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dc.contributor.advisorLourenço, Mariane Lemos, 1971-pt_BR
dc.contributor.authorVilela, Nágila Giovanna Silvapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Administraçãopt_BR
dc.date.accessioned2018-03-22T19:54:15Z
dc.date.available2018-03-22T19:54:15Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/53412
dc.descriptionOrientadora : Profª. Drª. Mariane Lemos Lourençopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Administração. Defesa: Curitiba, 15/12/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f.178-195pt_BR
dc.description.abstractResumo: Trabalho e família são duas instâncias básicas na vida de grande parte de homens e mulheres adultos. A dificuldade em conciliar as demandas dessas duas esferas pode provocar o conflito trabalho-família, que ocorre devido ao tempo dispendido, a tensão gerada e o comportamento praticado no trabalho e na família. Para as mulheres, o conflito trabalho-família tem se mostrado superior do que quando comparado aos conflitos vivenciados pelos homens, fato que se relaciona com a responsabilidade de realizar as tarefas de cuidar da casa e das crianças. Uma das formas de minimizar esses conflitos é o suporte/apoio da organização. Estudos sobre cultura organizacional revelam que quando as organizações reconhecem as demandas dos profissionais e incentivam seus diferentes papéis pessoais e profissionais, essas tendem a ser consideradas como mais positivas para seus funcionários. A oferta de benefícios que visam a reduzir o conflito trabalho-família, assim como o apoio gerencial, social e dos colegas de trabalho configuram a cultura trabalho-família, que é parte da cultura organizacional. Diante disso, o objetivo geral desse trabalho é analisar como o conflito trabalho-família se relaciona com a cultura organizacional para mulheres trabalhadoras no contexto brasileiro. A teoria que permeia a discussão é a teoria de papéis, sendo a evidenciação dessa o primeiro tópico do capítulo da fundamentação teórico-empírica. O capítulo ainda apresenta as considerações dos autores seminais e as discussões recentes da literatura sobre o conflito trabalho-família, a cultura organizacional e seus elementos e a cultura trabalho-família. No que diz respeito aos procedimentos metodológicos, trata-se de uma pesquisa interpretativista, qualitativa e descritiva. A estratégia de pesquisa adotada é o estudo de casos múltiplos. Os sujeitos da pesquisa foram 15 mulheres trabalhadoras de três grandes indústrias de diferentes segmentos e localizadas em estados distintos nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quanto à dimensão tempo, a pesquisa apresentou um corte transversal. Os meios de investigação e as técnicas de coleta de dados incluem a pesquisa de campo mediante entrevistas semiestruturadas orientadas por roteiro e pesquisa documental em conteúdos públicos tais como normas internas e informações disponíveis em redes sociais e sítios eletrônicos. Os dados obtidos nessa pesquisa foram tratados por meio da transcrição das entrevistas, bem como da ordenação dos documentos públicos obtidos. O software utilizado para a codificação dos dados foi o ATLAS.ti, onde foram criados 30 códigos associados a três famílias: conflito trabalho-família (14), cultura organizacional (7) e cultura trabalho-família (9). A análise dos dados se deu por meio da análise de conteúdo. Em síntese, os resultados apontam que para as mulheres trabalhadoras das organizações estudadas, situadas no contexto brasileiro, o conflito trabalho-família se relaciona com a cultura organizacional por meio de seus elementos (facilitando ou inibindo a vivência de tais conflitos) e com a cultura trabalho-família por meio das políticas organizacionais e governamentais (que, quando estão disponíveis e seu uso é aceito pelos gestores e colegas de trabalho, podem reduzir a experiência de conflitos entre trabalho e família). Ao final, são apresentadas as contribuições teóricas e práticas da pesquisa, bem como as sugestões para pesquisas futuras. Palavras-chave: Conflito trabalho-família. Cultura Organizacional. Cultura trabalhofamília.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Work and family are two basic instances in the lives of most adult men and women. The difficulty in reconciling the demands of these two spheres can provoke the workfamily conflict, which occurs due to the time spent, the strain generated and the behavior practiced at work and in the family. For women, the work-family conflict has been higher than when compared to the conflicts experienced by men, a fact that is related to the responsibility to perform the tasks of taking care of the house and of the children. One of the ways to minimize these conflicts is the support/assistance of the organization. Studies on organizational culture reveal that when organizations recognize the demands of professionals and encourage their different personal and professional roles, they tend to be considered more positive for their employees. The offer of benefits aimed at reducing work-family conflict, as well as managerial, social and co-worker support configure the work-family culture, which is part of the organizational culture. Therefore, the general objective of this work is to analyze how the work-family conflict is related to the organizational culture for working women in the Brazilian context. The theory that permeates the discussion is the theory of roles, being the evidence of this the first topic of the chapter of theoretical-empirical foundations. The chapter also presents the considerations of the seminal authors and the recent discussions of the literature on the work-family conflict, the organizational culture and its elements, and the work-family culture. Regarding methodological procedures are concerned, this is an interpretative, qualitative and descriptive research. The research strategy adopted is the study of multiple cases. The research subjects were 15 women workers from three large industries of different segments and located in different states in the South and Southeast regions of Brazil. Regarding the time dimension, the research presented a cross section approach. Research media and data collection techniques include field research through scriptdriven semi-structured interviews and documentary research on public content such as internal norms and information available on social networks and sites. The data obtained in this research were treated through the transcription of the interviews, as well as the ordering of public documents obtained. The software used for data coding was ATLAS.ti, where 30 codes associated with three families were created: workfamily conflict (14), organizational culture (7) and work-family culture (9). Data analysis was done through content analysis. In summary, the results point out that for the working women of the organizations studied, located in the Brazilian context, the work-family conflict is related to the organizational culture through its elements (facilitating or inhibiting the experience of such conflicts) and with work-family culture relationships through organizational and governmental policies (which, when available and their use is accepted by managers and co-workers, may reduce the experience of conflict between work and family). At the end, the theoretical and practical contributions of the research are presented as well as the suggestions for future research. Key-words: Work-family conflict. Organizational culture. Work-family culture.pt_BR
dc.format.extent200 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectAdministraçãopt_BR
dc.subjectTrabalho feminino - Brasilpt_BR
dc.subjectCultura organizacionalpt_BR
dc.subjectConflito trabalho-famíliapt_BR
dc.titleConflito trabalho-família e cultura organizacional : um estudo com mulheres trabalhadoras no contexto brasileiropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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