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dc.contributor.advisorAndreatini, Robertopt_BR
dc.contributor.authorBarcaro, Inara Fernanda Misiuta Raupppt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologiapt_BR
dc.date.accessioned2019-01-28T19:16:46Z
dc.date.available2019-01-28T19:16:46Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/55218
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Roberto Andreatinipt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia. Defesa : Curitiba, 15/02/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Segundo a Organização Mundial da Saúde pelo menos 350 milhões de pessoas vivem com depressão. Embora existam vários medicamentos antidepressivos clinicamente eficazes, apenas cerca de 50% dos pacientes responde à primeira droga prescrita. No intuito de minimizar o sofrimento desses pacientes tem se buscado novas estratégias para o tratamento. O sistema glutamatérgico tem sido alvo de estudos, uma vez que a quetamina, antagonista dos receptores N-metil-D-aspartato (NMDA), apresenta efeito antidepressivo mais rápido que os antidepressivos mais usados na clínica, sendo eficaz em pacientes refratários aos antidepressivos atuais. Contudo, dois inconvenientes do seu uso são seus efeitos colaterais (alucinações, mudanças de humor e afeto, delírio e confusão), e sua administração endovenosa. A amantadina, outra droga que bloqueia os receptores NMDA, bem como aumenta indiretamente os níveis de dopamina, tem também apresentado efeitos tipo antidepressivos em modelos animais de depressão e antidepressivo em estudos clínicos abertos com pequeno número de pacientes, conforme observado em revisão sistemática realizada na primeira parte do presente trabalho. Os resultados da segunda parte (parte experimental) do presente estudo, utilizando o teste de natação forçada modificado (ratos) e o teste de suspensão pela cauda (camundongos), sugerem que o efeito do tipo antidepressivo da amantadina ocorre provavelmente devido à participação dos receptores NMDA do glutamato e D2 da dopamina. Além disso, assim como os antidepressivos monoaminérgicos e a quetamina, observou-se que a amantadina também aumenta a neurogênese hipocampal, que tem sido proposta como importante na melhora dos quadros depressivos. Portanto, a amantadina apresentase como um medicamento com potencial antidepressivo, assim como ponto de partida para novos fármacos antidepressivos. Palavras-chave: amantadina, antidepressivo, glutamato, dopamina, neurogênesept_BR
dc.description.abstractAbstract: According to the World Health Organization at least 350 million people live with depression. Although there are several clinically effective antidepressant medications, only about 50% of patients respond to the first prescribed drug. In order to minimize the suffering of these patients, new treatment strategies have been sought. The glutamatergic system has been studied, since ketamine, an antagonist of N-methyl-D-aspartate (NMDA) receptors, has an antidepressant effect faster than the most commonly used antidepressants in the clinic and is effective in patients refractory to current antidepressants. However, two drawbacks of its use are its side effects (which include hallucinations, changes in mood and affect, delirium and confusion), and its intravenous administration. Amantadine, another drug that blocks NMDA receptors as well as indirectly increases dopamine levels, has also been shown to have antidepressant-like effects in animal models of depression and antidepressant in open clinical studies with a small number of patients. The results of the present study, using the modified forced swimming test (rats) and the tail suspension test (mice), suggest that the anti-depressant effect of amantadine probably occurs due to the participation of NMDA receptors of glutamate and D2 of dopamine. In addition, as well as the monoaminergic antidepressants and ketamine, it has been observed that amantadine also increases hippocampal neurogenesis, which has been proposed as important in improving depressive disorders. Therefore, amantadine is a drug with antidepressant potential as well as a starting point for new antidepressant drugs. Key-words: amantadine, antidepressive, glutamate, dopamine, neurogenesispt_BR
dc.format.extent98 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAmantadinapt_BR
dc.subjectFarmacologiapt_BR
dc.subjectAntidepressivospt_BR
dc.titleEfeito antidepressivo da amantadina em modelos animaispt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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