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dc.contributor.authorMurakami, Fabiane Yukikopt_BR
dc.contributor.otherFélix, Ananda Portella, 1985-pt_BR
dc.contributor.otherSá-Fortes, Cristina Maria Limapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Zootecniapt_BR
dc.date.accessioned2019-01-25T16:32:22Z
dc.date.available2019-01-25T16:32:22Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/58582
dc.descriptionOrientador: Profa. Dra. Ananda Portella Félixpt_BR
dc.descriptionCoorientador: Profa. Dra. Cristina M. L. Sá-Fortespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Zootecnia. Defesa : Curitiba, 26/03/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Avaliou-se a digestibilidade, características fecais e palatabilidade de dietas contendo farinhas de origem animal (FOA) em cães. Em cada experimento foram avaliadas quatro dietas contendo:0, 100, 200 e 300 g/kg de proteína isolada de suíno (ISU), farinha de vísceras bovina (BOV), vísceras de peru (PE) e vísceras de frango griller (GR), em substituição a farinha de vísceras de frango (FVF). Para cada ensaio de digestibilidade, oito cães adultos da raça Beagle foram distribuídos em delineamento quadrado latino duplo (4x4), totalizando oito repetições. Foram avaliados os coeficientes de digestibilidade aparente (CDA) das dietas e das FOA, por análise de regressão (P<0,05). Para o teste de palatabilidade foram comparadas as dietas 0 versus 300 g/kg de cada FOA, utilizando 16 cães adultos. A ISU apresentou CDA da matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e energia metabolizável (EM) de, respectivamente: 99,2, 86,4 e 22,48 MJ/kg. Houve redução linear (P<0,01) na MS (424 a 342 g/kg) e no pH (6,86 a 5,98) fecal com a inclusão de ISU na dieta.. Houve menor razão de ingestão para a dieta 300 g/kg ISU, em relação a 0 g/kg ISU (P<0.01). A inclusão de BOV reduziu linearmente (P<0,05) os CDA da MS, PB e matéria orgânica (MO), mas não alterou (P>0,05) a EM da dieta. Os CDA estimados da BOV foram: MS = 73,5%, PB = 73,6% e MO = 66,9%. A BOV reduziu a produção de ácido siálico (1,10 a 0,89 ?mol/g). Houve aumento linear (P<0,01) nos CDA e na EM das dietas com a inclusão de PE e redução na produção de fezes (P<0,05). Houve aumento na razão de ingestão da dieta 300 g/kg PE (P<0,05). A inclusão de GR não alterou os CDA dos nutrientes e a EM das dietas (P>0,05). Com exceção do CDA da MO, que reduziu linearmente (P<0,05). O CDA da MO estimado da GR foi de 71,46% (P<0,05). A GR não alterou as características fecais (P>0,05) e nem a palatabilidade da dieta (P>0,05). A inclusão de ISU na dieta aumenta a digestibilidade dos nutrientes e a EM, porém, reduz a palatabilidade e a MS fecal dos cães. A BOV não altera a palatabilidade da dieta e apresenta menor digestibilidade da MS, MO e PB, que a FVF. A PE apresenta CDA, EM e palatabilidade maiores que a FVF em cães. A GR apresenta digestibilidade dos nutrientes e EM e palatabilidade semelhantes à FVF convencional. Palavras-chave: Digestibilidade. Fonte proteica animal. Reciclagem ambiental.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The digestibility, fecal characteristics and palatability of diets containing animal meal in dogs were evaluated. In each experiment, four diets containing 0, 100, 200 and 300 g / kg of porcine protein isolated (PPI), bovine viscera meal (BVM), turkey viscera meal (TVM) and chicken griller viscera (CGV) , replacing poultry viscera meal (PVM). For each digestibility assay, eight adult Beagle dogs were distributed in a double Latin quadrangle (4x4), totaling eight replicates. The apparent digestibility coefficients (ADC) of the diets and the animal meal were evaluated by regression analysis (P <0.05). For the palatability test, the diets 0 versus 300 g / kg of each animal meal were compared using 16 adult dogs. The PPI presented dry matter (DM), crude protein (CP) and metabolizable energy (ME), respectively: 99.2, 86.4 and 22.48 MJ / kg. There was a linear reduction (P <0.01) in DM (424 to 342 g / kg) and fecal pH (6.86 to 5.98) with inclusion of PPI in the diet. There was a lower dietary intake ratio 300 g / kg PPI, in relation to 0 g / kg PPI (P <0.01). The inclusion of BVM reduced linearly (P <0.05) the ACD of DM, CP and organic matter (OM), but did not change (P> 0.05) the dietary ME. The estimated ACD of the BVM were: MS = 73.5%, PB = 73.6% and OM = 66.9%. BVM reduced production of sialic acid (1.10 to 0.89 ?mol / g). There was a linear increase (P <0.01) in the ACD and in the ME of the diets with the inclusion of TVM and reduction in feces production (P <0.05). There was an increase in the dietary intake ratio of 300 g / kg TVM (P <0.05). The inclusion of CGV did not alter the nutrient and dietary energy content of the diets (P> 0.05). With the exception of ACD of MO, which reduced linearly (P <0.05). The ACD of the OM estimated of CGV was 71.46% (P <0.05). The CGV did not alter the fecal characteristics (P> 0.05) or the palatability of the diet (P> 0.05). The inclusion of PPI in the diet increases nutrient digestibility and DM, however, it reduces palatability and fecal DM of dogs. The BVM does not alter the palatability of the diet and has lower digestibility of DM, OM and CP than PVM. PE has ACD, DM and palatability greater than PVM in dogs. CGV has nutrient digestibility and DM and palatability similar to conventional PVM. Key-words: Digestibility. Animal protein source. Environmental recycling.pt_BR
dc.format.extent110 p. : il., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCão - Alimentação e raçõespt_BR
dc.subjectZootecniapt_BR
dc.subjectNutrição animalpt_BR
dc.subjectProteínas na nutrição animalpt_BR
dc.subjectReciclagem - Aspectos ambientaispt_BR
dc.titleAvaliação nutricional de farinhas de origem animal em cãespt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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