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dc.contributor.advisorCamargo, Hertez Wendel dept_BR
dc.contributor.authorSchons, Keila Simonept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Artes, Comunicação e Design. Programa de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
dc.date.accessioned2019-05-18T16:13:16Z
dc.date.available2019-05-18T16:13:16Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/58934
dc.descriptionOrientador: Hertez Wendel de Camargo.pt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes Comunicação e Design, Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Defesa : Curitiba, 25/10/2018.pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 102-107pt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo desta pesquisa é compreender como as representações da morte nas campanhas publicitárias refletem os anseios, temores e desejos da sociedade pós-moderna. Para isso, o objeto de pesquisa consiste em anúncios de doação de órgãos veiculadas pelo Ministério da saúde durante os anos de 2011 e 2016. A análise fílmica proposta consiste em interpretar a retórica publicitária associada ao fim da vida, pela perspectiva da antropologia de consumo. É pertinente afirmar que as narrativas publicitárias são um retrato da sociedade de consumo, cujos anúncios se valem de promessas de sucesso, prazer, saúde e beleza. Por esse viés, a Publicidade é capaz de incentivar a compra de uma infinidade de produtos e serviços, incitar necessidades, criar desejos e explanar sobre uma gama infindável situações, com exceção da morte. Possivelmente porque diante dela, o consumo não tenha o menor efeito. Motivo de tem or e mistério, o óbito permeia o imaginário coletivo, concebidos a partir de expressões religiosas, antropológicas, culturais e midiáticas. À luz dessas considerações, observa-se que a morte é oculta do discurso publicitário, a exemplo das campanhas de doação de órgãos que, mesmo ao tratar de uma condição preponderante para a que a doação, ignora a questão e a substitui por eufemismos e promessas de vida eterna. Palavras-chave: Consumo, morte, mitos, publicidade.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The purpose of this research is to understand how representations of death in advertising campaigns reflect the yearnings, fears and desires of postmodern society. To do so, the research object consists of organ donation announcements issued by the Ministry of Health during the years 2011 and 2016. The analysis of proposed content consists of understanding the advertising rhetoric associated with the end of life from the perspective of consumer anthropology. It is pertinent to affirm that the advertising narratives are a portrait of the consumer society, whose ads are worth promises of success, pleasure, health and beauty. Through this bias, Advertising is able to encourage the purchase of a multitude of products and services, incite needs, create desires and explain over an endless range of situations, with the exception of death. Possibly because consumption in front of it has no effect. Reason of fear and mystery, death permeates the collective imaginary, conceived from religious, anthropological, cultural and mediatic expressions. In the light of these considerations, it is observed that death is hidden from the advertising discourse, as in the case of organ donation campaigns which, even when dealing with a preponderant condition to which the donation ignores the question and replaces it with euphemisms and promises of eternal life. Keywords: Consumption, death, myths, advertising.pt_BR
dc.format.extent107 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectConsumo - Publicidadept_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectMorte na comunicação de massapt_BR
dc.subjectDoação de órgãos, tecidos, etc - Campanhapt_BR
dc.titleEpitáfios do consumo : as alegorias da morte em filmes publicitários de doação e órgãospt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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