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dc.contributor.authorCosta, Gabriela dapt_BR
dc.contributor.otherFaria, Ana Maria Jara Bottonpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Curso de Especialização MBA em Gestão Ambientalpt_BR
dc.date.accessioned2018-12-13T20:35:32Z
dc.date.available2018-12-13T20:35:32Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/55576
dc.descriptionOrientadora : Ana Maria Jara Botton Fariapt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Curso de Especialização em MBA em Gestão Ambientalpt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O conhecimento dos impactos causadas com o lançamento de efluentes líquidos é essencial para assegurar a qualidade dos biomas aquáticos. Os efluentes são compostos por uma grande variedade e quantidade de substâncias tornando o controle ambiental puramente físico e químico insuficiente para verificação dos efeitos tóxicos para com o meio. Surgiu assim o estudo da Ecotoxicidade, observando a interação do efluente também com o meio biológico. Os testes mais comuns realizados avaliam os impactos agudos (curto período de tempo) e crônico (período maior de exposição) sobre organismos como algas, invertebrados e vertebrados com diluições do efluente. Este trabalho buscou analisar as normativas brasileiras e as internacionais que disciplinam sobre o tema ecotoxicidade e realizar comparações. No Brasil, a Resolução do CONAMA sob no 430/2011 regulamenta em esfera federal as diretrizes a serem avaliadas nos efluentes e somente cinco Estados brasileiros possuem normatizações específicas sobre o tema, considerando neste contexto ainda o Estado do Rio Grande do Sul que recentemente revogou a sua normativa. Observa-se que os regulamentos estaduais possuem restrições diferentes para a mesma classe de rio e alguns Estados especificam as espécies a serem utilizadas e podendo gerar resultado que não são representativos no ecossistema de estudo. Fica evidente que todas as normativas brasileiras tomaram como base as normativas americanas ou europeias. Por fim, o desenvolvimento de estudos e o conhecimento sobre o tema deve ser frequente e, desta forma, as normativas brasileiras também deverão ser periodicamente avaliadas, de forma a não se tornarem obsoletas ou incoerentes a sua avaliação. Palavras-chave: Controle Ambiental, Efluentes, Normativas.pt_BR
dc.format.extent29f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEfluente - Qualidadept_BR
dc.subjectÁgua - Qualidadept_BR
dc.subjectEcossistemas aquáticospt_BR
dc.subjectDireito ambientalpt_BR
dc.titleRequisitos legais e critérios de ecotoxicidade dos efluentes no Brasilpt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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