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dc.contributor.advisorXpt_BR
dc.contributor.authorXpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.date.accessioned2018-04-26T18:05:03Z
dc.date.available2018-04-26T18:05:03Z
dc.date.issued20--pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/55403
dc.descriptionOrientador :pt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de ..., Programa de Pós-Graduação em... Defesa : Curitiba,pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração :pt_BR
dc.description.abstractResumo: Desde o seu lançamento, em 1960, A aventura, de Michelangelo Antonioni, inquietou gerações de espectadores com um filme em que, no primeiro momento, nada parecia acontecer. No entanto, ao olhar mais atento revelava um minucioso trabalho de construção. Os longos planos de intricada coreografia entre os movimentos de câmera e os atores, a recusa em seguir os mecanismos da narração e da encenação cinematográfica transparente e a paisagem como vetor para exteriorizar as emoções dos personagens são algumas das características que evidenciam a depuração de um estilo em construção desde seu primeiro documentário. A atuação de Antonioni como realizador está ligada a dois momentos excepcionais da produção cinematográfica italiana, que serão examinados no primeiro capítulo: a cena neorrealista, ligada à formação intelectual e como cineasta, e ao período de intensa renovação dos novos cinemas dos anos 1960, do qual A aventura foi um dos precursores. A seguir, os conceitos de cinema de autor e de estilo serão confrontados com a trajetória pessoal e artística de Antonioni, em busca de compreender em que medida é possível afirmar que A aventura é um filme-chave para a consolidação desse estilo. Por fim, o instrumental teórico e prático proposto por David Bordwell e Kristin Thompson, Jacques Aumont e Michel Marie, Manuela Penafria e Francis Vanoye e Anne Goliot-Lété será utilizado para estudar o estilo de Antonioni tomando A aventura como paradigma. Palavras-chave: Michelangelo Antonioni, A aventura, estilo, análise do filme, cinema de autor.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Ever since its release, in 1960, Michelangelo Antonioni's L'avventura has been troubling generations of spectators with a film in which, at first, nothing seemed to happen. However, a closer look reveals a meticulous construction work. The intricate choreography between the actors and the camera movements, the refusal to follow traditional mechanisms of narrative and of mise en scène, the use of landscape as an expression of the characters emotions are some of the characteristics that were being developed since his first documentary. Antonioni's trajectory as a director is intertwined to two exceptional moments in Italian film production, which will be examined in the first chapter: neorealism, which relates to Antonioni's intellectual formation and his first experiences as a director, and the period of intense renewal of cinema of the early 1960s, to which L'avventura was one of the forerunners. In the next chapter the concepts of auteur cinema and style are confronted with Antonioni's personal and artistic trajectory in an attempt to understand to what extent it is possible to infer that L'avventura is a key film to the consolidation of his style. Finally, the theoretical and practical instruments of film analysis proposed by David Bordwell and Kristin Thompson, Jacques Aumont and Michel Marie, Manuela Penafria and Francis Vanoye and Anne Goliot-Lété will be used to study Antononioni's style in L'avventura. Keywords: Michelangelo Antonioni, L'avventura, film style, film analysis.pt_BR
dc.format.extentp. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectxpt_BR
dc.subjectXpt_BR
dc.titleX : Xpt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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