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dc.contributor.advisorMachado, Sebastião do Amaral, 1939-pt_BR
dc.contributor.authorUrbano, Edilsonpt_BR
dc.contributor.otherFigueiredo Filho, Afonso, 1951-pt_BR
dc.contributor.otherSanquetta, Carlos Roberto, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2018-04-20T11:59:04Z
dc.date.available2018-04-20T11:59:04Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/55090
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Sebastião do Amaral Machadopt_BR
dc.descriptionCo-orientadores: Prof. Dr. Afonso Figueiredo Filho, Prof. Dr. Carlos Roberto Sanquettapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Defesa : Curitiba, 16/02/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: As formações florestais, conhecidas como bracatingais, em seu início de desenvolvimento são quase totalmente compostas por Mimosa scabrella (bracatinga), a qual, ao longo dos anos é substituída por diversas espécies secundárias. São formações comuns da região metropolitana de Curitiba - RMC, sendo importante fonte de renda para os pequenos proprietários. As madeiras produzidas nesses bracatingais são comercializadas principalmente para lenha e carvão. Visando aprimorar o processo de quantificação de produção, este trabalho teve por objetivo modelar o volume por unidade de área presente nos bracatingais e avaliar a dinâmica do estoque volumétrico ao longo dos anos. A base de dados provém de 320 parcelas temporárias medidas em bracatingais nativos com idades variando de 3 a 20 anos, distribuídas em diversos municípios. A modelagem foi efetuada separadamente para a bracatinga, para as espécies secundárias e para o conjunto total das espécies, ajustando-se 31 equações do povoamento e 13 de crescimento e produção. Para avaliação da evolução do estoque, comparou-se o volume da bracatinga com o das secundárias e identificou-se a idade na qual o volume das bracatingas é suplantado pelo volume das secundárias; depois, com base nos volumes estimados pela equação de crescimento e produção, para cada uma das três abordagens de ajuste, foram identificadas as idades de ocorrência dos máximos incrementos (IMA e ICA) e máxima produção estimados. As equações de volume do povoamento ajustadas por meio do processo forward stepwise apresentaram melhor desempenho, sendo que a equação logarítmica foi melhor para a bracatinga (R²aj. = 0,993 e Syx% = 3,46) e para as espécies secundárias (R²aj. = 0,990 e Syx% = 10,17); já para o conjunto de todas as espécies, a melhor foi a aritmética com R²aj. = 0,950 e Syx% = 8,87. Para estimar o crescimento e a produção, o modelo de Clutter apresentou melhor resultado para a bracatinga (R²aj. = 0,954 e Syx% = 8,54) e para o conjunto total das espécies (R²aj. = 0,917 e Syx% = 11,56). O modelo de Clutter modificado foi melhor para as secundárias, com R²aj. = 0,952 e Syx% = 25,08. Estas equações foram validadas usando o teste do qui-quadrado e consideradas aptas para utilização. Comparando as metodologias de quantificação do volume, para as três abordagens realizadas, foi observado na ANOVA não existir diferença significativa entre as metodologias, com 95% de probabilidade. De forma geral, a bracatinga é suplantada pelas secundárias, em volume e área basal por hectare, entre as idades de 13 e 14 anos. Para a bracatinga o ICA atinge seu valor máximo aos 2 anos, o IMA atinge o valor máximo aos 3 anos e a produção máxima é atingida aos 8 anos de idade, decrescendo continuamente após os 8 anos. Para as secundárias o ICA atinge seu valor máximo aos 15 anos e até os 20 anos não ocorre o valor máximo da curva do IMA. Para o conjunto de todas as espécies, o ICA atinge seu valor máximo aos 3 anos, o IMA atinge o valor máximo aos 5 anos e até os 20 anos não ocorre a máxima produção do povoamento. Palavras-chave: Bracatinga. Espécies secundárias. Evolução do estoque. Modelos matemáticos. Mimosa scabrella Benthpt_BR
dc.description.abstractAbstract: The forest formations known as "bracatingais" (bracatinga forest) are composed initially only by the Mimosa scabrella (bracatinga) which over the years, is replaced by several secondary species. They are common forest formations in the small properties of the metropolitan region of Curitiba, being an important source of income for the small owners of this region. The wood produced in these bracatingais is sold mainly for firewood and charcoal. Aiming to improve the production quantification process, this work had as objective to model the volume per unit area present in the bracatingais and to evaluate the dynamic of the volumetric stock over the years. The data base come from 320 plots measured in stands with ages varying from 3 to 20 years, distributed in several municipalities. The modeling was done for bracatinga, for the secondary species and for the total set of species, fitting 31 stand equations and 13 growth and yield equations. To evaluate the evolution of the stock, the volume of the bracatinga was compared with that of the secondary species, it was identified the age where the volume of the bracatingas is supplanted by the volume of the secondary; then based on the volumes estimated by the growth and yield equation, for each of the three adjustment approaches, the age of occurrence of estimated maximum increments (IMA and ICA) and maximum yield were identified. The stand volume equations fitted by the forward stepwise process presented better performance, and the logarithmic equation was better for bracatinga (R²aj = 0.993 and Syx% = 3.46) and for the secondary species (R²aj. = 0.990 and Syx% = 10.17); for the set of all species, the best one was the arithmetic with R²aj. = 0.950 and Syx% = 8.87. In order to estimate growth and yield, the Clutter model presented the best results for bracatinga (R²aj. = 0.954 and Syx% = 8.54) and for the set of all species (R²aj. = 0.917 and Syx% = 11.56). The modified Clutter model was better for the secondary, with R²aj. = 0.952 and Syx% = 25.08. These equations were validated using the chi-square test and considered suitable for use. Comparing the volume quantification methodologies, for the three approaches to the data, it was observed in the ANOVA that there was no significant difference between the methodologies, with 95% probability. In general the bracatinga is supplanted by the secondary, in volume and basal area per hectare, between the ages of 13 and 14 years. For bracatinga the ICA reaches its maximum value at 2 years, the IMA reaches the maximum value at 3 years and the maximum yield is reached at 8 years of age, decreasing continuously after 8 years. For the secondary the ICA reaches its maximum value at 15 years and until 20 years does not occur the maximum value of the IMA curve. For the set of all species the ICA reaches its maximum value at 3 years, the IMA reaches the maximum value at 5 years and until 20 years does not happen the maximum yield of the stand. Keywords: Bracatinga. Evolution of the stock. Mathematical models. Mimosa scabrella Benth. Secondary species.pt_BR
dc.format.extent177 p. : il. (algumas color.), tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectxpt_BR
dc.subjectXpt_BR
dc.titleModelagem e dinâmica do crescimento e produção de espécies arbóreas em bracatingaispt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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