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dc.contributor.authorDranka, Tatiany, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherSouza, Kênia Barreiro dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicaspt_BR
dc.date.accessioned2018-06-11T22:17:20Z
dc.date.available2018-06-11T22:17:20Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/55974
dc.descriptionOrientador : Kênia Barreiro de Souzapt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicas.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : Desde o segundo trimestre de 2014, a economia brasileira enfrenta uma forte recessão econômica, apresentando queda no Produto Interno Bruto (PIB) por dois anos consecutivos e aumento da inflação. Uma das características mais marcantes dessa crise foi o aumento desenfreado do desemprego, que atingiu o patamar de 13,7% no primeiro trimestre de 2017, atingindo muitas famílias brasileiras. Diante da importância do tema, o presente trabalho tem como finalidade analisar se a crise econômica aumentou a probabilidade de desemprego no Brasil e investigar o perfil do trabalhador desempregado, observando as características pessoais e do núcleo familiar que indicaram o aumento da probabilidade de desemprego para este indivíduo. A análise prévia do mercado de trabalho, baseada em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), revelou um forte crescimento do desemprego a partir do ano de 2015, sugerindo que os efeitos da crise econômica foram absorvidos pelo mercado de trabalho nesse período. Desta forma, para atingir o objetivo proposto, foram utilizados os microdados trimestrais da PNAD, com a aplicação do modelo Probit para três recortes temporais. Primeiramente, foi observado o período total da análise, caracterizado pelo intervalo entre o primeiro trimestre de 2012 e o segundo trimestre de 2017. Posteriormente, para validar a hipótese de impacto da crise, o modelo foi aplicado para dois períodos comparativos, o primeiro período anterior ao ano de 2015, considerado como anterior à crise, e o segundo período a partir do ano de 2015, posterior à crise. Em suma, os resultados obtidos revelaram que a crise econômica aumentou em 5,49% a probabilidade de um indivíduo estar desempregado. Quanto ao perfil do trabalhador desempregado, identificou-se que a probabilidade de desemprego foi maior para as mulheres, pessoas mais jovens, com menor escolaridade e indivíduos de cor preta e parda. Verificou-se também a existência da maior probabilidade de desempregados dentro de uma mesma família e maior probabilidade de desemprego na região metropolitana em relação às demais regiões. Por fim, o desemprego apresentou sinais de queda a partir do segundo trimestre de 2017, sendo que esta recuperação pode estar relacionada ao aumento na população ocupada sem carteira assinada.pt_BR
dc.format.extent48 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digital.pt_BR
dc.subjectDesemprego - 2012-2017pt_BR
dc.subjectCrise econômicapt_BR
dc.titleDesemprego na crise: uma análise do período de 2012 a 2017pt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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