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dc.contributor.advisorCarleial, Liana Maria da Frota, 1949-pt_BR
dc.contributor.authorChristoffoli, Gustavo Trentopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2018-07-27T22:05:41Z
dc.date.available2018-07-27T22:05:41Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/56039
dc.descriptionOrientadora: Profª. Dra. Liana Maria da Frota Carleialpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito. Defesa : Curitiba, 09/03/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.107-114pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Direitos Humanos e Democraciapt_BR
dc.description.abstractResumo: Este trabalho caracteriza o cooperativismo enquanto ideologia, partindo, em primeiro lugar, da exposição de alguns dos sentidos históricos e políticos que o termo possui, e, em segundo lugar, explorando com maior ênfase seus sentidos "negativo" - enquanto falsa consciência - e "positivo" - enquanto ideias emancipadoras. Ressalta algumas das características fundamentais do modo de produção capitalista, dentro do qual as cooperativas estão inseridas, pois são essas determinações internas que impõem às cooperativas autogeridas pressões e dificuldades quotidianas. Tomando como pressuposto essa inserção, e equiparando - na esteira de Pachukanis - a forma jurídica com a forma mercantil, constata que o cooperativismo é a forma-jurídica da autogestão. E as limitações que daí são decorrentes, por sua vez, conduzem à discussão acerca dos distintos modelos e correntes de autogestão, que para alguns autores pode tanto ficar limitada ao local de trabalho, como, para outros, deve espalhar-se por órgãos decisórios e instituições mais abrangentes. Por fim, discute as características de uma autogestão que se visse livre de seu momento jurídico, e se isso caracterizaria, enfim, uma ideologia positiva. Palavras-chave: Cooperativismo; ideologia; autogestão; forma-jurídica.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This research intends to characterize cooperativism as an ideology, starting, in first place, by the exposition of some of the historical and political significations that the word owns, and in second place, exploring the "negative" sense - as false consciousness - and the "positive" sense - as an emancipatory one. It emphasizes some of the fundamental characteristics of the capitalist mode of production, within which cooperatives are included, because is from that scenario that all the difficulties are taken and imposed, and, taking this as a presupposition, - and according to Pachukanis - finds that cooperativism is the juridical form of self-management. The limitations that come from this assumption conducts to the discussion of the different stances on self-management, which for some authors can stay inside the workplace, as for some other authors it can go to broader locations and institutions. Finally, a discussion about the characteristics of a self-management that becomes free of its juridical moment is held, analyzing if that's, ultimately, an emancipatory ideology. Keywords: Cooperative's law; ideology; self-management; legal form.pt_BR
dc.format.extent114 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCooperativismopt_BR
dc.subjectDireitopt_BR
dc.subjectCooperativaspt_BR
dc.titleO cooperativismo enquanto ideologia : elementos para uma crítica à forma jurídica do trabalho coletivo associadopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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