.extent75 p. : il., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectÁcidos graxos Ômega-3pt_BR
dc.subjectAqüiculturapt_BR
dc.subjectÁcidos graxos ômega-6pt_BR
dc.subjectPsiculturapt_BR
dc.subjectGordurapt_BR
dc.titleDesempenho e metabolismo lipídico em juvenis de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) submetidos a diferentes níveis de salinidadept_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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