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dc.contributor.advisorDittrich, João Ricardo, 1964-pt_BR
dc.contributor.authorSeabra, Jéssica Carvalhopt_BR
dc.contributor.otherMolento, Carla Forte Maiolinopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Zootecniapt_BR
dc.date.accessioned2018-08-16T19:21:35Z
dc.date.available2018-08-16T19:21:35Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/55222
dc.descriptionOrientador : Dr.João Ricardo Dittrichpt_BR
dc.descriptionCoorientadora : Dra. Carla Forte Maiolino Molentopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Zootecnia. Defesa : Curitiba, 14/12/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O confinamento é um regime incompatível com o comportamento natural dos cavalos e a imposição desse tipo de manejo pode trazer restrição severa de seu bemestar, podendo causar aparecimento de distúrbios comportamentais, alterações hormonais e diminuição da imunidade. Várias pesquisas relacionadas à medicina humana revelam que a prática de exercício físico pode ser capaz de reduzir significativamente os níveis de ansiedade. Sendo assim, o objetivo desse estudo foi avaliar o bem-estar de cavalos de corrida mantidos em regime de confinamento em baias, quando submetidos à diferentes intensidades de exercício. Este experimento utilizou 10 éguas e 6 garanhões da raça puro-sangue inglês alojados em baias individuais 24 horas por dia no Jockey Club do Paraná, em Curitiba, Brasil. Os cavalos tinham cerca de 2 anos de idade e compartilhavam a mesma rotina de exercícios que foi dividida em 4 níveis crescentes de intensidade. As análises comportamentais e coletas de sangue foram realizadas em cada nível de exercício para mensurar o índice de prevalência de comportamentos anormais e para medir o nível de imunidade dos animais respectivamente. No último dia de treinamento antes da primeira corrida oficial, a câmera termográfica foi utilizada para coletar imagens do olho esquerdo dos cavalos antes e após o exercício para aferição da temperatura máxima do globo ocular. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado com 16 repetições. A análise dos dados comportamentais foi feita através de estatística descritiva e pela técnica de mineração de dados, enquanto a mudança na relação de neutrófilos/linfócitos, a diferença no número total de leucócitos e o aumento da temperatura ocular foram analisados com a ANOVA e teste de Bartlettt, sendo posteriormente submetidos ao teste de Tukey. Análises de correlação entre a frequência respiratória, Índice de Conforto Térmico e temperatura ocular máxima também foram realizadas. A árvore de decisão gerada pelo modelo após o procedimento de mineração de dados mostrou que alguns comportamentos anormais (ingerir cama, atacar o ar e escoicear a baia) foram mais frequentes na primeira intensidade de exercício. Também foi observado aumento significativo (P <0,01) na relação Neutrófilos/Linfócitos durante o treinamento mais intenso e a primeira corrida oficial, além do aumento significativo (P <0,01) no número total de leucócitos após a primeira corrida oficial. Embora as diferentes intensidades de treinamento tenham influenciado significativamente o leucograma, todos os resultados estavam dentro dos parâmetros fisiológicos normais. Também houve diferença significativa (P <0,01) entre as medidas da temperatura do olho realizadas antes e depois a sessão de treinamento, havendo uma correlação linear positiva entre o aumento da temperatura máxima ocular e o aumento da frequência respiratória. Sendo assim, conclui-se que o protocolo de treinamento com exercícios físicos de alta intensidade não gerou alterações negativas nos leucogramas dos animais e foi capaz de diminuir a prevalência de alguns comportamentos anormais, o que parece ter sido benéfico, dentro dos parâmetros analisados. A câmera termográfica também demonstrou um grande potencial para aferição dos níveis de estresse dos animais durante a prática de exercício físico, sendo necessário apenas alguns ajustes para servir adequadamente a essa função. Palavras-chave: estresse, comportamento, intensidade de exercício, parâmetros hematológicos, equino.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The confinement incompatible with the natural behavior of horses and the imposition of this type of management can severely decrease their welfare level, being able to cause behavioral disorders, hormonal changes and decreased immunity. Several researches in the field of human health reveal that the practice of physical exercise can reduce significantly the levels of anxiety. Therefore, the aim of this trial was to evaluate the welfare of racehorses kept confined in individual stalls when submitted to different exercise intensities. This study used 10 mares and 6 stallions of thoroughbred horses housed in individual stalls 24 hours per day at the Jockey Club of Paraná, in Curitiba, Brazil. The horses were about 2 years old and shared the same exercise routine which has been divided into 4 increasing levels of intensity. Behavioral analyzes and blood samples were made during each exercise level to measure the prevalence rate of abnormal behaviors and to measure the immunity level of the animals, respectively. At the last day of training before the horses' first official race, the thermal camera was used to collect images from their left eye before and after the exercise for the measurement of the eyeball maximum temperature. The experiment was carried out in a completely randomized design with 16 replicates. Behaviors were analyzed using descriptive statistic using the data mining technique, in the meanwhile, the change in the neutrophil/lymphocyte ratio, the difference in the total leukocyte and the increase of the eye temperature were analyzed thru ANOVA procedure and the Bartlett test, with post-hoc Tukey test. Correlation analyzes between respiratory rate, Thermal Comfort Index and maximum ocular temperature were also performed. The decision tree generated by the model after the data mining procedure has shown that some abnormal behaviors (bed-eating, attacking the air and box kicking) were more frequent in the light exercise intensity. There was a significant (P<0.01) increase in Neutrophil/Lymphocyte ratio during the intense exercise training and the first official race significant (P<0.01) increase in the total leukocytes number could also be observed after the first official race. Although the different training intensities have significantly influenced the leukogram, all the results were enclosed in the normal physiological parameters. There was also a significant difference (P<0.01) between the eye temperature measurements taken before and after the training session, in the meanwhile, there was also a positive linear correlation between the increase in the maximum ocular temperature and the increase in respiratory rate. Therefore, can be conclude that the training protocol with high intensity exercises had not negative influences on the leukogram of the animals and it was able to reduce the prevalence of some abnormal behaviors, which seems to have been beneficial within the analyzed parameters. Although the thermal camera still needs some adjustments, it has shown great potential for measuring the stress levels of animals during physical exercise. Keywords: stress, behavior, exercise intensity, hematological parameters, equine.pt_BR
dc.format.extent69 p. : il. (algumas color.), tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCavalo de corridapt_BR
dc.subjectZootecniapt_BR
dc.subjectEquinopt_BR
dc.subjectExercícios físicospt_BR
dc.subjectPatologia clinica veterinariapt_BR
dc.titleDiferentes intensidades de exercício para o bem-estar de cavalos de corrida em treinamentopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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