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dc.contributor.advisorRomanelli, Guilherme Gabriel Ballandept_BR
dc.contributor.authorPedrosa, Frederico Gonçalvespt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Artes, Comunicação e Design. Programa de Pós-Graduação em Músicapt_BR
dc.date.accessioned2018-05-08T18:26:59Z
dc.date.available2018-05-08T18:26:59Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/54503
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr.Guilherme Gabriel Ballande Romanellipt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Setor de Artes, Comunicação e Design, Programa de Pós-Graduação em Música. Defesa : Curitiba, 19/12/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : Esta dissertação apresenta os resultados da investigação sobre processos de ensino/aprendizagem musicais relacionados aos saberes tradicionais das violas caiçaras da Ilha dos Valadares (Paranaguá/PR) e as possibilidades de sua didatização; tendo o manual didático como foco de discussão deste processo. Usaram-se de aportes teóricos da etnografia educacional, a partir de Elsie Rockwell e Justa Ezpeleta, somados a entrevistas e observação participante com a finalidade de levantamento de dados. Fez-se, também, revisão de literatura, buscando trabalhos relacionados aos fandangos caiçaras e as suas formas de transmissão de conhecimento; as violas brasileiras e as violas caiçaras. Neste processo se encontrou definições importantes sobre o processo de ensino/aprendizagem no fandango, a imitação criativa, e sobre os manuais didáticos. Através da experiência de campo, bem como das entrevistas, pode-se elencar aspectos recorrentes entre as pesquisas encontradas, as falas dos mestres entrevistados e as práticas de transmissão observadas. Percebeu-se que hoje, ao contrário do que ocorria anos atrás, existem momentos e espaços voltados para a transmissão do fandango como, por exemplo, as oficinas ministradas por Mestre Zeca na Fundação Cultural da Cidade de Paranaguá. A despeito deste fato se observa que a maior parte dos processos de ensino/aprendizagem acontecem em momentos como a romaria da Folia do Divino Espírito Santo, quando se toca fandango nos momentos de descontração. Verificou-se a importância de novos movimentos com participação de diversos atores do fandango como o projeto de salvaguarda "Ô de Casa!" que permite momentos de ensino/aprendizagem e de formação de novos grupos como o Grupo Mestre Eugênio – da Ilha dos Valadares – que tem propiciado momentos de aprendizado para crianças. Observou-se que aprender a viola caiçara é também aprender uma identidade cultural. As discussões sobre as possibilidades de didatização dos toques da viola caiçara se mostraram profícuas já que: a) esse é um processo que já acontece com outras violas em território nacional; b) os mestres caiçaras já se preocupam com a didatização; c) já aconteceram movimentos dos próprios mestres no sentido se produzir materiais didáticos. Indica-se, assim, que possíveis pesquisas possam se voltar para a confecção de manuais didáticos para ensino violas caiçaras.pt_BR
dc.format.extent142 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEducaçao musicalpt_BR
dc.subjectMúsicapt_BR
dc.subjectViola caiçarapt_BR
dc.subjectMúsica - Manuais didáticospt_BR
dc.titleO processo de ensino/aprendizagem da viola caiçara na ilha de Valadares : possibilidades e limites de sua didatizaçãopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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