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dc.contributor.advisorTimofeiczyk Junior, Romanopt_BR
dc.contributor.authorBortolotto, Guilherme Casassolapt_BR
dc.contributor.otherBuratto, David Alexandrept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Curso de Especialização MBA em Gestão Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2018-03-15T18:36:51Z
dc.date.available2018-03-15T18:36:51Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/54571
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Romano Timofeiczyk Jr.pt_BR
dc.descriptionCo-orientador: Prof. M. Sc. David Alexandre Burattopt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Curso de Especialização MBA em Gestão Florestalpt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O presente trabalho teve como objetivo analisar o programa fomento florestal instalado na metade sul do Rio Grande do Sul, principalmente quanto aos seus custos para formação de florestas, produtividade e valor econômico agregado na para o produtor rural. Os dados de custos foram calculados para o total de 269 projetos por hectare e dividos em Insumos e Serviços. As receitas foram provenientes da venda da madeira em pé ao final do ciclo, sem incluir os custos de colheita. Para análise econômica foram utilizados os critérios do Valor Presente Líquido (VPL), Razão Benefício Custo (B/C), Taxa Interna de Retorno (TIR) e Valor Anual Equivalente (VAE). A taxa de juros usada foi de 7% ao ano conforme programa de fomento. O projeto apresentou aos 7 anos um VPL de R$ 2.073,5 e uma TIR de 16%, mostrando-se viável e atrativo. Foram analisados os custos e receitas do plantio ao ano sete e, com adendos aos anos 8, 9 e 10, que demonstraram maior ganho na rentabilidade do projeto se dá entre os anos 8 e 9, tendo um aumento de R$ 1.791,9 em relação ao ano 8. Isso representa uma rentabilidade de 49% em relação ao ano 8, que teve um aumento de R$ 888,3 em relação ao ano 7. A análise de sensibilidade comprovou a tendência de relação inversa existente entre o VPL e a taxa de juros. A capacidade de retorno do projeto a partir do sétimo ano, pontualmente é referenciada pelo congelamento da dívida, que não incidiu correção de juros, o preço por metro cúbico de madeira que segue reajustando conforme base zero.pt_BR
dc.format.extent33 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.titleAnálise econômica do programa de fomento florestal, poupança florestal instalado na metade sul do RSpt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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